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sábado, 14 de junho de 2014

Talharins com coelho frito


Esta receita não tem nada de especial, até porque se trata de uma reedição (aqui), só tive que substituir os espaguetes por talharins. O resto é bem fácil, rápida, como já havia dito, “Serve para aqueles dias e que chegamos cansados com muita fome, mas não apetece fazer nada”. Trata-se de uma receita muito nutritiva ( por causa da massa ) e saborosa. Desta vez vamos incrementar com uma malagueta para ficar bem picante.



Ingredientes
1 coelho novo
300 gramas de talharins
3 dentes de alhos
1 ramo de salsa picada
1 folha de louro
1/2 copo de azeite
Malaguetas (piripiri)
Sal quanto baste

Preparação
Corte o coelho aos troços ( pelas juntas ) e tempere de sal, os alhos picados, o louro partido e as malaguetas partidas ao meio, acrescente o azeite e deixe ficar nesta marinada pelo menos 30 minutos para que tome gosto. Coza os talharins à “La dente” ( numa panela com água a ferver temperada de sal e um dente de alho, verta um fio de azeite e coza os talharins na qual deve ficar cozidos mas rijos, retire do lume e deixe a escorrer ). Numa frigideira grande frite o coelho no próprio azeite da marinada, quando estiver o coelho frito retire, com o azeite e fora do lume retire os alhos queimados e salpique com a salsa picada, verta por cima dos talharins e misture e sirva com o coelho por cima.


Bom Apetite

domingo, 8 de junho de 2014

Cachopo de Pavo (peru)

Seguindo a teoria do meu ultimo post da receita do Bife a milanesa, por aqui também existem umas variantes muito engraçadas, trata-se dos libritos ( já publicados aqui ) e o cachopo. O cachopo prato típico das Astúrias, onde existe uma variante deste prato muito original. A palavra Cachopo em espanhol tem como a referir-se a uma arvore seca e oca no tronco, daí talvez chamar este panado de carne recheado de "cachopo".

Este prato típico da cozinha asturiana, feito com dois grandes filés de carne e incluindo presunto e queijo, depois de ter sido revestido com pão ralado e ovo, na qual depois de frito deve ser consumido ainda quente e é geralmente servido com batatas, pimentões ou cogumelos.

Sendo assim desde desta formula original surgiram Cachopos com varias variantes, como o de peixe, frango, peru, carne de porco. Sem falar nos recheios que também variam desde com frutos do mar, carne seca, cogumelos, pimentão, queijo, aspargos, etc. Por aqui até existe uma espécie de confraria a este prato na qual na publicação de guias e caminhadas aos Cachopos, destaca os restaurantes onde são servidos melhor. Aqui fica a minha sugestão um cachopo simples de peru com ingredientes básicos, mas querendo vocês podem incrementar a vossa maneira, pois cozinhar também é uma arte.



Ingredientes
2 bifes grandes de peru (200 gramas de carne cada)
8 fatias de bacon sem coirato
8 fatias de queijo cheddar (pode usar outro da vossa preferência)
3 ovos
Farinha de trigo quanto baste
Pão ralado quanto baste
Sal
Pimenta



















Preparação
Abrimos o bife ao meio (como um livro) com a faca, temperamos de sal e pimenta a gosto. Num dos lados coloca-se 2 fatias de bacon, por cima 3 de queijo e completam-se com mais 2 de bacon, fecha-se com a outra parte e passa-se pela farinha de trigo, os ovos batidos e por fim o pão ralado, frita-se em óleo bem quente. Deixe secar um pouco e sirva ainda quente.


Bom apetite

sábado, 7 de junho de 2014

Bife à Milanesa

Hoje tem comidinha caipira, isso mesmo trata-se do bife à milanesa, uma espécie de um panado com origem na cozinha que se tornou popular na maioria dos países em especial na America latina (Brasil). Feito com carne de vitela na qual são cortados em bifes temperados e fritos em oleo quente após serem empanados com ovos batidos e farinha de pão ralado. Com a denominação usada na Itália e também noutros países a tradicional costeleta “cotoletta alla milanese” de onde nasceu esta variante na qual originalmente era feita com o próprio osso da costeleta e frita em manteiga em vez de óleo. Em Portugal estes bifes carinhosamente chamados de "panados" ou “panadinhos”, tradicionalmente feitos com carne de porco, também podem ser feitos com carne de vaca normalmente cortado em fatias pequenas e finas, como para pregos ou na forma de bifanas. O tempero pode variar muito sendo o básico de apenas sal e pimenta, assim como alho picado, sumo de limão, piripiri, etc. Passados por ovo e pão ralado antes de serem fritos, mas também podem ser passados por farinha de trigo na qual lhe da um crosta mais crocante, inclusive podem igualmente misturar-se alguns condimentos na farinha ou no pão ralado, assim como salsa picada.

Em alguns países da Europa e médio Oriente, assim como nos EUA estes panados são feitos com carne de vitela, conhecidos com o nome de “Wiener Schnitzel”, ou simplesmente “Schnitzel”, Tanto os bifes à milanesa,os panados ou os schnitzel podem ser consumidos como uma sanduíche ou como um prato principal duma refeição, 

A costeleta à milanesa (cotoletta alla milanese) de onde saiu o bife provavelmente surgiu na própria cidade de Milão com origens gregas. Certos relatos mais antigos desse prato são do escritor italiano Pietro Verri que, em seu livro “Storia di Milano”, refere um documento de 1148, segundo o qual em um almoço na basílica de Santo Ambrósio e Milão, fora servido um prato de “lombos cum panitio” (costeleta de vitela panada).

