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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Canjica

A canjica é um doce da cozinha tradicional brasileira, um doce que já faz parte dos costumes da história do Brasil. O seu consumo é principalmente durante as festas joaninas assim como no dia de São João, uma celebração de origem europeia relacionadas com a festa do solstício de verão que antigamente era comemorado no dia 24 de junho, levado para o Brasil pelos portugueses.
Esta tradição juntou-se aos costumes afro-brasileiros e indígenas na qual a cozinha toma o lugar central nas celebrações, com doces, como canjica. É na região nordeste brasileira que é mais usual, uma forma para agradecer ao São João pelas chuvas que alimentam culturas fazendo-as ficar mais vistosas como o milho, um ingrediente chave desta sobremesa. Visto estarmos em pleno mês de junho é altura certa para preparar este doce para a noite de São João. A verdadeira canjica era feita com milho verde na qual era triturado e cozido em leite com açúcar até ficar cremoso, costume que ainda sé mantem no nordeste brasileiro. Hoje em dia já temos o milho seco e em receitas mais modernas usasse leite condensado para adoçar e dar cremosidade. Em vez da canela moída por cima que é o tradicional já sé decora com amêndoas ou amendoim tostado moído. Esta receita é da minha mãe, adaptada de uma que ela tinha tradicional nordestina na qual uso o milho branco que sé pode comprar em qualquer supermercado.

Ingredientes
250 gramas de canjica de milho branco

400 ml de leite meio gordo
200 ml de leite de coco ou 

100 gramas de coco ralado
2 latas de leite condensado
2 cravinhos da índia
1 pau de canela
1 pitada de sal
Canela moída quanto baste


Preparação
Deixar o milho demolho em bastante água durante 24 horas.
Cozinhe a canjica numa panela de pressão aproximadamente uns 30 minutos tendo o cuidado de por 1 medida de milho para 3 de água ( Sé cozer em panela normal terá que duplicar o tempo). Desligue o lume e espere sair a pressão da panela, abra e experimente a textura, se o grão ainda estiver duro, tampe a panela, volte ao fogo e cozinhe por mais alguns minutos. Quando estiver pronto, escorra todo o excesso da água do cozimento. Coloque o milho cozido para uma tacho e adicione o leite, o leite de coco (ou coco ralado), o leite condensado, a pitada de sal, o pau canela e os cravinhos, cozinhe em fogo médio/baixo até obter uma calda cremosa. Retire o pau de canela e os cravinhos, devida em taças individuais ou verta para uma travessa funda, polvilhe a canela em pó por Cima e sirva.


Bom Apetite

domingo, 11 de junho de 2017

Salada de bacalhau com grão de bico

Voltando a falar de restos, aqui fica mais uma sugestão. Desta com uma posta de bacalhau, uma batata e uma cenoura, o resto de um bacalhau cozido com legumes. A estes ingredientes juntei grão de bico e assim fiquei com uma boa salada fria para comer.
O grão-de-bico, considerado um excelente alimento com importantes qualidades culinárias e nutritivas, rico em proteínas, sais minerais e vitaminas. Além disso, devido à grande quantidade de celulose contida na casca, o grão-de-bico estimula o bom funcionamento dos intestinos. É pobre em água e gorduras, e está isento de colesterol, com uma grande quantidade de amido que é uma grande fonte de energia para o nosso organismo. Um alimento relativamente barato de grande benefício numa dieta bem equilibrada.

Ingredientes
Restos de bacalhau cozido

1 cenoura cozida
1 batata cozida
1 ovo cozido
200 gramas de grão de bico cozido
1 cebola media picada
1 ramo de salsa picada
Azeitonas pretas galegas quanto baste
Azeite
Sal e pimenta a gosto

Preparação
Normalmente há sempre sobras de um bacalhau cozido com legumes, que na qual no dia seguinte pode virar uma boa salada fria. Caso não tenha as ditas sobras coza uma posta de bacalhau demolhado com uma batata e uma cenoura e deixe arrefecer. Parta o bacalhau em lascas retirando as espinhas e a pele, corte as batatas e a cenoura em cubos e misture tudo com o grão de bico (pode usar grão de frasco ou demolhar grão seco e cozer de véspera), espalhe a salsa picada e enfeite com o avo partido e as azeitonas. Tempere com sal e pimenta a gosto regado com um bom azeite e sirva.



Bom Apetite

sábado, 10 de junho de 2017

Salada de morcela com ovos de codorniz

Os dias começam a aquecer é brevemente teremos o Verão a porta e com isso chega a vontade de comer coisas leves, mais ligeiras. Nessa altura nada melhor que as saladas, mas visto ainda não ser Verão e apesar de o sol dar um ar de sua graça, aqui fica uma salada com algum reconforto pensando já nos dias quentes que vem por ai.

Ingredientes
1 morcela ibérica ou de porco preto

12 ovos de codorniz
200 gramas de salada variada
Azeite quanto baste
Sal marinho fino quanto baste

Pimenta a gosto
3 colheres (das de sopa) de óleo de amendoim
1 colher (das de café) de vinagre de vinho branco
1 colher (das de café) de mostarda ancienne (mostarda a moda antiga)

Preparação
Cozer os ovos de codorniz de 3 a 5 minutos, passar por água fria e descascar, reserve. Cortar a morcela e rodelas grossas e numa sertã com um pouco de azeite quente fritar as rodelas de morcela entre 2 a 3 minutos de cada lado, reserve. Entretanto prepare uma vinagreta, coloque 4 colheres (das de sopa) de azeite numa malga com o óleo de amendoim, a mostarda, o vinagre, uma pitada de pimenta e sal. Bata energeticamente com um garfo, reserve. Divida a salada em 4 pratos, as rodelas de morcela e os ovos, alinhe com a vinagreta preparada e sirva.



