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sábado, 30 de março de 2013

Quadrados (delicias ) de abobora



Mais um ano e mais uma Páscoa, sei que muitos seguidores estavam a  espera de muitas receitas para esta altura. Deste já aqui deixo as minhas sinceras desculpas por esta ausência nestes últimos dias, também lembro conforme havia dito que este  blog é um passatempo para mim, que venho aqui de vez em guando postar as minhas experiências na cozinha. Nem tampouco faço disto um modo de vida, nem é uma prioridade da minha vida. Prioridade para mim é amar, viver e ser feliz, e uma das coisas que me da prazer e a cozinha, assim como partilhar aquilo que faço. Por isso venho aqui de vez em quando. Hoje trago-voz uma receita daquelas nasce na nossa cabeça sem mais nem manos, que muitas vezes não sé realizam porque não a pomos em pratica. Então aqui vai.

Ingredientes
1 chávena (das de chá) de farinha com fermento
1 chávena (das de chá) de açúcar
2 chávenas  (das de chá) de abobora cozida
½ chávena (das de chá) de manteiga
2 ovos
1 colher (das de sopa) de raspa de laranja
Açúcar refinado para polvilhar

Preparação
Comece a misturar o açúcar com a manteiga, bata a parte os ovos e junte ao preparado, mexendo sempre vá acrescentando a abobora e a raspa de laranja. Por fim misture a farinha e mexa ate ficar uma massa homogênea, deite para uma forma quarada pré- untada com manteiga e polvilhada com farinha, leve ao forno pré-aquecido 180º durante + ou – 30 minutos. Desenforme depois de frio e polvilhe com açúcar refinado, monte em um prato em forma de pirâmide e sirva.

Bom Apetite

quinta-feira, 14 de março de 2013

Bolo de nozes com cobertura de creme de ovos








Designa-se por doçaria conventual os doces confeccionados nos antigos conventos, que  na sua maioria são compostos por grandes quantidades de açúcar e gemas de ovos.
A origem da doçaria conventual em Portugal terá origem no século XV. Neste período  o açúcar entrou na tradição gastronômica dos conventos, pois como adoçante até esta altura era utilizado o mel. Sendo o açúcar um ingrediente vulgar mas de escassez, só depois da colonização da Ilha da Madeira, o açúcar recebe uma atenção especial, pois passa a ser cultivada a cana de açúcar, logo as freiras do convento trataram de introduzir em suas receitas.
A lista de doces conventuais é extensa e abrange todas as regiões de Portugal. Saliente-se, ainda, que a confecção de um determinado doce pode variar consoante a região, e o convento de origem. A receita de hoje é da região de Trás-os-Montes, mais propriamente de Bragança.

Ingredientes; massa
300 gramas de açúcar
200 gramas de farinha
200 gramas de miolo de nozes picada (reserve algumas inteiras para a decoração)
5 ovos
6 colheres (das de sopa) de água morna
6 colheres (das de sopa) de óleo
1 colher (das de chá) de fermento
Manteiga e farinha para untar e polvilhar

Ingredientes; creme de ovos

150 gramas de açúcar

6 gemas de ovos

1,5 dl de água

1 pau de canela



Preparação


Massa

Numa tigela, bata as gemas com o açúcar durante 5 minutos, adiciona-lhe depois o óleo e água morna e bata mais 5 minutos, junte depois as nozes picadas e bata mais 5 minutos. A parte bata as claras em castelo e envolva na mistura anterior, alternadamente com a farinha já misturada com o fermento. Verta em uma forma untada com manteiga e polvilhada com farinha, leve ao forno pré-aquecido 180º durante cerca de 40 minutos ou até ficar cozido. Desenforme-o e deixe esfriar.


Creme de ovos
Leve ao lume num tacho a água com o açúcar e o pau de canela e deixe ferver até obter ponto de pérola. Fora do lume, junte em fio, as gemas batidas, mexa bem e
leve novamente ao lume (brando) e deixe que o creme de ovos engrosse, mexendo sempre com uma colher de pau.


Depois do bolo frio verta por cima o creme de ovos e enfeite com as nozes reservadas.


Bom Apetite