No entanto, a difusão do bife à milanesa pelo mundo é atribuída aos austríacos, o Schntzel muito parecido ao bife à milanesa, ainda hoje existe uma disputa sobre qual destas iguarias será a original.

Ingredientes
800 gramas de bifes de vitela bem finos
3 dentes de alhos bem picados
Sumo de um limão
Pimenta a gosto
Sal quanto baste
3 ovos
Pão ralado quanto baste
Farinha de trigo quanto baste
Óleo para fritar

Preparação

Tempere os bifes com os alhos, sumo de limão, sal e pimenta a gosto e deixe marinar por uma hora. Comece por passar os bifes primeiro pela farinha de trigo, logo nos ovos batidos e por fim pão ralado. Feito esta operação frite-os em óleo bem quente de ambos os lados e deixe repousar sobre papel pardo para retirar o excesso de óleo. Sirva em sandes ou como prato acompanhado com arroz e feijão.


Bom Apetite

Empanadillas

Empanadillas (espanhol) é um pastel geralmente feito com uma massa recheada com vários ingredientes, normalmente frito em óleo quente ou no forno. O seu exterior é textura crocante e contrasta com a suavidade do seu interior, sendo semelhante ao utilizado nos bolinhos de massa. Muito servido em Espanha nos bares ainda quente como uma "tapa" (nome que sé dá aos petiscos nos bares em Espanha).
A empanadilla geralmente salgada com recheios que variam desde carne picada geralmente com alguns vegetais crus ou em conserva, ovo cozido picado,  picada de peixes como atum ou bonito. Nos casos das doces, pode ser batata doce, nozes, marmelo, etc. Uma das mais clássicas na cozinha espanhola na região das Astúrias e a recheada com uma mistura de atum ou bonito (um peixe igual ao atum) picado em molho de tomate e ovo picado.

A massa depois de feita e transformada em rodilhas com um diâmetro de 12 cm, geralmente fechada e selada com ajuda de um molde ou com um garfo, que no final oferece uma forma característica igual aos rissóis ou pastel de fritar.

Ingredientes 
Para o recheio
 600 g de atum em lata ao natural
1 pimentão vermelho
1 cebola
1 dente de alho
 2 ovos cozidos
1 ovo batido
Pimenta a gosto
½ copo de Polpa de tomate
Azeite
Sal
Salsa

Para a massa
 250 g de farinha
1 colher de sopa de fermento de padeiro
100 ml de água
1 colher de chá de páprica
Azeite
Sal

Preparação
Massa
Desfazer o fermento em uma tigela grande com água morna e misture bem. Adicione a farinha, uma pitada de sal e um pouco de azeite. Vire para a pedra da cozinha (banca) e  amasse bem com as mãos. Volte a colocar na tigela, cubra e deixe descansar por cerca de 1 hora.


Recheio
Num tacho com um pouco de azeite adicione os alhos, a cebola e o pimentão picados e deixe estrugir um pouco, tempere de sal e pimenta a gosto e deixe um pouco mais para tomar gosto. Misture o atum desfeito com a salsa picada e os ovos cozidos  picados finamente, coloque a polpa de tomate e um pouco de água. Retifique os temperos e deixe cozinhar por uns 5 minutos.


Montagem
Com um copo largo ou um molde (redondo) devida a massa em porções iguais, coloque no centro um pouco do preparado do recheio, feche. Num tabuleiro de ir ao forno coloque uma folha de papel vegetal e espalhe as empanadillas pinceladas com ovo batido dos dois lados, Leve ao forno pré-aquecido a 180º por 15 minutos. Sirva simples como entrada ou acompanhado com arroz branco.


Bom Apetite

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Salmão na chapa com salteado de batatas e couve flor


Ultimamente tenho andado um pouco sem aparecer por aqui, pois por esses dias tenho tido muito que fazer e dedicado um pouco mais a família, especialmente aos fins de semana que a minha cara metade tem podido estar por casa sem trabalhar. Mas também não voz quer amassar com as minha lamurias, portanto vamos logo a receita de hoje. Depois do Bacalhau o salmão e o peixe que mais gosto. A cor vermelha do salmão é devido a um pigmento, o salmão é basicamente um peixe branco, o pigmento vermelho é feito através das algas e dos organismos unicelulares que são ingeridos. O salmão adulto é alimento de focas, ursos, tubarões, baleias e seres humanos. Como fonte alimentar para os humanos, destaca-se por ter alto teor de ômega 3.Os japoneses são seus maiores apreciadores, na qual é muito conhecido como o peixe do sushi. O salmão pode ser preparado de varias maneiras, fatiado cru como sashimi, defumado, grelhado, assado e ensopado. Trata-se de um peixe de sabor riquíssimo e muito versátil.


