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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Restaurant El Solá

Esta publicação não serve de uma referencia gastronômica, simplesmente fui ai comi e gostei. De vez em quando gosto de ir por ai com a família a comer fora de casa, portanto esta é a minha opinião.



Comer fora de casa hoje em dia esta a tornar-se um habito para muitas pessoas, na maioria por questões de trabalho e pode-se dizer que 70% de algumas pessoas fazem refeições fora de casa. Dada a variedade de oferta de menus em muitos restaurantes podemos escolher uma refeição equilibrada e saudável, mas a que saber escolher e combinar os pratos.





Desta vez voltei a Canillo para um jantar
num dos restaurantes mais emblemáticos 
da zona pela sua boa relação preço/qualidade,
situado bem no centro de Canillo, 
junto ao Palau de gel (palácio de gelo)
 o restaurante El Solá que esta unido 
ao Aparte-hotel Llempo. Com uma esplanada
 superior na parte de cima e uma 
vista esplêndida sobre parte da cidade.


Aqui encontramos uma cozinha de raízes portuguesas com influência espanhola e um toque da francesa, na qual o seu empenho e que o cliente saia daqui satisfeito com a refeição, pratos bem elaborados e simples, nada de grandes decorações, com boa qualidade e quantidade, 
enfim a atenção esta toda virada para que saias dai o mais satisfeito possível. 

Por ser um dia a noite (sexta-feira) encontramos a sala totalmente cheia, na qual  houve um ligeiro atraso no serviço, mas logo recompensado com umas entradas que logo começou a deixar-nos a gosto.

























Com uma carta de vinhos modesta, mas de boa qualidade começamos com vinho branco verde de Monção (Portugal)para degustar as entradas, seguindo de um tinto (Espanha)com paladar a frutos silvestres e baunilha com um elegante toque de cacao/chocolate na boca, um vinho guloso para uma boa refeição.













Entre uma grande variedade de grelhados na brasa (carne ou Peixe) optamos por uma espetada de frango, um bacalhau tipo a lagareiro, lombo de vaca (solomillo) e costeleta de boi (chuleton), na qual deixou-nos sem apetite para a sobremesa, que se tratava de uma riquíssima tarte de morangos. 
Satisfação total na qual só mesmo no final um bom cafezinho português e como uma imagem vale por mil palavras aqui deixo mais algumas.

Bom apetite





















domingo, 16 de fevereiro de 2014

Molho à bolonhesa com rigatoni



Porque hoje é domingo e como um  bom brasileiro é dia de macarronada, sendo assim aproveito para falar um pouco do molho à bolonhesa, um clássico da cozinha Italiana o molho à bolonhesa ou bolognese, como também é conhecido. Muito usado para massas (especialmente nos tagliatelle ou spaghetti ) e na polenta típica italiana. Quando acompanha um prato o nome de "à Bolognese" (bolonhesa) aparece para dar determinação ao prato. Este molho muito provavelmente originário de regiões perto de Bolonha, ai conhecido com o nome de ragu, uma deformação do (ragout) francês. Sabe-se que em 1982, a Academia Italiana de Cozinha da Bolonha através de um despacho da Câmera do Comercio da Agricultura e Industria Italiana, declara o molho bolonhês (ragù bolognese) parte do artesanato da Bolonha, tornando um prato típico e oficial a fim de garantir a continuidade e o respeito pela tradição da culinária bolonhesa na Itália e no mundo. O povo de Bolonha tradicionalmente utiliza este molho para incrementar outras receitas como os famosos tagliatelles fresco (tagliatelle alla bolognese) assim como para a polenta ou o nhoque. Também servido com rigatoni ou usado como recheio de lasanha ou canelone, mas com menos tradição. Fora da Itália é muito conhecido em restaurantes italianos, os espaguete à bolonhesa (Spaghetti alla Bolognese ), que se tornou um dos mais populares pratos italianos.Como principais ingredientes temos a carne picada de vaca ou porco, cenoura, aipo, salsa, cebola e tomate maduro. Sendo que, ao passar dos anos as receitas vão ganhando outros ingredientes como pimentão, alho, vinho tinto ou branco, ervas e varias especiarias, tudo para incrementar o seu sabor na qual vai ao encontro do paladar das receitas espalhadas pelo mundo.