Bom Apetite

domingo, 4 de junho de 2017

Potage de lentilhas

A palavra Potage do francês, vem de Pottus latino traduzido para pote, um recipiente ou algo assim ou mais especificamente Potaculum que é o alimento que está bêbado dentro de um recipiente, sendo uma das características como de um caldo. Potage em castelhano esta referenciado como uma sopa ou ensopado com caldo mais espesso de vários legumes e carnes servido na panela, voltando ao tempo das sopas mais clássicas.Sendo sopa ou guisado existe muitos métodos de preparação com estrugidos (Potage de garbanzos) ou preparado com tudo em frio.  Espalhado por todos os países latinos com vários tipos de ingredientes, mas com mesmo critério, cozido em bastante água e aplicando o “de” para denominar o nome da potage.

Ingredientes
300 gramas de lentilhas
100 gramas de presunto (ou entremeada fumada)

I chouriça vermelha (de colorau)
1 morcela de carne (moira)
½ pimento verde
½ pimento vermelho 

1 tomate maduro
1 cenoura grande
1 batata grande
1 cebola media
4 dentes de alhos
3 cravos da índia
1 ramo de salsa
1 colher (das de chá) de colorau
Azeite quanto baste
Sal

Preparação
Coloque as lentilhas numa panela cobertas de água, leve ao lume para cozer uns 3 minutos depois de levantar fervura. Retire do lume e passe as lentilhas por água fria, lavando-as e retirando todas as impurezas. Na mesma panela cubra o fundo com azeite e coloque as lentilhas, a chouriça, a morcela, o presunto, a cebola inteira descascada com os 3 cravos espetados, os alhos descascados e pisados, o tomate pisado, os pimentos, o ramo de salsa e o colorau. Cubra com bastante água e deixe levantar fervura em lume forte, verifique (por causa do presunto) o sal e tempere a gosto, baixe o lume e deixe cozer até as lentilhas estarem bem macias. Retire os pimentos e a cebola e sirva com os enchidos e o presunto partidos.



Bom Apetite

sábado, 3 de junho de 2017

Barriga de porco com crosta crocante

Quem não gosta de um assado no forno com uma crosta bem crocante e suculento por dentro! Principalmente na pele da barriga de porco, aquele toque estaladiço e crocante, ah que maravilha!
O segredo para deixar a pele da barriga de porco crocante é bem simples, basta a pele estar bem seca e fazer uns cortes em losangos e logo assa-la muito lentamente para que fique bem suculenta por dentro. E para que fique mais saborosa vamos prepara-la com uns ingredientes tipo, funcho (cabeça de erva doce), estrela de anis da china e cardamomo que vai potenciar o sabor.
O funcho popularmente chamado de erva-doce é uma hortaliça Herbácea fortemente aromática comestível utilizada em culinária para caldos sopas alinhamento de molhos e aromatizante, cultivada em todo o mundo sendo mais nativa da Europa meridional.
A estrela de anis da china com uma textura parecido com a madeira e considerada uma especiaria com um sabor doce e forte, utilizado tanto em culinária como em medicina e uma das 5 misturas de especiarias chinesas (estrela, semente de funcho, canela, cravo e pimenta Sichuan) utilizado na cultura chinesa para equilíbrio e manter a saúde entre os cinco sabores (amargo, doce, salgado, ácido e picante). Muito utilizado também em doçaria como aromatizante.
O cardamomo da família do gengibre com origem na índia , muito usado para potenciar sabores tanto de pratos salgados como doces e bebidas, excelente em marinadas com carne. Em alguns países do oriente médio tostam-se e moem-se juntamente com o café. Os indianos mastigam-no para limpar os dentes e melhorar o hálito.

Ingredientes

2 kg de barriga de porco


1 funcho

1 estrela de anis

3 dentes de alho

4 sementes de cardamomo

1 folha de louro

1 copo de vinho branco

1 colher (das de sopa) de mostarda tipo antiga

Caldo de carne quanto baste

Azeite

Sal marinho grosso

Pimenta a gosto




Preparação
Nota
Sé poder fazer a 1ª etapa no próprio tabuleiro que vai ao forno melhor, sé não poder faça numa sertã e de pois transfira para um tabuleiro quente ates de ir ao forno.

Secar bem a pele da barriga com papel de cozinha e fazer uns cortes em losangos, esfregar a pele com um pouco de sal grosso e temperar com pimenta, reserve.
Em cima do fogão em lume médio num tabuleiro com azeite quente coloque o funcho laminado, os dentes de alho esmagados, a estrela de anis, os cardamomos esmagados e a folha de louro, assim que começar a amolecer o funcho coloque a carne com a pele para baixo e esfregue bem para absorver todos os sabores, deixe uns 5 minutos. Vire a carne com a pele para cima e acrescente o vinho, deixe ferver até evaporar o álcool, junta-lhe o caldo até encher o tabuleiro deixando a pele de fora, verifique o tempero de sal. Leve ao forno preaquecido a 220ºC uns 10 minutos para que a pele comece a estalar, logo rebaixe parra 160ºC só com calor por baixo durante aproximadamente 1 hora e meia. Retire do lume e deixe repousar uns 10 minutos para poder trinchar a carne. Retira o excesso de gordura do caldo e coe, adicione a mostarda e leve-o a ferver um pouco e sirva por cima da carne. Pode acompanhar com purê de batatas ou ervilhas cozidas ao vapor.



Bom Apetite

domingo, 28 de maio de 2017

Skrei "Bacalhau fresco"

O bacalhau fresco pouco conhecido dos portugueses, que são os terceiros maiores consumidores mundiais deste peixe, mas em seco e salgado. E entre as especies de bacalhau fresco existe uma espacie ainda menos conhecida, o skrei.
Esta especie sazonal, que apenas está disponível  só entre fevereiro e abril, com o nome de ‘Skrei’ apenas usado para o Bacalhau do Ártico (gadus morhua) durante o primeiro período do ano. Capturado antes da desova, que acontece nas zonas costeiras da Noruega após uma migração de mais de 1000 quilômetros contra as correntes das águas frias.
Ali chegado, o skrei que percorreu essa distancia sem se alimentar, o que o tornou mais musculado e carnudo do que o bacalhau fresco convencional, apresentando uma textura mais firme e rica, próxima da lagosta. 