Ingredientes
4 postas de salmão

6 batatas grandes
½ couve flor verde
2 dentes
100 gramas de tiras de bacon fumado

1 limão
Azeite
Sal
Pimenta

Alecrim

Preparação
Tempere as postas do salmão com sal, pimenta, limão e os alhos bem picadinhos, regue com um bom fio de azeite e deixe repousar 1 hora pelo menos para apanhar gosto. 
Entretanto coza as batatas com a pele em água temperada com sal, estando cozidas escorra da água e reserve. Coza a couve flor em pencas em água temperada de sal deixando um pouco rixas. Aqueça uma chapa de grelhar e grelhe ai o salmão com um pouco do azeite do tempero, retire as peles as batatas e parta em pedaços iguais. Numa frigideira grande com um fio de azeite aqueça as tiras de bacon e salteia as batas com as pencas da couve flor. Sirva o salmão com o salteado de batas e couve flor polvilhado com um pouco mais de alecrim. 


Bom Apetite

sábado, 31 de maio de 2014

Camarões em Alho

Gambas al ajillo, como são chamados em Espanha, trata-se de um dos pratos mais popular na culinária espanhola, mais nas regiões sul e centro de Espanha. Normalmente servido nos bares como “tapa” ( nome que sé da aos petiscos e aperitivos servidos nos bares Espanhóis), fazendo parte dos pratos típicos da cultura do bar em Espanha, chegando até em certos sítios a ser servidos como prato principal.

Ingredientes 
600 gramas de camarões frescos descascado
4 dentes de alho
1 malagueta
Azeite
sal
salsa picada


Preparação
Descasque os dentes de alhos e corte em laminas, frite no azeite até ficarem ligeiramente dourado. Acrescente a malagueta cortada ao meio com os camarões e deixe alourar um pouco mexendo sempre, tempere de sal e deixe apurar um pouco mais, polvilhe com a salsa picada e sirva imediatamente.

                                Servido com uma tapa de atum e gambas

Bom Apetite

domingo, 18 de maio de 2014

Sal-de-unto

Nas Gafanhas não fará falta tentar explica o que é sal de unto, pelo menos aos mais velhos. Já com esta malta mais nova a historia (creio eu) será outra, possivelmente alguns já ouviram falar, outros nem fazem ideia do que é. Teoricamente podemos dizer que “sal-de-unto” é sal com a banha derretida, ou seja, depois de fazer os rojões (á moda da Gafanha) na caldeira acrescenta-se o sal grosso na qual o resultado será o sal de unto. Possivelmente a sua origem poderá estar nos pescadores, pois segundo sei por pessoas mais velhas, levavam este preparado nas suas longas viagens de faina pelo mar adentro. O unto (Banha) que é uma gordura animal, neste caso a do porco que outrora por terras das Gafanhas era a única manteiga que o povo conhecia, hoje em dia desprezada pelo seu potencial poder de aumentar o colesterol.
Concordo plenamente que o (excesso) sal faz mal, assim como o a gordura (neste caso unto de porco) e muito prejudicial ao organismo, mas comer uma caldeirada de peixe sem sal de unto é como comer bacalhau à lagareiro sem azeite. O sem uso da um paladar a caldeirada com um cheiro irresistível, assim como o seu uso na confecção em certos pratos na qual os mais antigos são verdadeiros espertos. Essa malta mais jovem pode chamar-me maluco e estarão perguntando “que é isso?”, “que mistura é essa?”, “faz mesmo mal a saúde?”.
Pois em minha opinião as coisas que comemos só fazem mal quando comidas em excesso, Devemos ter moderação com esses certos alimentos ou condimentos, não exagerando. Afinal de conta a sabedoria dos mais velhos tem que ser levada em conta, “quando tem que ser tem que ser”. Sendo assim fiz uns rojõesitos e aproveitei para fazer um pouco de sal de unto pois cá por casa ainda vamos um pouco com uma cozinha tradicional (fazendo mal ou não) a antiga Portuguesa.



 Preparação
Depois dos rojões feitos (ver postagem anteriorAqui ), limpa-se com uma escumadeira toda a caldeira de torresmos e migalhas que possa ter largado as carnes ficando só a banha derretida na qual mistura-se uma boa quantidade de sal grosso marinho. Mexe-se bem para misturar bem e diluir um pouco o sal, apaga-se o lume e deixa-se arrefecer um pouco antes de o retirar para um pote. Depois de frio o sal vai ficar gorduroso e estará pronto para ser usado, quanto mais tempo repousar mais saboroso estará.

Bom Apetite

sábado, 17 de maio de 2014

Rojões (reedição)

Os “rojões” são pedaços de carne de porco sem osso, mas com alguma gordura, geralmente da perna. 
Na região do Minho são elaborados em uma marinada de uma dia para o outro numa mistura de vinho, alhos,sal, pimenta, louro e colorau. A carne é alourada em banha e misturada com a marinada, deixando-se estufar em lume brando. No fim, junta-se sangue e fígado de porco cozido juntamente com batatas alouradas na própria gordura. Juntam-se todos estes ingredientes já cozinhados, salpicam-se com cominho e servem-se com pedaços de limão e salsa picada. 

Já lá para o lado sul de Portugal em terras alentejanas soa-se fazer os rojões na qual a carne é envolvida numa massa de pimentão e sal. Envolve-se bem a carne no tempero e deixa-se repousar no mínimo 30 minutos(ou algumas horas) para que tome gosto. Numa frigideira coloque azeite e alho picado, deixar o alho alourar e juntar a carne, deixar selar bem e juntar de seguida vinho branco. Deixar cozinhar bem e servir com batas fritas ou arroz branco.