Ingredientes
400 gramas de carne picada ( de vaca ou porco ou misturado )
100 gramas de tomate maduro sem pele triturado ( ou em lata )

100 gramas de massa de tomate
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 pé de salsa picada
1 folha de louro
1 colher (das de café)de colorau
½ copo de vinho branco
Sal
Azeite
tabasco

Preparação
Numa sertã ponha uma pouco de azeite com a cebola, o alho, a salsa com a folha do louro sem o pezinho, refogar e acrescente os tomates triturados e o colorau, levante fervura e acrescente o vinho branco, deixe ferver até evaporar o alcoo e adicione a carne picada, deixe cozer mexendo sempre, acrescente a massa de tomate e tempere com sal e tabasco agosto levante fervura e apague o lume, abafe com o texto uns 5 minutos para apurar. Pode servir com qualquer tipo de massa sendo as mais famosas os tagliatlles ou spaghetti ou então com regatoni (macarrão riscado) como foi o meu caso.
Ponha bastante água a ferver temperada de sal e coza 350 gramas de rigatonis à lá dente (entre 10 a 12 minutos ), escorra e sirva com o molho bolonhês por cima salpicado com parmesão ralado.

Bom Apetite

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Cachitos

Ontem foi dia de jantar fora, (mais um restaurante que brevemente publicarei) e sabe como é, boa comida, boa farra e hoje não apetece fazer nada. Então veio-me a cabeça de quando era mais novo e andava a noite toda com a malta e acabávamos sempre numa padaria da Barra a comer cachitos.
Quem não conhece os famosos cachitos de muitas padarias lusas venezuelanas espalhadas por todo Portugal, um cachito com suco de laranja é um pequeno almoço perfeito para começar o dia. Assim tínhamos esses pãezinhos quentes e recheados à nossa disposição todos os dias. Mas fora de Portugal não sé encontra tais iguarias na padaria local. Pensando na-aqueles portugueses que estão fora e sentem saudades de um cachito, resolvi publicar uma receita de cachitos a que muitos portugueses apaixonou, alem de ser fácil é rápido de fazer. Nas receitas que tenho aqui, tidas como autenticas de Venezuela, usa-se presunto e bacon, os portugueses simplificaram as coisas usando fiambre e bacon.

Ingredientes
500 gramas de farinha de trigo
½ colher (das de chá) de sal
50 gramas de açúcar
25 gramas de fermento padeiro fresco
50 gramas de manteiga
1 colher (das de chá) de queijo cheddar ralado
1 ovo
250 gramas de fiambre cortado em tiras
150 gramas de bacon cortado em tiras
1 colher (das de sopa) de manteiga

Preparação
Numa tigela comece por misturar o fiambre e o bacon com a colher de manteiga, reserve. Numa mesa ou na pedra da banca da cozinha, ponha a farinha em uma coroa e no centro adicione o açúcar, o sal, o fermento e a manteiga, misture tudo com as mãos e misture lentamente água morna aos poucos, siga misturando e amassando e acrescente o queijo. Siga amassando durante 10 minutos ou até obter uma massa lisa e elástica. Deixe descansar coberta com um pano limpo e úmido durante uns 30 minutos.
Uma vez passado os 30 minutos, amasse novamente e corte em pedaços de cerca de 50 gramas cada, com um rolo esticar  a massa e cortar em triângulos mais o menos iguais, reserve em uma superfície enfarinhada.
Quando todos os triângulos estiverem feitos comece a rechear do lado grande, feche o recheio e cobrir bem as pontas para dentro, role com a ponta restante do triângulo rolando bem. Dê forma crescente e coloque em um tabuleiro untado. Leve ao forno Preaquecido 250ºC até atingirem o dobro de tamanho, pintá-los com o ovo batido e deixe no forno até dourar.