Graças aos novos processos de trasporte e conserva, atualmente é possível transportá-lo desde a Noruega para países longínquos como Portugal ou Espanha ou outros países em apenas cinco dias, assim os portugueses já podem consumir este peixe nobre da maneira tradicional dos noruegueses ou combina-los com as técnicas da gastronomia portuguesa, que é das melhores do mundo na confecção do bacalhau.

Ingredientes
2 lombos de skrei de 200 gramas cada (ou bacalhau fresco normal)
300 gramas de batatas
100 gramas de queijo Parmigiano ralado

2 tomates vermelhos maduros
2 chalotas
1 dente de alho
1 pimento verde italiano
1 colher (das de café) de colorau
1 colher (das de sopa) de vinagre japonês (adocicado especial para sushi)
Sumo de limão
Sal grosso marinho
Azeite
Tabasco
Pimenta a gosto

Preparação
Tempere o peixe com sal, pimenta e sumo de limão a gosto e deixe repousar. Entretanto prepare um estrugido ligeiro com as chalotas picadas, o alho laminado e o pimento picado grosso numa sertã com um fio de azeite, tempere de sal, reserve. Num tabuleiro de ir ao forno coloque ao centro um dos tomates picado e por cima o peixe com as batatas que foram previamente cozidas a volta e espalhe por cima estrugido de chalota, polvilhe com colorau por cima de tudo e coloque o outro tomate por cima do peixe com umas gotas de tabasco e o vinagre. Tape com papel alumínio e vai ao forno pré-aquecido a 200ºC uns 30 minutos, retire do forno e destape e espalhe o queijo por cima e volta ao forno mais uns 10 minutos para derreter o queijo sem o papel de alumínio. Sirva bem quente



Bom Apetite

domingo, 21 de maio de 2017

Fajitas de vitela com molho de iogurte

Ideal para aquele lanchezinho fim de domingo e não noz apetece sair de casa ou quando estamos de Nesting, ou seja, ficar em casa, passar o fim de semana em casa. Uma atividade que era pouco recomendada, mas que está sendo uma tendência de moda (já estou de moda a muitos anos) usufruir os prazeres de ficar em casa. Mas voltando ao tema do nosso lanche, aqui vai uma dica para quando penses fazer Nesting fazer as compras de antecedência.

Ingredientes
500 gramas de bifes de vitela
1 pimento vermelho
1 pimento verde
1 chalota media
1 colher (das de café) de cominhos
1 colher (das de café) de colorau
2 malagueta secas (ou outro picante)
3 colheres (das de sopa) de azeite
6 a 8 tortilhas de milho (para tex-mex)
Sal e pimenta agosto

Preparação
Descascar a chalota e cortar em tiras, cortar os bifes em tiras finas e limpar de sementes e cortar os pimentos em tiras, reserve. Num recipiente misturar o cominho, o colorau, a malagueta esmagada e temperara de sal e pimenta a gosto, misturara com as tiras de carne e deixar tomar gosto por uns 15 minutos. Aquecer um Wok grande com o azeite e saltear os pimentos com a chalota até que fiquem brando, agregar a carne marinada e cozer uns 3 minutos removendo e misturando sempre todos os ingredientes até que a carne esteja cozida, retire do lume e mantenha em lugar quente. Aqueça as tortilhas em uma sertã antiaderente e sirva recheada com o preparado de carne com o molho de iogurte, para dar um toque mais saudável acrescente um pouco de salada mista. Caso tenha crianças para que não fique tão picante substitua a malagueta por um ramo de coentros bem picado.



Para o molho de iogurte
1 iogurte liquido natural
1 medida do frasco de iogurte de maionese
1 colher (das de café) de alho em pó
½ colher (das de café) de sal fina
½ colher (das de café) de salsinha picada
1 pitada de açúcar
1 pitada de curry
1 pitada de cominhos

Preparação
Misturar todos os ingredientes energeticamente até ficar bem homogêneo, guardar no frigorifico até a hora de servir.

Bom Apetite

sábado, 20 de maio de 2017

Salteado de feijão frade com salsichas

Restos de comidas muitas vezes sobram na cozinha, muitas vezes quando temos visitas e prepara-se sempre a mais. O certo e que muitas vezes acabam sendo esquecidas num recipiente no frigorifico, as vezes por não apetecer no dia seguinte ou mesmo por esquecimento e acaba no lixo. Uma coisa simples de resolver, quando usamos um pouco a nossa imaginação e aquele restinho mais alguma coisa até pode ser uma boa refeição no dia seguinte.
 Eu muitas vezes quando me sobra e não sei o que fazer, costumo congelar sobras de carne, peixe, molhos, etc. para mais tarde incrementar outros pratos como por exemplo empadões, suflês, molhos, etc. Claro que sendo congelado uma vez e descongelado não sé pode voltar a congelar, por isso tem-se que pensar bem na hora de preparar. O prato de hoje está relacionado de umas sobras de feijão frade de uma salada e de um resto de uma embalagem de salsichas frescas que usei para rechear um peixe ao forno e não sei porque veio-me a memória o cassoulet francês.

Ingredientes
Salsichas frescas
Feijão frade cozido
1 dente de alho laminado

1 ramo de salsinha picada
Azeite quanto baste

sal e pimenta sé necessário






Preparação
Numa sertã antiaderente grelhe as salsichas, retire e reserve em lugar quente. Coloque na mesma sertã um pouco de azeite e o alho, quando o alho começar a dourar acrescente os feijões e saltei. Retifique os temperos de sal e pimenta e junte as salsinhas já preparadas e sirva bem quente.



Bom Apetite

domingo, 14 de maio de 2017

Dourada recheada e embrulhada em bacon

Peixe assado no forno pode-se fazer de várias maneiras, passando muitas vezes pela nossa imaginação. Pensando nisso e folheando um livro de receitas encontrei uma que me vai a preceito, sendo assim hoje voz trago uma receita de dourada (um dos meus peixes preferidos) recheado com carne de salsicha fresca uma maneira muito clássica dos britânicos no século XIX de assar os peixes no forno. Embrulhado em finas fatias de bacon fumado servira para aguentar o recheio e portar ao peixe um sabor fumado e salgado.

