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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Feliz 2015

Continuem a desfrutar com os que mais lhe são queridos, que eu sigo fazendo o mesmo.

Bom Ano
Bom Apetite 

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Feliz Natal



Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz. Por isso tá na hora de dedicar-me a minha família, depois volto, fiquem na paz do senhor. Um santo e feliz natal a todos Amigos e seguidores e simpatizantes.




Bom apetite

domingo, 14 de dezembro de 2014

Arroz de lulas


Portugal, um dos maires consumidor de arroz da Europa, com um arroz totalmente português. O arroz Carolino a espécie de arroz mais produzida em Portugal, porém a menos consumida. O arroz Carolino corresponde à uma variedade genuinamente portuguesa, sendo cultivada nos estuários dos rios Sado, Tejo e Mondego, onde a conjugação de fatores como a terra, a temperatura do ar, o número de horas de sol e a água, dão origem à sua qualidade. Caracteriza-se por possuir um bago branco, curto e gordo, com maior poder de absorção dos sabores e um baixo teor de amilose (um dos componentes do amido). Depois de cozido, o grão fica solto, boleado e envolto num molho cremoso e aveludado. Tradicionalmente, o arroz Carolino é empregue em receitas típicas de carne como o arroz de cabidela, de miúdos ou de pato; de peixe como o arroz de Tamboril e marisco ou de legumes. Esta variedade é ainda empregue em enchidos como a Tradicional morcela de arroz , ou ainda em algumas sobremesas como o arroz doce. Sendo um dos meus preferidos para pratos caldosos como este que voz trago hoje

Ingredientes
500 gramas de lulas pequenas
200 gramas de arroz carolino
2 dentes de alhos bem picados
1 cebola media bem picada
1 tomate bem maduro e triturado
1 folha de louro sem o pé
1 colher (das de sobremesa) de colorau
1 copo de vinho branco
1 colher (das de café) de coentros picado
Sal quanto baste
Azeite quanto baste
Água quanto baste
Piripiri a gosto

Preparação
Num tacho com o fundo coberto de azeite faça um bom refogado com a cebola, os alhos, o tomate, o colorau e a folha de louro, logo que esteja bem loiro acrescente o vinho branco e deixe levantar fervura e acrescente água suficiente para obter cerca de 1 litro de caldo. Mexa bem e retire um copo de caldo, reserve em sitio fresco (frigorifico). Deita-se as lulas previamente preparadas (limpas e cortadas), assim que levantar fervura acrescente o arroz e tempere de sal e piripiri a gosto, deixe cozer em lume médio. Assim que esteja o arroz cozido misture o copo de caldo frio (truque para deixar o arroz bem aveludado e cremoso) e mexa bem, sirva de imediato polvilhado com os coentros.



Bom apetite

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Peito de frango com bacon crocante

Feriado bem gostoso, neve só lá para cima nas montanhas,este ano tem nevado ,muito pouco pelas paróquias mais baixas, mas com muito frio. Sinto falta aqui da minha lareira da minha casa em Portugal, hoje com certeza era um dos dias que com certeza a acendia. Vai-se a missa, pois a que alimentar também o espírito, chega-se a casa com pouca vontade de cozinhar, mas a que alimentar o corpo também.

Ingredientes
400 gramas de filetes de peito de frango
150 gramas de tiras de bacon
400 gramas de batatas
1 molho de grelos de couve
1 limão
2 dentes de alho
Sal quanto baste
Pimenta a gosto

Preparação
Tempera-se os filetes de frango com alho laminado, sal e pimenta a gosto, espreme-se o limão por cima e deixa tomar gosto por uns minutos (no meu caso foi antes de ir para missa). Lavam-se as batatas e cortam-se as rodelas e põe-se a cozer. Lavam-se os grelos e põe-se também a cozer num tacho a parte das batatas, depois de Tudo cozido escorre-se e aguarde em lugar quente.
Aqueça um chapa de grelhar (pode usar uma sertã de fundo bem groso) e comece por grelhar as tiras de bacon ate ficarem bem crocante, aproveitando a gordura que largam para grelhar os filetes, sirva logo de seguida acompanhado com as batatas e os grelos.

Bom apetite

domingo, 7 de dezembro de 2014

Batata frita crocante e estaladiça

A batata é o vegetal mais popular do mundo e o quarto mais consumido, sendo usado em receitas em todo o mundo. O segredo do grande sucesso da batata é sua grande diversidade, que proporcionam várias opções de cor e sabor. Algumas variedades dão às sopas uma textura cremosa e um gosto delicado que destaca os outros ingredientes. Outros tipos de batata são melhores cozidas, servidas como um simples lanche ou recheadas com diversos ingredientes.