Norte, sul, agora vamos a centro, mais propriamente nas terras das Gafanhas, por ali os rojões são feitos na sua própria gordura sendo só temperados com sal, normalmente acompanhados com umas batatas cozidas com a pele , legumes cozidos ou uns bons grelos de nabos .Já lavai o tempo em que os mais antigos o faziam em lume de lenha numa caldeira de cobre, para que ficassem bem gostosos o lume tem que ser muito fraco para irem fritando lentamente. Uma coisa voz digo, tirar um rojão grumado da caldeira (meio frito) em cima de uma fatia de broa, é uma verdadeira delicia.

Geralmente faziam-se acuando da matança do porco. Com a chegada do inverno, chegava também a época da matança do porco por quase toda freguesia, pois com a chegada do frio era mais fácil conservar a carne (pouca gente tinha arcas congeladoras) nas típicas salgadeiras.
Também era vulgar depois de os rojões feitos e da caldeira limpa de todas as migalhas das carnes (apenas com a gordura derretida), fazer sal de unto. Um verdadeiro condimento imprescindível para quase toda a comida que se fazia antigamente, mas isso fica para a postagem seguinte, hoje vamos aos rojões que não tendo lume serão feitos mesmo numa caldeira normal e num fogão.


Ingredientes
300 gramas de toucinho de porco
2 quilos de carne de porco mista entre entremeada e pá

Sal grosso quanto baste (preferência marinho)


Preparação
Não tendo um bom borralho (lugar na cozinhas dos lavradores a onde sé acede o lume a lenha) e uma caldeira de cobre como manda a tradição, usaremos mesmo uma caldeira normal e feito num fogão (placa). Cortaremos o toucinho em pequenos pedaços e sem coirato e a restante carne em pedaços maiores (entre 4 a 5 centímetros cúbicos), tempera-se de sal. Leva-se a caldeira ao lume forte com uma pouca de água e o toucinho, quando a água ferver reduzir o lume para brando e introduzir as restantes carnes e o coirato. Mexer de vez em quando para não pegar, ter atenção de se o lume estiver forte reduza para mais baixo (tente ter uma temperatura que não frite muito a carne). Quando a carne começar a ficar dourada estará os rojões prontos, retire-os e se ainda houver toucinho por derreter deixa-se mais um pouco (nesta faze é quando sé fazem os torresmos), depois e só servir com o que mais voz apetece. No meu caso servi com batatas,cenoura, nabos e grelos cozidos


Bom Apetite


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Empadão de arroz com frango


Aqui esta uma boa maneira de reciclar alguns restos, principalmente depois de dias de festas na qual a muitas sobras. Vamos fazer um empadão que é muito confeccionando em Portugal, sendo também muito popular no Brasil. Normalmente é uma preparação feita no forno, em que se coloca um recheio, que pode ser de carne, frango, atum, bacalhau, etc. dentro duma massa de farinha de trigo ou entre camadas de purê de batata ou de arroz. 
Não tendo restos pode simplesmente cozer o frango só em água com sal e aproveitar a água para fazer o arroz, depois é só seguir a receita abaixo.

Ingredientes
400 gramas de sobras de frango cozido ou assado
300 gramas de arroz cozido
2 dentes de alho picado
1 cebola media picada
1 copo de vinho branco
1 folha de louro
2 tomates maduros sem pele e triturados
200 gramas de queijo mozarella em fatias

Chouriço de carne quanto baste
Bacon quanto baste
Azeite
Sal

tabasco



Preparação
Leve a refogar num tacho um pouco de azeite com a cebola, os alhos a folha de louro . Quando a cebola ficar transparente junte o frango desfiado e o triturado de tomate, deixe refogar um pouco e junte o vinho, tape e deixe apurar. Retifique o de sal e adicione tabasco a gosto, mexa bem e apague o lume, deixe repousar por uns minutos
Deite metade do arroz num tabuleiro de ir ao forno e cubra com o refogado de frango e sobre este as fatias de queijo, cubra com o restante arroz. Disponha por cima rodelas de chouriço e tiras de bacon, leve ao forno até ficar tostadinho. Sirva acompanhado de uma salada.

bom Apetite

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Sobrecoxas de frango recheadas e maças assadas

Sexta-feira chega-se tarde e não sabe o que fazer para o jantar, ao demais não sé deixou nada preparado. Vejamos, “abre-se o frigorifico, haver-haver”, tiramos bacon, sobrecoxas de frango e aquele queijinho bola Limiano (Com o seu aspecto tradicional e tosco, este queijo flamengo em Bola com o nome de Limiano é a referência da marca e é impossível de confundir esta iguaria dos Açores) que ainda esta por cortar, "ok batatas não há, mas tenho maças".
A maçã sempre foi uma importante fonte alimentícia em regiões de clima frio. Provavelmente, a macieira é a árvore cultivada há mais tempo pelo homem. É a espécie de fruta, à exceção dos cítricos, que pode ser conservada durante mais tempo, conservando boa parte de seu valor nutritivo. Entre varias espécies temos as maças verdes com certas propriedades medicinais ao nível dos mal-estares internos, é anti-inflamatória do aparelho digestivo; antiácida; antidiarreica e suavemente laxativa; diurética e depurativa; anticatarral em problemas de brônquios ou tosse, anticolinesterático, hipotensona, baixando a pressão sanguínea; sedativa, antitabagista (manter uma dieta com maçã verde ajuda a abandonar o vício do tabaco) e anticancerígena. Quem diria o que uma maçãzinha pode fazer. Fruto da Macieira (árvore) a maçã verde é uma das mais consumidas na qual podem-se consumir de varias maneiras.