Ingredientes
2 douradas medias limpas e escamadas
4 dentes de alhos esmagados com a casca e partidos ao meio
1 limão (sumo)

500 gramas de batatas medias descadacadas
De 15 a 20 fatias de bacon fumado
Umas ramas de tomilho seco
Azeite
Sal grosso marinho
Pimenta a gosto

Para o recheio; 
4 salsichas frescas
1 ramo de salsa picada
1 pitada de pimenta caiena
As folhas de um ramo de tomilho



Preparação
Abrir as salsichas e misturar com todos os ingredientes do recheio, reserve. Secar bem o pescado com papel de cozinha e temperar com sal e pimenta a gosto, espremer o sumo do limão por dentro do peixe e rechear com a metade da mistura da carne das salsichas. 

Numa tabua de cozinha coloque metade as fatias de bacon em zigue-zague formando uma V, sobreponha com uma dourada e envolve com as fatias e transfira para um tabuleiro de ir ao forno, repita a operação com a outra dourada. Regue com um pouco de azeite e espalhe por cima os ramos de tomilho e os alhos, leve ao forno pré-aquecido 220ºC entre 25 a 30 minutos ou até o peixe esteja bem assado e o bacon crocante. 
Sirva com as batatas assadas em azeite temperada com sal alhos e tomilho.



Bom Apetite

sábado, 13 de maio de 2017

Ameijoas com toucinho ibérico

Voltando a falar do tema das tapas aqui vai uma que serve muito bem como um entrante mais reconfortante, assim como uma refeição tipo Mar-Terra. Um prato que sé pode dizer que tem umas certas aparências a Carne de porco à Alentejana na qual utiliza estes dois ingredientes, ameijoas e carne de porco. Para elaborar este prato um dos seus requisitos importante e utilizar ameijoas frescas sé possível.

Ingredientes
1 kg de ameijoas frescas
250 de toucinho entremeado de porco ibérico (ou uma boa entremeada de porco)
½ copo de vinho branco
Uns raminhos de tomilho seco

Azeite
Sal grosso marinho
Sumo de limão (opcional)
Pão tostado para acompanhar



Preparação
De véspera salgar o toucinho com sal e deixar no frigorifico. No dia limpar o excesso de sal e cortar em tiras de um 
centímetro e logo em pedaços de 3 centímetros, lavar as ameijoas e descartar as que não sé fecham ao tocá-las. 
Colocar em lume médio um tacho largo com um fio de azeite, acrescentar o toucinho com o tomilho para fritar uns 5 minutos, até que fique dourada de todos os lados. Subir o lume e verter o vinho e acrescentar de imediato as ameijoas, dar uma sacudidela ao tacho e tapar, deixar cozer uns 4 minutos ao vapor. Dívida em 4 malgas quentes em porções iguais e tempere com uma pitada de pimenta (em princípio não faltara sal pois o toucinho está salgado), esprema umas gotas de limão e sirva enfeitado com pão tostado.



Bom Apetite

domingo, 7 de maio de 2017

Costela de boi no forno

Aqui está um corte de carne bovina que em Portugal muitas vezes é conhecida como Aba, na qual normalmente os portugueses só utilizam para cozer o que é uma pena. O corte da costela bovina fica numa peça de carne muito conhecida como ponta de agulha inteira na qual se retira o corte do vazio, assim ficamos com uma costela inteira na qual contem 8 ossos, esta peça de carne ainda sé pode fazer mais três cortes. O corte de cima, ou seja, a parte mais alta da costela, com mais osso e mais dura (na qual vamos utilizar), no centro temos um corte muito conhecido como costela mindinha a mais saborosa de todas e na ponta da parte lateral que contém um pouco de file, um corte excelente para cozer. Todos estes cortes podem ser assados na brasa ou no forno assim como cozida, sendo que cada corte tem a sua utilização mais adequada. Hoje vamos fazer um assado no forno, excelente para um domingo na qual estamos mais descontraídos e com tempo. Os britânicos costumam comer este corte acompanhado com um molho de chalotas caramelizadas (uma planta bulbosa da família das cebolas com 1,5 cm de diâmetro que parecem miniaturas de cebolas. Possuem um sabor semelhante ao da cebola, mas mais delicado, e são por isso usadas em vez da cebola em pratos e molhos mais refinados), sendo que podem acompanhar com o que mais gostam, batatas, purê, legumes ou saladas. Mesmo assim deixo a receita do molho, na qual já o fiz e é uma delicia.

Ingredientes
1.5 – 2 kg, de costela corte alto (aba grossa)
1 bom ramo de alecrim
Escamas de sal marinho quanto baste (podem usar sal grosso)

Azeite quanto baste
Pimenta a gosto (preferencia moída na hora)

Para as chalotas;
3 chalotas largas
1 dente de alho
2 colheres (das de sopa) de farinha maizena
2 colheres (das de sopa) de vinagre balsâmico
1 copo de vinho tinto
½ litro de caldo de carne
umas folhas de estragão




Preparação
Esfregar a carne com azeite e o sal e polvilhar com pimenta e o alecrim picado, colocar em um tabuleiro com a parte mais gordurosa para cima. Leve ao forno pré-aquecido a 240ºC durante uns 20 minutos para tostar, baixe para 180ºC e deixe assar por 90 minutos aproximadamente. 