As batatas com maior teor de amido (farinhentas) são melhores para o cozimento, para fritar e para amassar, enquanto outras com menos amido são melhores assadas e mais utilizadas em saladas. Para saber a quantidade de amido pode-se fazer o teste da água salgada (batatas pobres em amido flutuam e as ricas em amido afundam), ou simplesmente da observação (batatas ovais com pele espessa são melhores para o cozimento, enquanto as grandes e arredondadas servem para várias outras finalidades). Mas, sem dúvida, um dos pratos mais conhecidos em todo mundo é a batata frita. Apareceu pela primeira vez na década de 1840, e se tornou popular rapidamente em Paris, desde então a receita se espalhou pelo resto do mundo. Atualmente a popularidade mundial da batata frita deve-se também às grandes empresas de lanches, como McDonalds, Burger King, etc, ou as ditas batatas de pacote de varias marcas. A que ter em conta que o consumo generalizado da batata processada não é tão vantajoso quanto consumir a batata fresca, porque durante esse processo o produto perde cerca de 50 por cento de seus nutrientes, além de conter muito mais gordura que a batata frita fresca. Sendo assim hoje vamos fazer aquelas batatas tão apetitosas e estaladiça e crocante, “tipo pacote”, para fazer de acompanhamento o simplesmente para o lanche.

Ingredientes

Batata com elevado teor de amido (fritar)
Sal fina
Óleo quanto baste para fritar

Preparação
Descasque as batatas e corte em rodelas o mais fino que poder (existe no mercado utensílios próprio) com uma faca bem afiada. Deixe-as demolhar em água fria e salgada, por cerca de 20 minutos. Retire-as da água e seque bem as batatas, numa fritadeira com óleo a 180ºC e frite as batatas em pequenas dozes mexendo sempre, retire-as para cima de papel absorvente para que sequem. Sirva-se como melhor voz apetecer.

Bom Apetite

sábado, 6 de dezembro de 2014

Bacalhau à lagareiro


Dezembro possivelmente o mês em que o bacalhau ganha mais destaque, por isso durante esta minha ausência uma das coisas que mais fiz, foi aprender um pouco mais sobre o bacalhau. Sendo assim resolvi marcar este meu regresso com uma receita das mais conhecidas e confeccionadas. Com origem na região das Beiras (Portugal), antigamente muito confeccionado pelo fim da época da produção dos azeites novos nos finais de Outubro. 

Hoje em dia com uma vasta lista de versões deste prato na qual originalmente essa receita era preparada para provar o novo azeite produzido. Assavam-se os pimentões, as batatas e as cebolas com cascas espetadas num arame e penduradas dentro do forno de lenha, por baixo um tabuleiro refratário com boas postas de bacalhau na qual sé juntavam o alho cru e regava-se com bastante azeite novo recém retirado do lagar (prensas antigas que moem as azeitonas para a produção de azeite). 
Ai nasceu esta receita por ser originalmente preparado onde havia muita fartura de azeite (nos lagares de azeite), assim a receita de “Bacalhau à Lagareiro” tornou-se uma das mais tradicionais e deliciosas receitas para ser degustada com um bom azeite.

Ingredientes
1 quilo de batatas pequenas
4 postas de bacalhau demolhadas (lombo)
2 cebolas medias em rodelas
1 pimento vermelho em tiras
6 dentes de alhos esmagados
2 folhas de louro
Sal grosso quanto baste
Azeite quanto baste
Coentros frescos

Preparação
Lave bem as batatas com a pele e num tabuleiro polvilhadas com bastante sal grosso, leve-as a forno a 200ºC durante cerca de 30 minutos. Entretanto em outro tabuleiro asse as postas de bacalhau pinceladas com azeite. Retire as batatas do forno e dê-lhes um pequeno murro para que abram, junte- as ao tabuleiro do bacalhau, adiciona-lhe o pimento, a cebola, os alhos e as folhas de louro, regue com bastante azeite e leve ao forno por mais 10 minutos. Sirva recém saído do forno enfeitado com azeitonas e coentros.

Bom Apetite

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Cozinha nova e mais alguns Tachos



“Pois é tem destas coisa que acontecem”. E foi assim o que seria por uns dias prolongaram-se por mais alguns dias. Apareceram alguns imprevistos como sempre, mas as reformas lá sé concretizaram. Depois, claro, há que descansar um pouco e adquirir mais uns tachos.

Durante este tempo visitei alguns lugares de interesse gastronômico, pesquisei, fiz e provei, assim enriqueci um pouco mais os meus conhecimentos, que em breve publicarei.
Por agora ficamos com este mês de dezembro que porta muitas tradições em termos de gastronomia, já sinto o cheirinho a canela e a fritos típicos destas alturas. Vamos lá para a cozinha.


Bom Apetite

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Obras



Pois é, tem destas coisas que acontece sem estar previsto. Nada programado, mas surgiu a hipótese de reformar os tachos (alguns) e cozinha, sendo assim e por motivos de força maior estarei ausente por algum  tempo.
Volto assim que seja possível..............................