Ingredientes Para 4 pessoas

4 maças verdes
4 sobrecoxas de frango
4 fatias de queijo Limiano 

(ou outro de sua preferência)
 4 fatias de Bacon
1 colher (das de sopa) de manteiga
Sal
Pimenta a gosto
Um fio de azeite












Preparação
Desosse as sobrecoxas tirando o osso tentado deixa-las o mais inteiras possível com a respectiva pele. Abre-as uma a uma e tempere de sal e pimenta a gosto coloque uma fatia de queijo e uma de Bacon em cada uma, enrole e prenda com um ou dois palitos. Num tabuleiro de ir ao forno disponha as sobrecoxas recheadas. Lave bem as maças e corte ao meio, retire os caroços e coloque no mesmo tabuleiro com a parte cortada para baixo, por cima das sobrecoxas deite um fio de azeite e por cima das maças coloque a manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 180º entre 30 a 45 minutos ou até estar tudo assado. Pode acompanhar com um arroz de cenoura ou branco

Bom Apetite

domingo, 4 de maio de 2014

Paella mista (reedição)


Ultimamente tenho visto por aqui na blogosfera muitos pratos de arroz e pensei que tal voltar a editar uma receita de paella, até por que foi uma das primeiras que editei.

O nome paella vem do latim "patella", (existem varias versões, mas acho que esta é a mais plausível) espécie de bandeja usada na Roma antiga, onde eram colocadas as oferendas aos deuses, em rituais de fecundação da terra. Daí o prato ser chamado paella devido à paellera uma espécie de frigideira (parecido com a bandeja romana) rasa e grande (diâmetro mínimo de 30 cm), com duas alças de ferro ou aço, onde são preparados vários pratos da culinária valenciana, como o arroz negro e o fideuá (Massas). O formato da paella favorece o cozimento do arroz por igual. Na comunidade valenciana assim como em toda Espanha associa a paella a um evento festivo. Devido a sua preparação laboriosa e a seus ingredientes serem de certa forma um luxo para a maioria da população, só quando havia uma festa, a paella era o prato escolhido. Tradicionalmente era cozida em um fogo à lenha, preferencialmente ao ar livre e normalmente preparado por homens.

De origem nos séculos XV e XVI, na região de Albufera (Valência), região de grandes arrozais e de grande produção de verduras frescas. Era feito pelos camponeses que partiam para o campo com a paellera que na hora do repasto com o arroz, azeite e sal, agregavam ingredientes da caça, legumes da estação e as sobras que possuíam. Normalmente sempre feita no fim da tarde.

Há diversas receitas, mas a autêntica paella valenciana é a união de vários alimentos característicos da região como o arroz, frango, coelho, pato e uma variedade de feijões verdes, tomate, azeite e açafrão (que dá a cor amarela característica do prato). Ocasionalmente pode se adicionar alcachofras e caracois, alguns também adicionam ervilhas. Com a difusão da paella pela costa, foram acrescentados certos mariscos, como choco, camarões, lulas, lagostins, amêijoas mexilhões, polvo, até tornando-o um prato misto (terra e mar).

Em suas diferentes variações, encontram-se ainda as paellas marinheiras (peixe e mariscos) e a paella negra com tinta de lula.

Ingredientes

6/8 pessoas
1 cebola
3 dentes de alho

1 cenoura
1 pimentão verde pequeno
1 pimentão vermelho pequeno
400 gramas de arroz bomba
300 gramas de frango aos pedacinhos
300 gramas de entrecosto aos pedacinhos
200 gramas de miolo de amêijoas
300 gramas de camarão cosido
200 gramas de ervilhas ou feijão verde pouco cozido
1 limão para enfeitar
sal
azeite
mexilhões com casca quanto baste
1 colher (das de sobremesa) de açafrão
uma pitada de tomilho,pimentão doce,pimenta negra,noz moscada, cravinho (querendo pode comprar uns pacotinhos de sazonador que já tem as misturas perfeitas para paella)


Preparação

Aqueça uma goleada de azeite numa paellera (não tendo uma paellera, pode usar uma frigideira muito grande). Ponha as carnes a alourar de 5 a 10 minutos, voltando de todos os lados. Tempere de sal e acrescente os alhos, a cebola, os pimentões picados e a cenoura ralada e aloure mais 5 minutos. Acrescente o arroz, mexa e ponha 100 cl água a ferver onde dissolveu as especiarias ou o sazonador, deixe cozer durante 10 minutos em lume forte,reduza para lume fraco acrescente as amêijoas e alguns camarões. Retifique o tempero de sal e continue a cozedura por mais 15 minutos acrescentando água  sé necessário, mexa frequentemente com uma colher de pau. A quem diga que uma boa paelha tem que pegar, por isso não sé pode mexer.

Quando estiver quase pronto (5 a 10 minutos antes) acrescente por cima as ervilhas e os mexilhões e os restantes camarões a tempo de tomarem gosto, enfeite com gomos de limão e sirva de imediato.





Bom apetite

sábado, 3 de maio de 2014

Torta de cacau e café

Mês de maio, começamos com uma receita bem doce. Maio é o quinto mês do calendário com 31 dias. O seu nome é derivado de uma deusa romana da fertilidade. Outra versão aponta a origem à deusa grega Maya. Mas o mais importante de tudo é que maio é o mês de Maria, mãe de Jesus, segundo a igreja católica.
E no 1º domingo de maio em Portugal celebra-se o dia da mãe, por isso nada melhor presente-ala com uma boa torta.