A meio do tempo virar a carne para que fique assado de maneira uniforme. As temperaturas podem variar de forno para forno, por isso convém verificar sé a carne esta assada espetando um espeto e pressionar ligeiramente, quanto mais rosado é o suco, mais crua está a carne.
 Aqui deixo uma tabela orientativa de tempo de assado, por 450 gramas de 12 a 15 minutos para ficar mal passada, de 18 a 20 minutos para ficar ao ponto.
Retire do forno e transfira a carne para uma travessa, cubra com papel alumínio deixe repousar uns 20 minutos enquanto prepara o molho. Retire a maior parte da gordura que está por cima (usar fatias de pão de forma que funciona como esponja) e transfira o que sobra para ( sé poder pôr o tabuleiro ao lume melhor) uma sertã e leve ao lume médio com as chalotas descascadas e o alho esmagado, verifique os temperos de sal e pimenta e deixe estrugir uns 5 minutos mexendo sempre. Subir o lume e deixar dourar a chalotas, acrescente a farinha e mexer, junta-lhe o vinagre e o vinho e misturar bem. Junta-lhe o caldo e deixar ferver de 10 a 15 minutos ou até o molho engrossar, junta-lhe o estragão e retire do lume. Sirva a carne tracejada com o molho bem quente por cima.


Bom Apetite









sábado, 6 de maio de 2017

Tapa de presunto com grão de bico

Salir de tapas (sair para petiscar) em Espanha é uma das atividades mais populares e tradicionais, um dos hábitos alimentares de Espanha e da gastronomia mediterrânea mais famosa, no que toca picar. Em certas regiões também são conhecidos como pinchos. As tapas são pequenas porções de comida com um tamanho regular que normalmente sé come em uma ou duas mordidelas servida na maioria dos bares em toda a Espanha. Normalmente são grátis ou simplesmente custam menos quando incluído com bebida.
Segundo a história a palavra tapa em espanhol significa “ tapadera" ou "cubierta" e acredita-se que a tradição surgiu a partir da prática de cobrir os copos de vinho com pequenas fatias de pão ou fatias de presunto para impedir a entrada de insetos ou outras impurezas.

Atualmente ir de tapas é um conceito de comer e socializar-se, conversar, beber e comer um petisco com os amigos depois do trabalho. Os pontos de encontro são nos bares onde amigos ou conhecidos encontram-se regularmente. As tapas são um fator determinante de saber se um bar é bem-sucedido e sé está de moda. Assim como podem ir de bar em bar com um grupo de amigos saciando o apetite ou até fazer uma refeição de varias tapas. Uma coisa é certa as tapas tornaram-se parte da identidade cultural espanhola ao ponto de ser oferecidos em banquetes que recebem altos dignitários, conhecidas como reuniões de tapas. Hoje em dia há bares e restaurantes que se especializaram em tapas tornando-se um fenômeno conhecido como cozinha em miniatura que figura em muitas cartas de menus em restaurante de alta cozinha. As tapas vareiam de região em região conforme os costumes e cozinha local sendo quentes ou frias. Além disso, há muitas categorias diferentes de tapas como brochettes, pequenos sanduíches, outros mais tradicionais servidos em pequenas panelas de barro, taças ou malgas pequenas bem ornamentadas ou então a mais simples de todas, azeitonas ou queijo com pão. Mas o mais importante e o convívio que surge a volta de uma tapa.

Ingredientes; para 4 tapas
100 gramas de grão de bico cozido e escorrido

 8 fatias de presunto ibérico
2 dentes de alho laminados
2 colheres (das de sopa) de azeite
Algumas folhas de manjericão fresco
Sal marinho
Pimenta negra a gosto

Preparação
Aquecer o azeite em uma sertã a fogo baixo e juntar os alhos e dourar um minuto para aromatizar o azeite. Juntar o grão de bico e o manjericão, subir o lume e temperar de sal e pimenta (de preferência moída na hora) a gosto, mexer bem. Retire a sertã do lume e devida o preparado em quatro pratos na qual já conte duas fatias de presunto bem finas. Servir quente.



Bom apetite







domingo, 30 de abril de 2017

Papas de abóbora doces da Ti Bernada

Nesta Páscoa fiz um doce que em certas regiões de Portugal é mais típico no Natal, em outras pelos fiéis (defuntos), assim como em tempos remotos eram servidas com sardinhas salgadas ou rojões, em receitas brasileiras soma-se juntar-lhe coco ralado. Sendo doces ou salgadas o certo e que as papas de abóbora são mais feitas no inverno quando abondam as abóboras. Encontrar uma boa receita e difícil, pois é o tipo de receita que qualquer boa cozinheira do passado sabia fazer de cor e salteado, receita que fica na memória e vai passando de boca em boca. Com ingredientes simples, podendo usar qualquer tipo de abobora na qual só difere o sabor, aqui fica a receita da minha mãe, na qual aprendi só de vela fazer várias vezes.

Ingredientes
1 kg de abóbora limpa e descascada (menina de preferência)
1 pau de canela
1 colher (das de café) de sal
Farinha branca de milho quanto baste
Canela em pó quanto baste (para polvilhar)

Açúcar a gosto




Preparação
Num tacho coloque a abóbora em pedaços com o pau de canela e o sal, cubra a abóbora com água e leve a cozer (entre 35 a 45 minutos) em lume médio/baixo. Apague o lume e retire o pau de canela, com ajuda de uma varinha mágica (minha mãe fazia com uma colher de pau até ficarem macias) triture a abobora até ficar bem triturada. Volta ao lume baixo e junta-lhe o açúcar mexendo sempre até o dissolver e vai juntando-lhe farinha aos poucos espalhando por cima e mexendo sempre até ficar bem homogêneo. Verta as papas numa taça grande ou em varias taças pequenas, deixe esfriar um pouco e polvilhe com a canela em pó.

Nota:
A quantidade de farinha pode depender da quantidade de água que utilize, assim como o açúcar fica o vosso gosto ( eu utilizei uma chávena de açúcar), mais o menos doce.



Bom Apetite

sábado, 29 de abril de 2017

Tatin de pêssegos e canela

Bem aqui estou eu de volta depois desta Páscoa, já agora espero que a tenham passado de maravilha, porque eu a passei e essa foi a razão desta minha ausência estes dias. Tempo dedicado a família para renascer e renovar, sair deste mundo que noz controla. Para este regresso venho com uma coisa doce para adoçar um pouco a minha ausência. Uma tarte Tatin com um toque especial, diferente.