Bom apetite

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Berinjela Recheada

A beringela ou berinjela,ao contrario do que muitos pensam é o fruto de uma planta com o nome de Solanum melongena originária da Índia, na qual no principio era só usada como planta ornamental, tendo chegado à Europa no século XIII através dos árabes da Península Ibérica. De fácil cultivo nos trópicos, pertence à mesma família do pimentão. É sensível ao frio, às geadas e ao excesso de chuva na altura da floração. Usada no preparo de vários pratos como o cuscuz, sufle,em tortas, saladas e recheada de varias maneiras ate em lasanhas. Cozida, frita, assada ou grelhada, combina bem com pimento, tomate, cebolas e azeitonas, tornando-se um ótimo acompanhamento para vários tipos de carnes grelhadas e assadas. Para retirar o gosto amargo que a caracteriza, corte-a ao meio, esfregue com sal e escorra, ou deixe-a aberta coberta com água e sal, limão ou vinagre, durante, pelos menos, 15 minutos. Escorra em seguida e seque com papel absorvente.

Ingredientes
3 berinjelas grandes
500 gramas de carne picada
1 cebola grande picada
2 dentes de alho picados
2 tomates médios bem maduros
1/2 pimentão vermelho picado
1 ramo de salsa
200 gramas de queijo mozzarela ralada
Pimenta a gosto
Sal
Óleo quanto baste







Preparação
Corte as berinjelas ao meio, no sentido do comprimento, retire a polpa das berinjelas deixando com aproximadamente 1 cm de espessura, salpique com vinagre e sal, coloque num tabuleiro, leve-as ao forno médio por 10 minutos. Pique a polpa e reserve. Numa frigideira aqueça o óleo em fogo médio e adicione a cebola, o alho e a polpa das berinjelas. Refogue até ficar bem macia e acrescente a carne, deixe cozinhar por 15 minutos ou até que esteja bem refogado. Junte o tomate triturado, o pimentão vermelho e a salsa e misture bem, tempere de sal e deixe ferver em fogo baixo aproximadamente 10 minutos.
Retire as berinjelas do forno e devida o preparado por todas, polvilhe com o queijo e volta ao forno entre 10 a 15 minutos ou até que o recheio esteja dourado e o queijo derretido. Sirva quentes ou frias.

Bom Apetite

sábado, 4 de outubro de 2014

Frango Lo Mein (捞面)

Lo mein alem de ser um prato, também é uma técnica chinesa de preparar massas de farinha de trigo, basicamente trata-se de saltear massas em uma work juntamente com legumes e algumas porções de carne ou marisco, geralmente utiliza-se mais o frango, porco ou camarão. As massas finas tipo espagueti ou linguine, são as mais indicadas para preparar este prato chinês, que como muitos outros pratos chineses adota a técnica ao nome do prato. Claro que para preparar este prato é fundamental utilizar uma work, Sabe o que é? , já ouviu falar?, penso que sim pois nunca sé falou tanto em panela work como agora, apesar de noz os portugueses já a muito que utilizamos algo parecido, o alguidar  ou caldeira de fazer os rojões que geralmente era em cobre.
Voltando a wok, uma espécie de frigideira redonda, um pouco diferente das tradicionais, a work tem as laterais mais altas e arredondadas, fazendo com que o fundo seja proporcionalmente menor do que o das frigideiras tradicionais. Isso faz da work um excelente utensílio na cozinha para cozinhar uma grande quantidade de alimento de uma vez e, por ser circular e aberta, permite que o líquido evapore rápido. Isso é essencial para muitas receitas como os pratos chineses, tailandeses, etc.



Ingredientes
2 peitos de frango cortado em tiras
250 gramas de linguine
150 gramas de cogumelos laminados
40 gramas de pimentão vermelho picado
120 gramas de couve lombarda cortada em tirinhas

4 colheres (das de sopa) de molho de soja
5 colheres (das de sopa) de oleo de amendoim
1 colher (das de chá) de farinha maizena
Piri-piri ou tabasco
Sal
Preparação
Num tacho grande com água a ferver e temperada de sal, coza a massa entre 4 a 6 minutos (deve ficar um pouco dura), escorra e lave em água fria e reserve. Na work aqueça 3 colheres do óleo de amendoim e frite o peito de frango até ficar bem passado, junte os cogumelos e a couve, deixe cozer uns 5 minutos mexendo sempre e apague o lume. Dissolva a maisena no molho de soja, tempere de piri-piri ou tabasco a gosto e verta por cima do frango, vai ao lume brando 1 minuto ou 2 até ficar um poço espesso, retire o preparado para um outro recipiente, reserve. Volte a por a work ao lume médio, ponha ½ colher de óleo de amendoim e saltei uma dose linguine, junte um pouco do preparado de frango, mexa bem, verta para um prato e sirva de imediato. Repita esta operação até acabar os ingredientes, normalmente da para 4 pratos.