Ingredientes 

Para a massa
1 chávena (das de chá) de farinha
½ chávena (das de chá) de açúcar
2 colheres (das de sopa) bem cheias de cacau em pó
4 ovos
Papel vegetal quanto baste
Manteiga para untar quanto baste

Para o recheio
½ litro de leite
1 chávena (das de chá) de açúcar
1 colher (das de sopa) de farinha maisena
1 colher (das de sopa) rasa de manteiga
1 colher (das de sopa) de café solúvel
3 gemas de ovos
Cacau em pó quanto baste para polvilhar

Preparação
Primeiro fazemos o recheio, comece por ferver o leite, dissolva o café solúvel e reserve. Numa vasilha bata as gemas com o açúcar até obter uma gemada clara e volumosa, junta-lhe a farinha maisena e mexa. Em fio verta a mistura de leite nas gemada mexendo sempre, verta este preparado para um tacho, vai ao lume brando mexendo sempre até engrossar. Retire e misture a manteiga, deixe arrefecer.

Agora faça a massa, separe as claras das gemas. Bata as claras em castelo adicionando o açúcar aos poucos até ficarem firmes, deite as gemas nas claras e bata levemente ate ficar uma mistura clara e adiciona-lhe a farinha e o cacau peneirados, envolva tudo delicadamente. Verta a massa num tabuleiro forrado com o papel vegetal e barrado com manteiga, vai ao forno pré-aquecido a 180º graus entre 10 a 12 minutos. Desenforme sobre um pano e deixe arrefecer um pouco.

Montagem
Retire o papel vegetal e barre a massa com o recheio. Com a ajuda do pano enrole a torta e coloque numa travessa, guarde no frigorifico até servir. Antes de servi-la apare as pontas para ficarem certas e polvilhe com o cacau em pó, enfeite a gosto.



Bom apetite

sábado, 26 de abril de 2014

batatas à toscana

A cozinha toscana (A Toscana é uma das maiores regiões italianas em território e número de habitantes) consiste sobretudo em pratos simples, caseiros e tradicionais, basta dizer que esta região de Itália, na culinária tem influencia em quase todos os pratos de origem italiana.
E porque à toscana?,
Podemos dizer literalmente que o seu significado é dizer que é simples com tradição, pobre, caseiro, um prato que noz faz lembrar o comer das nossas avós. O tempo das cozinhas a lenha na qual a confecção dos alimentos eram simples, os produtos do quintal, o uso de animais pastando livremente como, galinhas, perus, gansos, coelhos, porcos e etc..
Presente hoje de uma maneira mais disfarçada na cozinha moderna, nos pratos gourmet, no menu das grandes festas. Mesmo assim esta cozinha à antiga seguira influenciando a preparação por muitos anos. Isto e Toscana!!!


Ingredientes
800 gramas de batatinhas novas
4 tomates maduros e pelados
3 dentes de alhos com casca
4 colheres (das de sopa) de azeite
1 colher (das de café) de oréganos secos
1 folha de louro
Sal quanto baste
Pimenta a gosto

Preparação
Descasque as batatinhas, lave e deixe escorrerem, numa frigideira com o azeite e os dentes de alhos esmagados, acrescente as batatinhas e deixe alourarem. Adicione os tomates triturados, a folha de louro e tempere de sal e pimenta, deixe ferver 2 ou 3 minutos mexendo sempre, verta para um tabuleiro (de preferencia refratário) e leve ao forno pré-aquecido 180º durante 20 minutos aproximadamente. Retire e polvilhe com os oréganos e sirva com peixe ou carne assada.


Bom apetite

Arroz de Tamboril

O tamboril é um peixe bentônico, que vive junto do fundo do mar, também pode ser encontrado em zona de maré até aos 600 metros de profundidade. A camuflagem eficiente do tamboril contra o fundo do mar é essencial para a sua sobrevivência assim como para caçar. Com a cabeça desproporcionalmente grande e uma boca semicircular munida de dentes muito pontiagudos na qual podem ser perigosos. Em adulto pode chegar aos 170 cm de comprimento. O tamboril é um dos peixes tradicionais na gastronomia portuguesa, sendo confeccionado um pouco por todo Portugal.

Ingredientes
Tamboril: 5 a 6 postas
250 gramas de camarões
200 gramas de arroz
3 colheres (das de sopa) de Azeite

1 cebola
2 pés de cebolinho
2 tomates bem maduro
2 dentes alho
2 folhas de louro
1 raminho de salsa
1 raminho de coentros
1 malagueta
Sal e pimenta quanto baste

Preparação
Ferva 2 litros de água temperada de sal e os cebolinhos e a malagueta aberta. Coza nessa água os camarões durante 3 ou 4 minutos. Retire os camarões, tira-lhe as cabeças e descasque-os e reserve, com as cabeças esmagadas e as cascas volte a por na água (Sé comprar tamboril fresco utilize a cabeça) e deixe cozer em lume forte 20 minutos para fazer um fumet.

