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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Solha frita com Arroz-Feijão branco



Hoje nada de especial, uma solha frita com arroz de feijão branco. "Solha" que é oriundo do latim solea, que significa  "sandália" (uma alusão ao corpo achatado da solha). A solha com uma carne branca e fina de sabor delicado muito apreciado nos meios gastronômicos das zonas costeiras.

Ingredientes
500 gramas de solhas
2 dentes de alhos bem picados
Sal quanto baste
Pimenta a gosto
Sumo de limão
Farinha de trigo quanto baste

Preparação
Deixe as salhas a tomar gosto nos alhos, sal e pimenta por 15 minutos ( não deixar mais pois com é um peixe muito fino tempera rápido). Aquecer o oleo e fritar as solhas já passadas na farinha, aloirar dos dois lados, retirar e deixar secar em papel absorvente. Na hora de servir borrifar com sumo do limão. 

Quanto ao arroz, faça da seguinte maneira; Aqui, reserve . Num tacho com o fundo coberto de azeite, coloque uma cebola picada com um dente de alho e um tomate bem maduro aos pedaços,(querendo pode por umas rodelas de chouriço) quando a cebola ficar translúcida acrescente um copo de vinho branco e refogue veja se esta bom de sal. Ponha 300 gramas de feijão  branco já cozido mais 1 copo de água e deixe ferver, misture com o arroz e apague o lume( tem que ficar meio malandrinho) e sirva com a solha frita.

Bom Apetite

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Braseria Casa Nostra


   

Esta publicação não serve de uma referencia gastronômica, simplesmente fui ai comi e gostei. De vez em quando gosto de ir por ai com a família a comer fora de casa, portanto esta é a minha opinião pessoal.

La Seu d’Urgel encontra-se a 695 metros de altitude, um pequeno povoado no centro dos pireneus catalão. Muito perto da serra de Cadi a 10 km de Principat d’Andorra, um lugar com ricas pastagens, na qual pode proporcionar vários alimentos frescos, desde legumes, carnes frescas, lácteos e vários embutidos.  
Como pontos de interesse temos a Catedral d’Urgel (XII) com o museu da diocese. O Parque Olímpio do Segre, onde se realizam campeonatos de canoagem da comarca assim como nacionais e mundiais. O Parque Valira, com belos jardins e recintos para o lazer junto ao rio Valira, assim como mais outros tantos pontos de interesse turístico.
Bem no centro de La Seu temos El Carrer Major (rua maior), zona de interesse comercial onde sé situa as lojas mais antigas da cidade, assim como algumas tabernas das mais antigas. Um pouco por toda a cidade existem vários restaurantes na qual fazem jus ao produtos desta paragens. Assim fui para ao Restaurante Casa Nostra (casa nossa ), um restaurante com um interior  simpático e agradável, local sossegado ideal para ir com a família com uma cozinha tipo caseira ande sé pode degustar umas boas torradas e carnes na brassa.





Vista Interior


Torrada de queijo Manxego e Salada Catalana

.Pés de Porco na Brassa











Bom Apetite                                                                   

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Tronco de Natal



Tronco de Natal ou Bûche de Noël como dizem os franceses e uma das iguarias, que desde séculos passados, não pode faltar  na mesa dos franceses na época de natal. Sobremesa tipicamente francesa que nasceu em Paris, no final do século XIX, pelas mãos do historiador e confeiteiro Pierre Lacam que perpetuo num doce para toda a vida uma das tradições extinta do passado.
 Vejamos a tradição por traz desta delícia que remonta ao século XII, antigamente na França e em vários países europeus, toda a família se reunia diante de uma grande lareira na véspera de Natal. Cantavam canções de Natal ou escutavam histórias contadas pelos avós, enquanto um enorme tronco de uma árvore ( na maioria carvalho) queimava na lareira. Tronco esse que depois de ser benzido pelo chefe da família era ascendido pelo mais novo e o mais velho. As cinzas desse tronco eram então conservadas, pois a ela se atribuía a propriedade de proteger a casa dos raios e do Diabo durante o ano seguinte. Essa tradição começou a desaparecer no fim do século XIX, na qual as grandes lareiras de chaminés enormes, que foram sendo substituídas progressivamente por mais pequenas e modestas ou por outros tipos de aquecimento. Para continuar a tradição um pequeno tronco (verdadeiro) era colocado no centro da mesa de Natal, decorado com folhas e velas acesas. Hoje em dia esse tronco é simbolizada por um bolo, o Bûche de Noël (o tronco de Natal), na qual Pierre Lacam recriou com forma de um tronco que faz lembrar a do tronco que queimou um dia nas lareiras do passado. O bolo tem a cor da madeira escura, coberto de chocolate ou de creme de café. É uma espécie de rocambole recheado com creme.