Bom Apetite

sábado, 20 de setembro de 2014

Jamoncitos de Pavo

Há dias assim em que sé fazem coisas simples e o resultado é sempre bom. Um dia com pouca imaginação, a não ser pelo titulo “Jamoncitos de Pavo”, pensei em Português, um pouco difícil, pois estas cochas de peru (pavo) são tiradas das assas, ou seja, aquela cocha que esta agarrada a asa. Assim teríamos um titulo tipo “Cochas de assas de peru”, jamoncitos (presuntinhos) é como carinhosamente denomina-se alguns pratos por aqui quando feitos com cochas de frango ou peru, pelo seu aspecto e uma ilusão aos presuntos (Jamón).


Ingredientes
6 cochas de peru (tirada das asas)
800 gramas de batatas pequenas
6 dentes de alhos
1 copo de vinho branco
1 colher (das de sopa) de colorau
Azeite quanto baste
Pimenta a gosto
Sal grosso


Preparação
Limpe bem as cochas e tempere de sal e pimenta a gosto, coloque em um tabuleiro de ir ao forno com um fio de azeite por cima. Vai ao forno a 200º durante uns 20 minutos, virando-os ao meio do tempo. Entretanto numa pela antiaderente com um pouco de azeite com os alhos laminados e quando começar a ficar dourados acrescente as batatas já lavadas e sem a pele, acrescente o colorau e tempere de sal, mexa e introduza o vinho e deixe cozer até reduzir. Passados os 20 minutos de as cochas estarem no forno, retire e incorpora as batatas e volta ao forno mais uns 30 minutos. Sirva com arroz basmati ou arroz selvagem.


Bom Apetite

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Perna de Cabrito no forno "reedição"

Hoje voz trago uma reedição de uma receita que esta ligado a costumes e tradições em Portugal, sobretudo na Páscoa, marcando o fim do longo período de jejuns e abstinências da Quaresma, não é de surpreender que tantos dos costumes tradicionais desta época se prendam com o comer e o beber. Na festa Pascal, em Portugal, temos um grande receituário de pitéus e este é apenas um deles, a perna de cabrito assada no forno. O cabrito sendo de boa qualidade deve ter a carne bem vermelha e gordura muito fina e branca, já diz o ditado dos mais velhos que o cabrito nunca deve ser cozinhado no mesmo dia que se mata, porque dará origem a carne ficar muito dura. Assim como extrair-se uma glândula a que os mais velhos chamam de bedum, fica junto ao osso, um pouco abaixo de meio da perna, faz-se uma incisão com uma faca e retira-se o bedum com os dedos, essa glândula dá um mau sabor a carne. Nisto de coisas dos mais velhos eu cofio plenamente, querendo nesse sitio pode-se por um ramo de cheiros.

Ingredientes
2 pernas de cabrito
4 fatias de bacon ligeiramente grossas
3 cebolas medias
6 dentes de alho
2 colher (das de sopa) de pimentão doce

2 colher (das de sopa) de azeite
1 colher (das de chá) de pimenta branca
1 colher (das de café) de pimenta negra
2 copos de vinho branco
1 ramo de salsa
3 folhas de louro
Batatas quanto baste
Sal grosso quanto baste
1 chávena (das de café expresso) azeite

1 ramo de tomilho



Preparação
Esmague, num almofariz, os alhos e misture com o azeite, o sal, o pimentão e as pimentas até fazer uma papa. Com esta papa esfregue toda a perna de cabrito, que pode estar inteira ou com uns cortes mantendo o aspecto inteiro.
Coloque a perna barrada numa travessa refretaria e por cima disponha a cebola cortada em meias luas grosseiramente, a salsa e o louro. Tape com película aderente e guarde no frigorífico até ao dia seguinte. Uma hora antes de assar rega se com o vinho branco misturado com um pouco de água, põe-se o pingue sobre a carne e as tiras de bacon, leva-se ao forno a 200º a assar com todos os temperos + ou – 2 horas. Entretanto descasque e corte as batatas em gomos e tempere-as com sal e tomilho, numa sertã com azeite refogue as um pouco, feito isso coloque-as à volta da perna e leve ao forno mais 30 minutos para tomarem gosto e acabar de assar. Sirva com arroz branco e enfeite com rodelas de laranja.


Bom Apetite

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Frango no forno à Teriyaki



 Basicamente esta receita enfoca mais o molho Teriyaki que o frango. Teriyaki que na verdade é mais uma técnica do que um molho, ou seja teriyaki é uma maneira de preparar os alimentos com um molho próprio, sendo esse molho um dos mais utilizados na culinária japonesa, que é preparado com a mistura de quatro ingredientes básicos: mirin (vinho doce de arroz), açúcar amarelo, sake e molho de soja. O teriyaki (alem do molho com o mesmo nome) na cozinha japonesa, consiste em que os alimentos são assados ​​(assado ou grelhado) em uma marinada de um molho doce . Traduzindo a palavra Teriyaki, na qual é derivado da palavra "teri"  a que se refere ao brilho que dá o molho, e "yaki" a que refere-se ao método de cozimento, ou seja mergulhar no molho ou pincela-lo com o molho várias vezes o alimento até estar feito.Literalmente significa glaserar, isto é, quando cobrimos qualquer alimento com uma capa que lhe da um certo dourado e impregnar a sua superfície com um sabor específico na grelha ou no forno. Já o molho na qual tem o mesmo nome da técnica é adequado para qualquer tipo de carne, principalmente frango ou peixes gordos. 
Claro que hoje em dia em boas superfícies comerciais já podemos encontrar (assim como os ingredientes para prepará-lo) este molho preparado, sendo que o molho teriyaki preparado em casa fica muito mais intenso e saboroso que os que compramos em qualquer loja. Um molho perfeito tanto para qualquer tipo de carne, peixes ou até legumes e macarrão feitos na wok.