Ingredientes; massa
160 g de farinha
60 g de manteiga
20 g de açúcar
1 pitada de sal
1 ovo

Preparação; massa
Com as mãos misture a manteiga com o açúcar adiciona-lhe a farinha e apitada, sempre amassando com as mãos. Adicione o ovo (se necessário adicionar uma colher de chá de água), tente amassar o menor tempo possível. Deixe repousar

Ingredientes; recheio
1 lata de pêssegos em calda em metades
2 colheres (das de sopa) de sumo de limão

50 gramas de manteiga
80 gramas de açúcar
1 pau de canela
Canela em pó quanto baste






Preparação do recheio e montagem
Numa forma que possa ir ao lume e ao forno verta nela a água da lata dos pêssegos, adiciona-lhe o açúcar, o pau de canela e a manteiga. Leve ao lume médio mexendo sempre até começar a caramelizar,(não deixar caramelizar muito) apague o lume e retira-lhe o pau de canela. Verta as metades de pêssego e espalhe. Estenda a massa com ajuda de um rolo de cozinha e cubra os pêssegos com a massa dentro da forma fazendo uns furos com a garfo para a massa respirar e largar o vapor, vai ao forno 200º uns 25 minutos ou até a massa estar cozida. Desenforme ainda quente virando-a para um prato de servir e polvilhe com abundante canela em pó. Deixe arrefecer antes de servir.



Bom apetite

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Perna de cordeiro no forno estilo Marroquino

Aqui estamos noz em plena Segunda Feira Santa, ontem foi Domingo de Ramos que além de marcar o início da Semana Santa, marca a entrada de Jesus em Jerusalém. Daqui a nada será Sexta Feira Santa e Domingo de Pascoa, por muitas casas portuguesas haverá folares doces e salgados, assim como cabrito o borrego para dia de Domingo. Pensando nisso ontem preparei uma perna de cordeiro ao estilo Marroquino, par hoje voz propor para fazer no Domingo de Pascoa, uma maneira diferente para preparar o cordeiro para esta Pascoa. Para isso teremos que desossar a perna, pois assim o corte sé queda mais uniforme e proporciona um melhor sabor, ideal tanto para assar no forno o grelhar. Aconselho a pedir carniceiro de onde compra a carne que o desosse, pois esta fase poderá ser um pouco trabalhosa para quem não tem muita pratica. Quanto a receita é de fácil elaboração e muito simples.

Ingredientes
Uma perna de cordeiro desossada entre 2 a 2.5 kg de peso com os ossos reservado.
1 cebola picada grosseiramente
1 cenoura grande em rodelas grossas
3 dentes de alhos amassados com a casca

3 raminhos de tomilho
2 colheres (das de chá) de alecrim
1 colher (das de chá) de manjerona
1 chavena (das de chá) de tomate triturado

Azeite quanto baste
Sal e pimenta preta moída na hora a gosto




Preparação
Com a perna estendida tempere de sal e pimenta e feche a perna colocando a parte estreita dentro da larga, sé necessário amarre com fio de cozinha. Colocar os ossos com a cebola, a cenoura, e os alhos em um tabuleiro, regue com um pouco de azeite e leve ao forno pré-aquecido a 200º uns 10 minutos ou até que comesse a dourar. Entretanto esfregue a carne com sal, pimenta e azeite. Coloque por cima dos ossos e volta ao forno mais uns 40 minutos regando deves em quando com o suco que larga. Retira o tabuleiro do forno e retire alguma gordura que possa haver no tabuleiro, junte meio litro de agua e polvilhe com as ervas. Abaixa a temperatura do forno para 180º e volta a pôr o tabuleiro mais uns 30 minutos regando deves em quando. Estando a carne assada retire o tabuleiro do forno e retire a carne(mantenha em lugar quente), coloque o tabuleiro em cima do fogão em lume lento e junta-lhe o tomate, mexa e deixe uns 5 minutos até reduzir. Coa o malho e passe a verdura por um coador com a ajuda de uma colher (para dar um pouco de textura ao molho), retifique o sal. Sirva a carne trinchada com o molho por cima e acompanhe com verduras.




Bom Apetite







sábado, 18 de março de 2017

Chouriço assado no bagaço e broa de milho

Há dias assim, ontem estive a fazer uma limpeza na gaveta dos congelados e encontrei um chouriço congelado, fruto da minha última ida a Portugal. Decheio fora para descongelar ao natural e hoje preparei de uma maneira muito típica de o comer em Portugal, assado no bagaço (aguardente). A coisa é simples basta ter um bom chouriço, aguardente da boa e um assador típico português (sé não tem aqui está uma boa oportunidade de visitar Portugal e comprar um). Colocamos a aguardente no assador, ascendemos e colocamos o chouriço em cima para assar, damos um par de volta para ficar bem assado. Depois é fácil basta acompanhar com um bom vinho e uma broa acabada de sair do forno.

A broa de milho também conhecida em algumas regiões de Portugal como pão de milho é uma receita das mais antigas da gastronomia portuguesa. Outrora um pão considerado caseiro e consumido pelas pessoas mais pobres no seu dia a dia, opondo-se ao pão branco de trigo consumido pela classe mais alta. As receitas podem variar de farinha de milho com farinha de trigo ou com farinha de centeio, na qual mistura-se só fermento e água. Em algumas receitas acrescenta-se no meio chouriço ou sardinhas salgadas.

Ingredientes
Farinha de trigo quanto baste
500 gramas de farinha de milho peneirada
200 gramas de carolo de milho (sêmola)
15 gramas de fermento de padeiro
1 colher (das de sopa) de sal grosso
3 chávenas (das de chá) de água a ferver
1 chávena (das de chá) de água morna




Preparação
Misture o carolo com a farinha de milho e escalde na água a ferver, amasse bem e deixe repousar uma hora. Dilua o sal e o fermento na água morna e misture com o preparado da farinha de milho, amasse bem e vá juntando a farinha de trigo atendendo a necessidade da massa que deve ficar mole e um pouco pegajosa e firme (nunca dura), polvilhe com farina de trigo e faça uma cruz no centro e cubra com um pano e deixe levedar durante uma hora aproximadamente. Coloque a massa em cima de uma folha de couve (como sé fazia antigamente antes de ir ao fogo de lenha) dando-lhe a forma arredondada e espalmada, polvilhe com um pouco de farinha de trigo e carolo. Disponha em cima de um tabuleiro e vai ao forno a 200ºC durante uma hora (evitar abrir o forno durante a cozedura), para saber sé esta cozida bater na base e verificar sé o som é oco.