Bom Apetite

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Hambúrguer à Zezão

Hoje é o dia dos namorados e dando uma volta pela net, vi que as sugestões para este dia são muitas, principalmente nos blogs de culinária. Fiquem descansado que não vou publicar mais uma receita especial para este dia, mas sim dizer que o importante não e a receita em si, mas sim a maneira de a fazer, seja uma receita ou um presente tem que ser feito ou dado com amor, carinho e paixão, isto sim é um grande presente. nem que seja um simples hambúrguer que muitas vezes é um verdadeiro capricho. 
E as vezes temos que noz dar a esse capricho, comer uma boa hamburguesa, só que em vez de ir comer fora de casa prefiro fazer eu mesmo que alem de ser feito com amor e carinho, e mais barato e a qualidade e outra. Já aqui falei da origem do hambúrguer, na qual fiz uma receita alemã. Hoje a receita e bem mais simples, bem deixamos de conversa e vamos ao pecado, na hora de a comer ou quem sabe mais tarde com paixão.




Ingredientes, para 4 hamburguesas
400 gramas de carne de boi picada de 1ª qualidade
1 cebola media bem picada
1 ramo de salsa bem picadinha
1/2 colher (das de café) de noz moscada
Sal ao paladar e pimenta a gosto

Preparação
Num recipiente misture bem a carne com a cebola, a salsa e a noz moscada,  tempere de sal e pimenta (moída na hora)a gosto e deixe repousar no frigorifico pelo menos uns 15 minutos.
Com as mãos molhadas em água fria divida a carne em 4 partes igual (doze aconselhada), fazer bolas redondas e achata-las entre 1.5 a 2 cm tentando fazer um molde redondo com um buraco ao meio tipo um donuts. Levar ao frigorifico por mais uns 15 minutos para ficar bem frias.












Elaboração e montagem
Tenha a mão alface tracejada, cebola e queijo cheddar.
 4 pães para hambúrguer (não podendo fazer opte por comprar os de uma padaria, são sempre melhores que os de pacote)
Aqueça uma chapa de grelhar ou uma frigideira propiá para hambúrguer com um pouco de manteiga e grelhe os hamburguês a gosto disponha em cima da parte de baixo do pão, em cima ponha o queijo, alface, tomate a cebola as rodelas bem finas, acrescente ketchup ou maionese se o desejar. Acompanhe com umas boas batatas fritas caseiras.


Bom apetite

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Arroz de Pato com laranja


¡Como eu adoro arroz!
Já aqui falei muito desse cereal, mas penso nunca e mal falar mais um pouco. Arroz (em árabe أرز , Ar- Ruzz ) é a semente da planta Oryza sativa. Considerado um alimento básico em muitas culturas culinárias (especialmente asiáticos ), bem como em lugares da América latina.
Atualmente o arroz é o segundo cereal mais produzido no mundo, depois do milho, podemos dizer que é o arroz o mais importante grão na alimentação humana e contribui de forma muito eficaz para a ingestão calórica da dieta humana de forma atual, sendo uma fonte de um quinto da calorias consumidas no mundo. Desde 2008, tem havido um racionamento em alguns países devido ao alto custo de arroz. Sua origem é controversa entre os pesquisadores, pois uns dizem ser originário da Ásia ou China, outros da Índia. Hoje em dia muito usado em todo o mundo, na qual sem o arroz não podia existir certos pratos característicos, tipo Paella, Arroz de marisco, etc. Assim temos também o arroz de pato um prato típico da gastronomia do norte de Portugal, mais propriamente do coração do Minho, a cidade de Braga com uma gastronomia muito riquíssima, mas na qual o arroz de pato não fica atrás. Assim hoje vamos fazer um arroz de pato, mas incrementar com o sabor das laranjas fazendo lembrar-noz o célebre pato com laranja da gastronomia francesa.