 Ingredientes para o molho Teriyaki

150 ml.de molho de soja
150 ml. de Mirin
50 ml. de Sake
50 gramas de açúcar amarelo




Preparação
Misture todos os ingredientes em uma panela e coloque em fogo médio alto, mexa sem parar até que o açúcar sé dissolver, deixe ferver em fogo médio baixo por mais 15 minutos ou até ficar reduzido a um terço e com um aspecto brilhante. Retire do fogo e deixe esfriar completamente (aconselho a preparar o molho de véspera), uma vez frio, use molho Teriyaki em qualquer receita de carne ou peixe, grelhado ou assado.



Ingredientes para o frango
1 preparado de molho teriyaki
1 bom frango do campo (entre 1.2 a 1.3 kg)
1 dente de alho
1 colher (das de chá) de sumo de lima
Sal grosso quanto baste


Preparação
Abra o frango ao meio (como para churrasco),dentro do próprio tabuleiro que vai ao forno tempere com o alho bem picado, sumo da lima e sal a gosto, verta o molho teriyaki e deixe marinar por uma hora. Leve assar em forno pré- aquecido 180º durante aproximadamente 1 hora (poderá variar de forno para forno) ou até ficar assado. Durante o tempo de assar pincele o frango varias vezes com o próprio molho e vá virando o frango para dourar por igual. Estando assado retire do forno e parta-o e pedaços e sirva com arroz basmati ou simplesmente com batas fritas e salada.


Bom Apetite

sábado, 6 de setembro de 2014

Bacalhau com crosta de broa e esmagada de lombarda

Não é a toa que o bacalhau é o peixe mais famoso do mundo, com uma família que ronda as 200 espécies e quase todas vivem em águas frias e salgadas do hemisfério norte. Apelidado pelos os portugueses de fiel amigo é um ingrediente tradicional na gastronomia portuguesa, seja na comida ou nos eventos com ele relacionados. Não há nada melhor que começar uma bela refeição em família e nisso o “fiel amigo” nunca noz deixa ficar mal, pois sua versatilidade e enorme como o caso deste bacalhau com broa. Um prato com tradição na qual junto com a broa, seja ela de milho ou centeio, é que a broa é ótima para acompanhar uma variedade de pratos, como este que voz trago para hoje.

Ingredientes; bacalhau
4 postas de bacalhau salgado e demolhado (lombo ou posta alta)

300 gramas de broa de milho
2 dentes de alho
1 cebola
1 colher (das de sopa) de vinagre
2 colheres (das de sopa) de mostarda
Azeite quanto baste

Preparação
Triture a broa de milho juntamente com os alhos, envolva com 0.5dl de azeite e junte o vinagre. Mexa bem e reserve. Num tabuleiro de ir ao forno com o fundo forrado com a cebola em rodelas, sobreponha as postas de bacalhau com a pele para cima e barre-as com a mostarda. Cubra com o preparado de broa e leve ao forno a 190º, de 15 a 20 minutos.

Ingredientes; esmagada de couves

500 gramas de batatas com a pele e lavadas
600 gramas de couve lombarda
1 cebola pequena
4 dentes de alhos
Azeite quanto baste
Sal quanto baste

Azeitonas pretas quanto baste
Pimenta a gosto

Preparação
Coza as batatas com a pele num tacho bem grande com bastante água. Lave as folhas de couves e rasgue-as com a mão retirando os talos mais grossos. Quando a água das batatas ferver, tempere com sal e introduza a couve e deixe cozer destapado durante uns 30 minutos. Escorra a água reservando um pouco e separe as batatas das couves. Depois das batatas frias retire-lhe as peles rejeitado-a e esmague ligeiramente as batatas. Leve ao lume um pouco de azeite com os 4 alhos esmagados e a cebola picada, deixe estrugir e junte as couves e as batatas esmagadas, misture bem e adicione um pouco do caldo reservado e deixe cozer uns 5 minutos. Borrife com vinagre e tempere com pimenta a gosto e enfeite com as azeitonas. Sirva acompanhado com o bacalhau.