Bom Apetite


sábado, 11 de março de 2017

Entrecosto na grelha ao estilo barbacoa

Sem preconceitos e nem mais hoje vamos fazer um uma costilla (entrecosto) grelhada. Bem fácil né, ascendemos o fogareiro (barbacoa) com um pouco de carvão, carne temperada à gosto em cima e é só grelhar, isso para quem tem uma casa com quintal. Mas para que vive num apartamento a coisa complica, o melhor é esperara pelo verão e ir para um parque de merendas e fazer a churrascada. Para que esperar, hoje vou dar-vos uma receita para fazer num apartamento com aquele gostinho de ser feito no carvão, para isso basta ter um tabuleiro com grelha e fumo liquido. O tabuleiro será fácil encontrar a venda, agora o fumo já é um pouco mais complicado, pois o seu comercio na Europa (só em lojas especializada em produtos americanos) ainda está muito limitado, mesmo assim por internet sé pode conseguir. Sé não conseguir o fumo liquido faça na mesma, pois não vamos deixar de comer esse entrecosto.

Ingredientes
Uma ou duas tiras de entrecosto
1 colher (das de sopa) de fumo liquido (opcional)
2 colheres (das de sopa de azeite)
1 colher (das de café) de colorau
1 colher (das de café) de coentros secos
1 colher (das de café) de vinagre de maça
1 colher (das de café) de tabasco ou outro picante de sua preferencia
2 dentes de alho bem picado
Sal grosso



Preparação
Misture todos os ingredientes menos o sal e unte as tiras de entrecosto, deixe repousar 1 hora para tomar gosto. Coloque um pouco de água no tabuleiro com grelha e disponha por cima o entrecosto com os ossos virados para cima, vai ao forno pré-aquecido 200º só com o Grill ligado, quando começar a ficar dourado vire o entrecosto com a carne para cima e tempere de sal e volta ao forno para acabar de grelhar. Esta operação pode demorar de 30 a 45 minutos, portanto a que ter atenção para não queimar a carne.



Bom Apetite


domingo, 5 de março de 2017

Arroz chau-chau, Arroz três delicias, Arroz frito, 炒饭

Hoje a coisa o teremos para complicado, não pela receita, mas pela sua origem na qual vários a reclamam. Possivelmente inventada na dinastia Qing (1754/1815) por Yi bingshou magistrado da aldeia Yngzhou, na qual alguns habitantes já tentaram patentear o prato. Há quem fale numa origem mais antiga, um prato caseiro da cozinha china na qual pode proceder de 4000 anos A.C., feito a base arroz cozido e salteado em fogo muito alto com verdura e raízes chinas. Uma outra versão seria da época das construções das vias férreas americanas na qual a sua maioria seriam trabalhadores chineses que cobravam entre duas a três taças de arroz branco ao dia na qual deitavam-lhe algo mais por cima para o tornar mais saboroso e nutritivo. Logo quando acabou as construções em 1869 muitos chineses ficaram sem trabalho, havendo alguns mais hábeis que montaram casas de comidas onde elaboravam essas refeições, muitas baseadas no que comiam na altura das construções. Assim nasceram muitas receitas da cultura chino-Americana. Agora noz toca uma versão portuguesa, como um prato tradicional da cozinha de Macau, mais propriamente do Cantão na qual tem o nome de arroz Chau Chau que em língua cantonense (炒飯) sé pronuncia "tchau fan" sendo o seu indignificado “Arroz frito” O arroz é inicialmente cozido em separado, sendo depois frito e envolvido com os restantes ingredientes como; carne de porco, cebolinho, chouriço, presunto,ervilha,ovo, camarão, existindo até uma versão com bacalhau.

Vários debates houve sobre os ingredientes certos, sé leva ou não camarões, porco assado ou fiambre, legumes ou raízes, etc, etc. Uma coisa é certa tem que levar arroz e molho de soja na qual lhe da um sabor oriental, quanto ao resto faça como eu ponha aquilo que tenha por ai (como os chineses americanos) e crie a sua propiá versão. Pode ser servido simples ou como acompanhamento com carnes ou peixe, no meu caso servi com peito de frango grelhado.

Ingredientes
200 gramas de arroz agulha

50 gramas de ervilhas
50 gramas de milho doce (grão)

100 gramas de fiambre em fatias 
1 cenoura
2 ovos
Sal
Molho de soja
Azeite

Preparação
Coza o arroz em bastante água temperada com sal entre 10 a 15 minutos, retire e passe por água fria 2 ou 3 vezes, deixe escorrer. Bata os ovos e faça uma omelete o mais fino possível e corte em trocitos, reserve. Corte o fiambre em tiras ou trocitos, reserve. Descasque a cenoura e corte ao comprido fazendo uma espécie de palitos, logo em trocitos e reserve.
Numa sertã tipo wok aqueça um pouco de azeite comece por saltear os trocitos de cenoura com as ervilhas uns 5 minutos, tempere com o molho de soja a gosto. Junta-lhe o arroz bem escorrido e continue a saltear por mais uns 10 minutos. Adiciona-lhe os trocitos de fiambre, a omelete e o milho, revolva bem durante mais uns 5 minutos. Retifique os temperos e sirva bem quente.