Ingredientes
1 pato
1 chouriço de carne (vermelho)
350 gramas de arroz agulha
3 laranjas
2 cebolas
1 cenoura
2 folhas de louro
1 ramo de salsa
1 malagueta
4 dentes de alho
1 colher (das de chá) de açafrão
Azeite quanto baste
Sal quanto baste
Pimenta a gosto

Preparação
Depois de limpo coza o pato em uma panela de pressão cerca de 35 minutos, em água temperada de sal, pimenta com a laranja e a cebola inteira, a malagueta e o ramo de salsa atado ao louro. A parte refogue a outra cebola e os alhos picados num pouco de azeite, junta-lhe a cenoura e o chouriço ambos as rodelas. Adicione o açafrão e regue com 8dl do caldo de cozer o pato, deixe cozer por 10 minutos. Junte o arroz retifique os temperos e deixe cozinhar em lume brando por mais 10 minutos com o tacho tapado. Entretanto escolha a carne do pato rejeitando a pele e os ossos. Desfie a carne e junte com o arroz, inclua um pouco de salsa picada e disponha numa travessa e leve ao forno uns 10 minutos. Retire do forno e enfeite com rodelas de laranja a volta, sirva de imediato.


Bom apetite

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Pudim de Frutos secos

Nem sempre as coisas correm bem na cozinha, mas mesmo assim este pudim ficou uma maravilha e teve honras de ser publicado. Foi o que passou no Natal, 1º usei uma forma muito larga e baixa,  2º deixei ficar um pouquinho mais no forno e ficou passado, mas mesmo assim estava uma delicia. Este pudim de frutos secos vem provar que existe um mundo de utilização para os mesmos. Os frutos secos são assim chamados porque todos eles têm uma coisa em comum: em sua composição natural (sem manipulação humana) têm menos uma media de 50% de água. São alimentos altamente energéticos muito ricos em gordura, proteínas. Dependendo do tipo, pode também fornecer boas quantidades de vitaminas (especialmente do grupo B) ou Omega 3 (poli-insaturado) e ácidos gordos. Hoje em dia usasse muito na Gastronomia, um exemplo simples é geralmente em saladas, onde acompanha legumes e lanches servidos em alguns países. Muito usado na cozinha persa e em sobremesas aromáticas da culinária árabe. É muito importante dizer que os frutos secos podem desencadear reações alérgicas em pessoas sensíveis, para que essas pessoas devem evitar consumir (principalmente amendoins, amêndoas, nozes, castanhas ou avelãs). Eles também tendem a produzir fermentação no intestino, causando flatulência. Portanto a que ter um certo cuidado quanto ao seu consumo.

Ingredientes
350 gramas de açúcar
7 dl de leite
1 pau de canela
1 casca de limão
8 ovos + 4 gemas
50 gramas de sultanas claras
70 gramas de ameixas pretas sem caroço
50 gramas de pinhões
50 gramas de amêndoas palitadas
70 gramas de nozes
50 gramas de avelãs

Preparação
Faça um caramelo com 150 gramas do açúcar 1 ou 2 (sopa) colheres de água. Caramelize uma forma de pudim e deixe arrefecer. Ferva o leite com o restante açúcar, o pau de canela e a casca de limão. Retire do lume, deixe arrefecer e rejeite o pau de canela e a casca de limão.
Bata ligeiramente os ovos com as 4 gemas e junte o leite em fio mexendo sempre. Junte os frutos secos, sendo as sultanas e as ameixas picadas e os restantes frutos ligeiramente partidos, mexa tudo delicada mente. Verta o preparado para a forma caramelizada e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC em banho-maria aproximadamente 40 minutos. Verifique a cozedura com um palito e retire do forno, deixe arrefecer e desenforme com cuidado.