Bom Apetite

sábado, 23 de agosto de 2014

Natas do céu "reedição"

Bem este e mais um dia de verão em Andorra (Chuva, frio e vento, sol só de vez em quando) e tem que ser bem aproveitados. Assim como o dia esta meio amargo resolvi adoça-lo com uma das sobremesas mais clássicas de Portugal, sobretudo da região de Aveiro, possivelmente uma herança dos doces conventuais, como quase todos os doces portugueses.
 As “Natas do Céu” um doce que sé vê muito na maior parte dos restaurantes da zona. Com um paladar inconfundível e uma doçura espetacular esta maravilha de doce até por acaso não é muito complicada de fazer, com uma variante enorme de receitas (com folhas de gelatinas, leite condensado, sem natas, etc.) eu prefiro a mais simples de todas, sem modificações. Afinal um doce é um doce e tem que sé saborear na sua plenitude.


Ingredientes
400 ml de natas frescas
8 colheres de açúcar
8 ovos
10 colheres ( das de sopa ) de açúcar bem cheias
10 colheres ( das de sopa ) de água
bolachas Maria torrada quanto baste


Preparação
Comece por preparar um doce de ovos, separe as 8 gemas dos ovos, reserve. Leve as 10 colheres de açúcar bem cheias e as 10 colheres de água num tacho em lume o lume baixo e mexendo sempre até virar ponto perola, retira-se imediatamente do lume e mexendo sempre para não ganhar grumos adiciona-se as gemas passadas por uma peneira, deixa-se arrefecer. De seguida batem-se as 10 claras em castelo, a parte batem-se as natas até ficarem duras, junta-se as outras 8 colheres de açúcar e mistura-se muito lentamente com as claras até obter uma mistura homogênea. Em taças pequenas ponha uma camada de (desta o-petei por por as bolachas trituradas só por baixo)  bolachas trituradas, outra da mistura, outra de bolachas outra de mistura e por cima o doce de ovos já arrefecido. Querendo pode adicionar umas raspas de nozes ou amêndoas por cima.


Bom Apetite

sábado, 16 de agosto de 2014

Restaurante Novo Ambiente "Alírio das Caldeiradas"

  • Esta publicação não serve de uma referencia gastronômica, simplesmente fui ai comi e gostei. De vez em quando gosto de ir por ai com a família a comer fora de casa, portanto esta é a minha opinião.





A praia da Vagueira pertencente a freguesia de Gafanha da Boa Hora, concelho de Vagos, distrito de Aveiro. e tido como uma das praias com uma opção fantástica para ir a banhos, mostra-nos também o mais tradicional da arte xávega ( artes da pesca costeira com barcos movidos a ramos) e com um extenso areal protegido por zonas rochosas que impedem o deslizamento de areias. Com uma vegetação e paisagem de dunas e pequenas casas de pescadores ai trabalham no dia a dia na faina do mar



Aqui na Praia da Vagueira com uma vasta opção de gastronomia, vamos encontrar um restaurante que já faz 27 anos de historia juntamente com a historia da região. Sim foi nos anos 80 que o Sr. Alírio habituando as ondas do mar na pesca marítima resolve estabelecer-se na praia da Vagueira onde abriu um Restaurante no principio conhecido apenas como "Alírio das caldeiradas" e ainda bem que o fez pois a longo destes anos tem contribuído para felicidade de alguns comensais que por ali passam. O espaço já sofreu varias modificações, mas sempre com bom gosto e simplicidade e com uma cozinha estilo caseira onde sé confecciona vários pratos tanto de peixe, mariscos ou carnes, na qual é de chupar os dedos e isso sem falar das sobremesas. Na próxima visita a Praia da Vagueira quer faça sol ou chuva não deixe de passar no restaurante Novo Ambiente "Alírio das Caldeiradas" e desfrutar dos pitéus que por ali sé preparam.





Bom Apetite

sábado, 9 de agosto de 2014

Punheta de Bacalhau à moda da Gafanha

No verão predomina as saladas e aqui esta uma salada de bacalhau com um nome um pouco maroto “Punheta de bacalhau”. Deixe de pensar no campo sexual, a semelhança esta no facto de as lascas de bacalhau salgado serem trabalhadas com a mão em água a correr, sendo espremido até que a maioria do sal desapareça, com a atenção de que deve ficar num ponto em que o bacalhau, sem ter perdido totalmente o sal, possa ser consumido. Atualmente servido em muitos restaurantes com um nome mais discreto, “Carpaccio de Bacalhau” uma copia barata da nossa “Punheta”, um termo puramente português do vocabulário culinário.
Em tempos mais remotos este petisco era muito servido nas tascas, ou nas antigas mercearias, como merenda dos fins de tarde para acompanhar um bom vinho. Tendo como origem possivelmente na época medieval, como os viajantes não tinham à disposição muitos recursos para se alimentarem, além de peixe seco e um ou outro ingrediente esporádico, na qual faziam a combinação do bacalhau desfiado com azeite, cebola, alho, azeitonas, broa migada, tomate, na qual aromatizavam com pimenta do Reino, entre outros. Considerada como uma refeição sem mérito, vulgar, comida de pobres.
Em muitas regiões de Portugal este petisco e feito com bacalhau salgado seco na qual debaixo da água fria sempre a correr e desfiado ate ficar no ponto de sal, depois de bem espremido para retirar o excesso de água vai a uma travessa para juntar-lhe os restantes ingredientes. Já em terras das Gafanhas era preparado com um bacalhau corrente (ideal para pratos em que se tem que desfazer o bacalhau) salgado, na qual era grelhado nas brasas e depois desfiado em água fria a correr, depois de bem escorrido adicionava-se cebolas as rodelas e azeitona, temperava-se com azeite, pimenta e salsa picada e juntava-lhe umas batatas miúdas cozidas com a pele em bastante sal. Aqui esta um bom repasto na qual era levado para as jornaleiras (mulheres que trabalhavam no campo a troco de uma paga) na hora da merenda.