Bom Apetite

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Pollo al ajillo (frango com alho)

Sabem daqueles dias em que entramos na cozinha e gostamos de criar, pois hoje é um dia desses. Dou uma vista no que tenho por aqui e vejo pouca coisa (a que ir fazer compras), alhos e batatas, opss não há cebolas!!!!!. Seguimos, folhas de louro, ervas aromáticas, azeite. Esta dispensa está mesmo vazia, tenho que ir de compras.
Vejamos no frigorifico, uiii nem vale a pena falar, ainda está pior. Espera está aquele frango que não sé fez ontem (pois fomos comer fora), bueno parece que as coisas estão em bom caminho, pois veio-me a cabeça um dos clássicos na cozinha tradicional espanhola em qualquer bar ou restaurante espanhol. Sempre referenciado nas cartas como sugestão para picar, bem simples e fácil de fazer. Os espanhóis fritam em azeite com alho troços de frango aromatizados com ervas, eu como estou numa de criar resolvi levar esta receita ao forno com umas batatinhas ao murro, mais ao estilo português.

Ingredientes
1 frango médio
1 quilo de batatas medias (mais para ao pequeno)

1 copo de vinho branco
1 cabeça de alho
1 ramo de tomilho seco
1 ramo de alecrim seco
1 folha de louro
Sal grosso
Flor de sal (pode usar sal marinho grosso)
Azeite

Preparação
Corte o frango em troços e limpe de gorduras e alguma pele indesejável, banhe os troços de frango em azeite e tempere com o alecrim, tomilho, louro e cabeça de alho desfeita e os dentes ligeiramente pisados com a casca. Deixe repousar uns 30 minutos no mínimo para tomar gosto.
Entretanto lave bem as batatas com a pele e coza em bastante água temperada com sal grosso, depois de cozidas escorra e deixe arrefecer. Distribua os troços de frango num tabuleiro juntamente com os temperos (acrescente um pouco mais de azeite sé necessário), regue com o vinho e salpique com a flor de sal. Leve ao forno pré-aquecido 180º/200º apenas com o Grill ligado entre 30 a 40 minutos dando-lhe volta aos troços de frango de vez em quando. Junta-lhe as batatas com um ligeiro murro e deixe mais uns 10 minutos, sirva de imediato.


Bom apetite



domingo, 12 de fevereiro de 2017

Peito de frango enrolado em bacon com lentilhas

Depois de um fim de semana que não parei por aqui (tempo dedicado a família) e porque o friozinho ainda sé sente, nada melhor que um prato reconfortante e nutritivo. Já aqui falei sobre as lentilhas um cereal simples, com distintas variedades, como as verdes, pardinas, vermelhas e de Puy. Todas com um grande valor para a saúde. Ricas em várias vitaminas e hidratos de carbono, etc.

Ingredientes200 gramas de lentilhas
500 gramas de peito de frango
150 gramas de bacon fumado em fatias
1 cenoura
1 penca de aipo
1 dente de alho
1 copo de vinho branco
2 folhas de louro
Azeite quanto baste
Pimenta a gosto
Sal fino

Preparação
Deixar as lentilhas de molho e água de um dia para o outro (sendo das pardinas com 4 horas chega). No dia em uma panela coloque as lentilhas escorridas, acrescente o alho descascado e picado , a cebola descascada e picada, a cenoura lavada e as rodelas, o aipo lavado e as rodelas e as folhas de louro. Regue com um pouco de azeite e cubra tudo com água, leve a cozer em lume baixo durante uma hora. Tempere de sal e pimenta a gosto depois de cozidas, reserve.
Limpa e lava os peitos de frango e corta em dados, envolve-los nas fatias de bacon e prende com palitos. Doara-los ligeiramente em sertã com um fio de azeite e acrescente o vinho, deixe ferver para evaporar o álcool e coze uns 10 minutos em lume médio. Junta as lentilhas e deixe cozer mais uns 10 minutos, retifique os temperos e sirva.



Bom Apetite

domingo, 29 de janeiro de 2017

Caldo de peixe e marisco mediterrânico

Até porque ainda faz frio, nada melhor que um caldinho ou uma boa sopa bem quente. Assim hoje para combater um pouco este frio vamos fazer uma das sopas que é um clássico na cozinha mediterrânea, além do mais bastante simples de fazer. Um prato outrora de gente pobre, de pescadores que hoje em dia anda na mais alta gastronomia mediterrânea.

Além disso as sobras de um caldo de peixe e sempre reutilizável mais tarde para enriquecer outros guisados, molhos, asados, arrozes de mariscos, paellas ou fideuá, etc. No frigorifico aguenta uns 3 dias no máximo, já congelado aquenta muito tempo e pode ser de auxílio para futuros pratos. Eu costumo congelar badejas de fazer cubos de gelo, estando feitas retiro e coloco numa saca etiquetada, assim o terei em pequenas doses para reutilizar.

Ingredientes
500 gramas de cabeças de peixe branco
300 gramas de camarões descascado
250 gramas de ameijoas
1 cebola
2 dentes de alho
1 cenoura
1 alho francês
1 folha de louro
1 ramo de salsa
Cebolinho (opção)
4 fatias de pão de forma
100 gramas de tomate triturado
Azeite quanto baste
Flor de sal marinho
Sal
Filamentos de açafrão

Preparação
Tosta o pão, reserve. Coloque as ameijoas de molho em água com um pouco de sal para largar alguma areia. Limpar o alho francês e pelar a cenoura, lavar e cortar em troços. Lavar as cabeças de peixe e colocar a cozer uns 25 minutos juntamente com o alha francês, a cenoura, a folha de louro e o ramo de salsa. Durante a cozedora vá retirando a espuma que sé forma, estando cozido coe o caldo e reserve, separe as febras das espinhas, reserve.
Num tacho grande com um pouco de azeite dourar os alhos descascados, apague o lume e retira-los e triture-os juntamente com o pão tostado e alguns filamentos de açafrão. Deslie com um pouco de caldo, reserve. Volte a pôr o tacho ao lume e no mesmo azeite coloque a cebola bem picada para refogar, adicione o tomate e refogue uns 10 minutos e junta-lhe o preparado de pão com alho, mexa bem e cubra com o caldo reservado. Deixe levantar fervura e acrescente as ameijoas escorridas e os camarões, tempere com flor de sal e tape o tacho. Deixe cozer uns 5 minutos e junta-lhe as febras de peixe, sirva bem quente enfeitado com cebolinho.


Bom apetite