Num tacho grande (que leve tudo), faça um refogado com o azeite e a cebola bem picadinha, alho picado e o louro inteiro. Quando a cebola estiver translúcida tempere com sal (pouco sal, pois o fumet já este temperado) e pimenta a gosto, adiciona-lhe o ramo de salsa e os tomates triturados. Deixe cozer por uns minutos para apurar os sabores. Junte as postas de tamboril com um pouco de água até os cobrir. Quando o peixe estiver cozido, retire-o para um prato e reserve.
Junte o arroz e o fumet e mais água sé necessário, deixe cozer até ficar um arroz malandrinho. No final retire a salsa e o louro e com o lume apagado junte novamente o peixe e os camarões com coentros picados e tape por uns minutos para perfumar e sirva de imediato.



Fumet
Fumet em Frances é um caldo de peixe concentrado (concentrado básico de cozinha) feito a partir de restos de peixes (limpos de tripas e vísceras) na qual o resultado final e um caldo forte e com um sabor intenso. Para fazer um bom fumet leva-se a ebulição num tacho os restos de peixe e marisco cortados em pequenos pedaços durante um máximo de 20/25 minutos. 
Durante o processo de cozedura tem de sé retirar a espuma (eliminação de espuma que se forma na parte superior da panela) e desengordura-mento (removendo a gordura que se forma nas laterais) o caldo tem que ficar o mais limpo e claro possível. No final do processo passar por uma peneira ou um coador chino para descartar os sólidos. A curta duração do processo de cozimento (20/25 minutos) é para evitar os maus sabores por excesso de cozedura.

Bom Apetite

sábado, 19 de abril de 2014

Salada de abacate com delicias do mar

Páscoa tempo de passagem, mudar e renascer. Deixamos que esta época do ano entre nas nossas vidas e faça toda a diferença.

Boa Páscoa a todos......................

Sabendo que estes dias são dias complicados um pouco por todas as cozinhas, resolvi publicar uma receita simples para não complicar mais. Trata-se de uma entrada muito simples de fazer na qual poderá incrementar o vosso menu do domingo de Páscoa.

Ingredientes
3 abacates maduros
250 gramas de delicias do mar
2 colheres (das de sopa) de azeite
2 limas
Sal e colorau quanto baste
Pimenta a gosto

Preparação
Desfie as delicias e coloque-as numa tigela, tempere de sal e pimenta e regue com metade do azeite. Retire a raspa de uma das limas e extraia o sumo das duas, coloque em uma tigela e tempere de sal e pimenta e um pouco de colorau, adicione o restante azeite. Mexa bem e reserve. Abra os abacates ao meio e retire o caroço, corte a polpa em cubos e junte ao molho preparado. Com um molde redondo disponha em pratos individuais. Fazendo uma camada de cubos de abacate outra de delicias e cubra com mais cubos de abacate, polvilhe com colorau e decore a gosto.


Bom Apetite

sábado, 12 de abril de 2014

Folar de Carne

 
Folar é tradicionalmente o pão da Páscoa em Portugal

Em tempos muito remotos o Folar era o presente que os padrinhos e madrinhas davam aos seus afilhados na Páscoa para quebrar o período de jejum. Sendo assim podemos presumir que o folar simboliza um ninho (união) e os ovos (fertilidade) uma nova geração. Deseja-se felicidade quando se lhe oferece um folar a alguém.
Também sé denominava Folar a recolha que os padres faziam nas casas dos seus paroquianos durante a visita pascal no Domingo de Páscoa, costumes e tradições que sé vai perdendo ao longo dos anos.
O Folar assumia-se assim como um elogio à fartura. Sem esquecer, naturalmente, que se tratava de uma espécie de pão, elemento básico e estruturante da alimentação. Hoje em dia nos termos culinários o folar é, de uma forma genérica, uma massa de trigo sempre levedada com fermento padeiro e ovos e a sua confecção varia conforme as regiões de Portugal e vai desde o salgado ao doce. Nalgumas receitas é encimado por um ovos cozidos com casca que é o caso do Folar nas Gafanhas (região litoral centro).
Mais particularmente na região norte ( Trás-os-Montes, Chaves e Valpaços) o folar é confeccionado, sendo recheado com carnes de porco e de vitela, presunto, salpicão, linguiça, lombinhos de coelho, de cabrito ou de frango, entre outros ingredientes possíveis. Na sua confecção, são ainda usados ovos, banha e azeite.
como já publiquei o folar (Aqui) com ovos encima, hoje vou publicar uma versão mais simplificada do folar a moda de Chaves utilizando só carnes fumadas.

Ingredientes
500 gramas de farinha de trigo
20 gramas de fermento de padeiro
50 gramas de manteiga
½ chávena (das de chá) de leite morno                          
1 colher (das de sopa) de açúcar
1 colher (das de sopa) de azeite
1 colher (das de sobremesa) de aguardente
1 pitada de sal
carnes: linguiça, bacon, presunto, salpicão...
6 ovos mais 
1 gema para pincelar


Preparação
Numa vasilha pequena dissolver o fermento no leite morno com o açúcar e deixar repousar 30 minutos. Numa vasilha maior colocar a farinha e abrir uma cavidade na farinha e colocar o fermento dissolvido, com o azeite e a manteiga ligeiramente aquecida. Comece a amassar com as mãos e vá colocando os ovos alternadamente (passar os ovos em água quente para que estejam mornos) adiciona-lhe o sal e a aguardente enquanto se amassa tudo.
A massa deve ficar bem homogênea e macia, deixar levedar bem tapada com um pano branco umas duas horas, até dobrar de volume.
Passado esse tempo abrir a massa e colocar as carnes fumadas em pedaços e fechar a massa em forma de bola e colocar num tabuleiro enfarinhado, deixar repousar mais 30 minutos. Pincela-se com a gema de ovo batida e vai ao forno pré-aquecido 180ºc a 200ºc a cozer entre 30 a 40 minutos.