Ingredientes
Massa
8 ovos
250 gramas de açúcar
220 gramas de farinha de trigo peneirada
1 colher (das de chá) de fermento em pó
30 gramas de cacau
Manteiga para untar

Recheio
300 gramas de doce de castanha (querendo pode substituir  por doce de maça ou pêssego )


Cobertura
1 lata de leite condensado
150 gramas de chocolate de culinária picado


Preparação
Comece por forrar um tabuleiro com manteiga e forre com papel vegetal, também untado. Bata os ovos com o açúcar até ficar volumoso, misture a farinha com o fermento e o cacau, deite por cima do preparado envolvendo com cuidado. Verta a massa no tabuleiro e coza  durante cerca de 20 minutos em forno pré-aquecido a 190º. Depois de cozido desenforme sobre um pano de cozinha polvilhado com açúcar e recheie com o doce, enrole com ajuda do pano e reseve no frigorifico por 20 minutos. Entretanto prepare a cobertura, aqueça o leite condensado em banho Maria e adiciona-lhe o chocolate picado mexendo sempre até derreter. Espere esfriar e leve ao frigorifico por uns 30 minutos. Estando tudo bem frio corte uma das extremidades da torta, una-as em forma de tronco barrando com um pouco do recheio para unir bem. Cubra tudo com o restante recheio e com ajuda de um garfo vá dando forma de lascas. Querendo pode enfeitar com folhas verdes ou outros acessórios comestíveis, pode ainda polvilhar com açúcar em pó para dar um aspecto de neve. Eu prefiro assim simples e saborosa.

Bom Apetite

Salada de feijão frade com carapauzinhos



Quantas vezes pensamos que uma refeição modesta nunca será uma delicia ou um verdadeiro pitéu?
Sempre!!!!!!!
 Mesmo as refeições mais simples e modesta, podem virar verdadeiros pratos de sé le tirar o chapéu.
Para isso temos que sentir prazer naquilo que estamos a fazer (como tudo na vida) com amor e carinho. Claro que podemos seguir uma boa receita passo a passo, ela ate pode sair uma maravilha, mas sé não dermos aquele toque pessoal ou aquela devida dedicação por muito boa que seja a receita, vai sempre faltar algo, ficar um vazio.
É para exemplo aqui temos uns simples carapauzinhos com feijão frade, nada de especial, mas que na hora de comer lhes- tive que tirar o chapéu.

Ingredientes
1 kg de carapauzinhos ( 4 a 6 pessoas)
600 gramas de feijão frade cozido
1 cebola grande picada
2 dentes de alhos bem picadinhos
1 pimentão verde ( ou vermelho, conforme o gosto) picado
1 raminho de salsinha picada
½ limão (sumo)
Azeite quanto baste
Sal grosso e fino quanto baste
Pimenta à gosto

Preparação
De véspera deixe o feijão de molho em água, no dia coza com uma cebola pequena, um alho amassado e uma pitada de sal, depois de cozido deixe esfriar, reserve. Limpe os carapauzinhos das tripas e lave-os, salpique com sal grosso, pimenta, alho e o sumo de limão. Deixe marinar uns 30 minutos e frite em azeite. Numa travessa misture o feijão, a cebola, o pimentão e a salsa, retifique o sal e tempere de pimenta a gosto.

Bom Apetite

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Pés de galinha à Zezão



Aqui esta uma receita que muita gente vai fazer cara feia, mas depois de preparada, pra alguns seria um autêntico pitéu. Para quem não sabe o pé de galinha ou frango é muito rico em cálcio e proteínas, e deveria fazer parte da alimentação de todos nós, pois é bom para os cabelos, vista, dentes, reumatismo, contra artrite, etc. Rico em colágeno é com enormes os valores nutritivos, esses mesmos pés que são muitas vezes consideradas como resíduos pela maioria das pessoas.

 Ingredientes
1 kg de pés de galinha ou frango
1 cebola
2 dentes de alho
2 tomates bem maduros
1 copo de vinho branco
2 colheres (das de sopa ) de oréganos frescos picado
Sal quanto baste
Azeite quanto baste
Tabasco à gosto

Preparação
Retire as unhas e lave bem os pés de galinhas, reserve. Num tacho ( que leve tudo ) cubra o fundo de azeite e coloque a cebola e os alhos picados, quando começar a dourar acrescente os tomates triturados e o vinho, deixe levantar fervura, coloque os pés e os oréganos, tempere de sal e tabasco a gosto e acrescente um pouco de água e deixe cozinhar por 45 minutos em lume médio, mexa de vez em quando e acrescente água sé necessário. Estando pronto pode servir com arroz, massas ou simples.

Bom Apetite