Ingredientes
1 bacalhau corrente (entre 500 gramas a 1 quilo), neste caso usei um rabo de bacalhau graúdo muito usado também para estes afins.
1 cebola grande
1 quilo de batatas pequenas
1 pezinho de salsa
2 ovos cozidos
Azeite quanto baste
Azeitonas quanto bastem
Sal grosso marinho quanto baste

Pimenta a gosto

Preparação
Sendo um prato que sé serve frio, tipo salada, comece por cozer as batatas (depois de bem lavadas) com a pele em bastante sal grosso, depois de cozidas escorra da água e deixe arrefecer dentro do próprio tacho aonde as cozeu. Grelhe o bacalhau e coloque debaixo de água fria na qual sé vai desfiando, findo esse processo escorra bem a água e transfira para uma travessa funda, adiciona-lhe a cebola as rodelas e as azeitonas, regue com bastante azeite e tempere de pimenta a gosto, junta-lhe as batatas e misture dando uma ou duas volta, salpique com salas e enfeite com os ovos cozidos.


 Bom apetite

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Melão com chouriço crocante

Chegou o Verão e com ele a abundância do melão, nos dias quentes e radiosos de verão apetecem frutos deliciosamente refrescantes. O melão fruto por excelência desta época e dos mais frescos e ligeiros ganhando lugar de privilegio as mesa dos portugueses, transformado em sumos, batidos, sopas, gelados ou em saladas e cocktails. Alem do seu cativante sabor, o melão devido as suas propriedades e benéfico para a saúde com as suas vitaminas e minerais. Fruto ideal para diabéticos e hipertensos, recomendado para casos de gota, reumatismo, colite, artrite, sendo um bom aliado para as dietas de perda de peso, pois ajuda a desinchar o corpo, a manter um ventre liso e por ter poucas calorias ( 27 em cada 100 gramas), não engorda e até ajuda a perder peso.

Alem de tudo e um fruto muito saboroso e pode ser consumido a qualquer hora do dia, ao pequeno-almoço ou lanche, como entrada ou sobremesa, podendo acrescentar em saladas ou fazer compotas, sumos, etc. Tenha sempre atenção na hora de escolher um melão e opte sempre pelo mais pesado, assim como a sua casca que deve ser firme e sem rachas ou partes moles, que ceda nas extremidades, pois e um sinal que esta maduro. Conservar sempre em lugar fresco e arejado, não deve ser conservado no frigorífico, pois isso pode alterar o seu sabor, exceção se estiver muito maduro ou aberto, tendo o cuidado de sempre cobri-lo com película aderente.


Ingredientes
1 melão
1 chouriço de carne
Agriões quanto baste
6 colheres (das de sopa) de azeite
2 colheres (das de sopa) de vinagre balsâmico
1 colher (das de chá) de mel
1 raminho de coentros frescos picados
1 malagueta vermelha (opção)
Sal e pimenta a gosto

Preparação
Corte o melão em fatias grossas e retire a casca e as sementes, reserve. Pique o chouriço muito finamente e numa frigideira antiaderente frite os trocitos de chouriço até ficarem crocantes, escorra bem da gordura e reserve. Arranje os agriões e disponha numa travessa ou em pratos individuais, coloque por cima as fatias de melão e polvilhe com o chouriço crocante e coentros picados, adicione a malagueta (no caso de querer picante) bem picadinha. Regue com um vinagrete feito com os restantes ingredientes (numa tigela misture o mel com o vinagre, sal e pimenta a gosto, juntando o azeite em fio e mexendo sempre) e sirva de entrada ou 1º prato.

Bom apetite

sábado, 26 de julho de 2014

Crie o seu Gin Tônico

Já vem sendo habito começar as publicações das receitas com uma bebida, desta vez trago a receita do "Gin Tónico". Independente do gin ou da água tônica que usarem (deixando isso ao vosso critério), uma coisa é certa que beber simplesmente um Gin tônico (água tônica, limão e gin) já não é como era, essa mistura que sé tornou famoso quase em todo mundo têm se multiplicado no mercado para agradar a um consumidor cada vez mais requintado em sabores e misturas. Mas, apesar dessas experiências novas a história do gin remonta há muito tempo.