Bom Apetite

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Tarte de Maças em massa folhada


Já que estamos numa de massas é porque por estas alturas abundam as maças, resolvi fazer uma tartezinha. Para isso resolvi fazer em massa folhada, sim senhor aquela massa crocante e quebradiça a que muita gente adora.
A massa folhada trazida para a Europa pelos árabes, embora a sua origem é muito mais antiga, existem referências para este tipo de massas na Grécia e na Roma antiga. Feita com farinha, gordura (manteiga, banha ou margarina), água e sal, com uma textura crocante na qual é uma de suas grandes atrações.
 



Ingredientes; massa

200 gramas de farinha de trigo
200 gramas de manteiga
1 dl de água fria (aproximadamente)
Sal quanto baste




Preparação; massa
Sobre uma mesa ou a pedra da banca da cozinha despeje a farinha, junte uma colher de manteiga e com as mãos misture e faça um monte.
Abra uma cova no meio e deite aí pouco a pouco a água onde dissolveu o sal, sempre amassando com as mãos molde uma bola e deixe repousar 10 minutos.
Estenda a massa com um rolo e coloque por cima a manteiga cortada em quadradinhos, cubra a manteiga com a massa, volte estender a massa com o rolo e farinha dando-lhe uma forma de retangular. Dobre a massa em três partes e volte a estender e a dobrar da mesma maneira mais três ou quatro vezes. Deixe a massa descansar 10 minutos pelo menos e estenda-a com a espessura desejada para o fim a que se destina.
Esta é uma das muitas maneiras de como se pode fazer massa folhada.

Ingredientes; tarte

Maças quanto baste (de sua preferência)
200 gramas de açúcar
Casca de meio limão
3 gemas de ovo
1 colher (das de chá) de farinha maizena
1 colher (das de sopa) de manteiga
Geleia de maça ou outra qualquer quanto baste



Preparação
Coloque a massa folhada estendida sobre papel vegetal em um tabuleiro e leve ao forno pré-aquecido 180ºc durante uns 15 minutos ou ate crescer e ficar dourada. Retire do forno para arrefecer, entretanto faça um creme, num tacho pequeno ferva o leite com a casca do limão, retire a casca e dissolva o açúcar, deixe arrefecer e junte as gemas mexendo muito rápido para que não coza e engrosse com a maisena, deixe arrefecer.
Espalme um pouco a massa folhada (já cozida), espalhe o creme e disponha por cima as maças com a casca, limpas das sementes em meias luas bem finas. Dissolva uma ou duas colheres (das de sopa) da geleia em água fria e espalhe por cima das maças e leve ao forno uns minutos para dourar.

Bom Apetite

sábado, 5 de abril de 2014

Restos em Massa quebrada



Quantas vezes temos aquelas sobras de um jantar ou almoço (restos de carne assada, guisada, etc. ou até peixe) e não sabemos o que fazer com elas. Muitas vezes essas sobras podem virar uma nova refeição de sé lhe tirar o chapéu, foi o que aconteceu aqui a dias com um resto de carne picada a bolonhesa para uns espaguetes, que foi parar tudo dentro de uma massa quebrada.
A massa quebrada (em Frances pâte de brisée) ou massa pastelaria (tradução típica espanhola do termo francês), também conhecida como massa areada é um tipo de massa dura usada para pequenos bolos, tartes, doces ou salgadas. De preparação rápida e rica em gorduras, o nome deve-se que depois de ir ao forno fica com uma textura quebradiça, com origem francesas, daí o seu nome "brisée" que significa quebrado.
 
Ingredientes
200 g de farinha de trigo.
100 g de manteiga.
1/2 colher (das de chá) de sal fino.
1/2 copo de água ( aproximadamente)

Preparação
Coloque em uma tigela a farinha, faça um buraco no centro e despeje nela o sal (existe umas versões que levam açúcar) e a metade da manteiga em pedaços pequenos. Despeje a água lentamente misturando tudo rapidamente com as mãos até formar uma bola, deve ficar flexível, não pegajosa e ter alguma consistência. Polvilhe com farinha sem amassar e deixe descansar por meia hora aprox.
 Abra a massa em superfície enfarinhada com a ajuda de rolo bem enfarinhada e espalhe por cima da massa os pedaços da restante manteiga, dobre a massa em quatro (para torná-lo mais quebradiça e quase escamosa), volte a abrir a massa e esta pronta a usar.
Sé vai fazer uma tarte coloque a massa aberta no molde e pressione suavemente com os dedos sem quebrar, passe o rolo sobre a borda e retire o excesso de massa e fure com um garfo e leve a assar em forno pré-aquecido em temperatura moderada ate que cresça, retire e recheie com o sabor destinado volte ao forno se necessário.
Para o caso de usá-la com cbertura, pincelá-la com gema de ovo batido com açúcar ou leite para ficar com uma cor dourada.


No caso de querer rechea-la, basta estender a massa colocar em cima de papel vegetal ou numa tigela refretaria (no meu caso) ,colocar o recheio pretendido e dobrar as pontas para cima até cobrir tudo. Leve a forno pré-aquecido moderado (140º a 180º) até crescer e ficar dourada.


Bom Apetite