Bom apetite


"Aqui uma foto de um outro pudim, já feito numa forma mais pequena e alta na qual não se deixou passar muito tempo"

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Peru no forno com morcela,bacon e maças

Antigamente no século XVI acreditava-se que o nome Peru (ave) tinha a sua origem no topônimo do país “Perú”, por acreditar-se que era dali que se exportava a ave, a fama do Peru era tal que os portugueses dessa época denominavam a America espanhola.
Sendo uma ave de grande porte, tanto o macho como a fêmea tem a cabeça e o pescoço descoberto de penas. Geralmente suas penas tem coloração preta, castanha ou mais clara. O macho possui um apêndice carnoso sob o bico que sé da pelo nome de carúnculas. Podem chegar até 1,20 m de altura.
Originário da América do Norte, levado para a Europa no ano de 1511, sendo selvagem foi domesticado pelos mexicanos há mais de mil anos. Em estado selvagem podem viver em grupos de 20 aves em lugares próximos a árvores. No seu estado selvagem podem pesar de 8 a 10 kg o macho e de 4 a 5 a fêmea, sendo domesticados podem chegar a pesar mais de 15 kg.
Para cortejar uma fêmea o macho atrai-a com um som característico e levanta suas plumas da cauda. Normalmente a fêmea põe de 8 a 15 ovos num ninho, incubando de 25 a 30 dias, ao nascer os filhotes alimentam-se por sua própria conta, sempre com a proteção da mãe.
Já lá vai o tempo que algumas pessoas o tinham em seu curral, pois atualmente a criação de peru doméstico é uma indústria de grande escala, sendo mais fácil ir compra-lo a um talho. Seja qual for o seu destino, compre sempre aves novas, tendo especial atenção ao verificar se as patas e a crista são bem lisas, especialmente a crista se esta bem vermelha. Se as patas forem duras e ásperas é sinal de velhice e se a crista não for bem vermelha, é porque a ave não é saudável. Hoje em dia o peru assado tornou-se um dos pratos preferidos no Natal um pouco por todo o mundo, em especial no Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos.

Hoje nesta receita que voz deixo, vamos revesti-lo com o bacon e a morcela ( neste caso usei o chouriço preto de Quiaios, uma espécie de morcela com carne e especiarias Veja aqui ) recheado com as maças.

Ingredientes
1 peru entre 3 a 3.5 kg
1 boa morcela cortada em rodelas de 0.5cm
150 gramas de bacon fatiado
1 limão
1 copo de vinho branco
2 a 3 maças (sua preferência)
1 alho-francês grande
Batatas para assar quanto baste
Sal quanto baste
Azeite quanto baste
Pimenta a gosto



Preparação
Lave bem o peru e retira-lhe o excesso de gorduras, limpe as pernas das córneas deixando a ponta do osso à vista e cubra com papel prateado. Separe cuidadosamente a pele da carne passando a mão entre elas, tente separar tudo deixando apenas a zona das costas e assas.
Introduza as rodelas de morcela por baixo da pele deixando a zona do peito para colocar o bacon, tempere o interior com sal e pimenta a gosto e junte-lhe o limão em gomos e as maças cortadas ao meio. Ate as pernas com fio de cozinha, coloque-o num tabuleiro, regue com
um pouco de azeite e o vinho. Leve-o ao forno preaquecido a 180ºC cerca de uma hora regando de vez em quando com o próprio molho, disponha as batatas a volta do peru e volta ao forno mais 30 minutos, volte a retirar o tabuleiro e junta-lhe o alho-francês aos cortado aos pedaços. Volta ao forno por mais uns 30 minutos, mexendo o tabuleiro de vez em quando regando o assado com o próprio molho, se necessário deixe mais uns minutos e cubra com papel prateado para não tostar muito. Retire do forno e leve-o a mesa, querendo pode acompanhar com um arroz branco.


Bom apetite