Tudo começou na índia no período colonial do império britânico, com as tropas britânicas sofrendo de malaria e necessitando tomar fortes doses de quimina e para dissimular o seu sabor amargo resolveu adicionar genebra. O gelo e o limão veio mais tarde, talvez para ajudar a refrescar e combater o calor. Quem diria que esta bebida hoje em dia consumida em bares, pubs e discotecas, tem uma história marcada por malária, a necessidade de encontrar uma cura e um mau gosto de quinino. Os ingleses levaram a fórmula para as fábricas de refrigerantes na Inglaterra, que foi patenteada no ano de 1858. No início ela foi somente utilizada como medicamento no combate à malária devido a forte presença de quinina. Sendo que a água tônica atualmente industrializada e distribuída no mercado não possui propriedades medicamentosas sendo apenas um refrigerante de gosto amargo. Possui quantidades mínimas de quinina, cerca de 5 miligramas por litro (mg/l), enquanto para o tratamento da doença é necessário em torno de 1,5 g ao dia. Hoje em dia muito usada como uma bebida de mistura para coquetéis, especialmente os que são feitos com gim (gin tônico). Com adição de limão ou lima é conhecida como bitter lemon, (limão amargo) ou bitter lime.

Já o Gin, (genebra em português) um destilado de grãos, hidratado a 60 ° e redes-tilado na presença de zimbro ou bagas de zimbro, nasceu na Holanda no ano de 1600,  quando o professor Franciscus de La Boe Sylvius na Universidade de leyden, ao pesquisar soluções para varias doenças (incluindo os rins). Feita a base de bagas cevada, centeio, milho e zimbro, a que ele chamou genièvre (zimbro em francês). Logo tornou-se muito popular e começou a ser comercializada e os holandeses batizaram de "Genever".

Com a Guerra dos Países Baixos mudo-se o curso da história desta bebida, uma vez que o exército Inglês na Holanda no regresso levaram com eles para casa o habito de beber e a receita na qual passaram chamar-lhe “Gin”. Assim, inicialmente Genever e Gin eram a mesma bebida. Com o passar do tempo devido ao alto custo de algumas de suas matérias-primas, assim como os altos impostos para eles, forçou os produtores britânicos a mudar sua fórmula. Utilizando um álcool forte é posteriormente reduzido é aromatizado com ervas,(como o holandês) com a diferença de ser novamente destilado, nascendo a designação de seco “Dry”.



Desde muito novo que o Gin Tônico foi a minha bebida preferida, quem me conhece sabe que na minha juventude era me ver nos pubs com um copo de gin tônico na mão, assim foi crescendo essa paixão até os dias de hoje. Apesar das varias receitas de hoje em dia (com pepino, com malagueta, com chás, etc) sou fiel ao clássico, devendo reconhecer que tenho que tirar o chapéu a alguns gins tônicos da nova geração, principalmente com chás. A única coisa que mudou nos meus hábitos foi a escolha do Gin, sempre de boa qualidade. Aqui deixo umas receitas bem simples de fazer. Claro que num bar e feito por um profissional (utilizado os acessórios certos) a coisa é outra, a única regra de ouro é que refresque os copos com gelo antes de os utilizar. (coloque gelo dentro do copo uns segundos, retirando ates de preparar o gin tônico)

Gim Tônico Clássico

Ingredientes
5 cl de gin
Rodelas ou tiras de casca de Limão ou lima


20 cl de água tônica
Gelo quanto baste

Preparação
Num copo de balão com pé alto esprema um pouco a casca do limão para dentro e deixe ai a casca com o gin cerca de 1 minuto para aromatizar, passado 1 minuto acrescente o gelo (picado grosso) até a borda do copo e acrescente suavemente a água tônica bem fria.

Gin Tônico Tea Tonic com chá

Ingredientes
5 cl de gin
1 saqueta de chá de sua preferência (algumas marcas de gins tem chás criado

propositadamente para esse efeito, enfatizando vários aromas)
20 cl de água tônica
Gelo quanto baste

Preparação
O certo será usar chás já criado pra esse efeito, mas não tendo use um de sua preferência ou vá testando novas misturas. Num copo balão de pé alto coloque o gin e a saqueta de chá, deixe cerca de um minuto para aromatizar o gin. Retire a saqueta de chá e acrescente gelo picado grosso ate a borda do copo, sirva com 20 cl de água tônica bem fria.

Gin tônico picante

Ingredientes
1 malagueta comprida (Chile)


1 pezinho de Romero
5 cl de gin
20 cl de água tônica
Gelo quanto baste

Preparação
No copo deixe a malagueta com o Romero 1 minuto ( sé quiser da so um pequeno aroma a picante retire a malagueta e o Romero, sé o quiser bem forte deixe estar enquanto o deguste). Acrescente o gelo ate a borda do copo e acabe com a água tônica bem fria.

Como pode ver, pode haver uma variedade enorme de maneiras de preparar um gin tônico, basta seguir estas regras básicas bem fáceis e usar um pouco da imaginação. Agora que tal ir para o bar e criar o seu gin tônico.
















Bom Apetite