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sábado, 4 de julho de 2015

Migas de alheira com acelgas e batatas

Quando o tempo é pouco para preparar uma refeição, muitas vezes as pessoas tem tendência em recorrer ao fast food (comida rápida), passando ao lado de coisas simples e fáceis de preparar como uma alheira. Não sendo confeccionada inteira, mas sim desfeita, uma forma simples de preparar alheiras, mantendo aquela harmonia clássica da ligação com as batatas e os grelos cozidos. Também é uma maneira de não sé preocupar com o eventual problema de elas rebentarem.
Tão simples de preparar, pois sempre podemos ter aqueles restos de batatas que sobraram, no frigorifico sempre há algo de verduras e uma alheirazinha na despensa. Querem mais rápido que isto???
No meu caso tinha por aqui umas acelgas, uma verdura com muita fibra, também conhecida por beterraba branca. Sendo uma das verduras mais ricas em vitaminas A e C , boas para problemas do coração, colesterol, pele, cabelo, etc. A acelga é muito apreciada na culinária, sendo utilizada em pizzas, em forma de bolinhos fritos, mas principalmente cozidas com batata cortada em pedaços e temperada com alho frito em azeite por cima

Ingredientes
500 gramas de batatas cozidas com a pele
1 alheira
1 dente de alho
1 molho de acelgas
Azeite quanto baste
Flor de sal quanto baste


(Espertos em Gastronomia aconselham usar a flor de sal usando no final da preparação dos alimentos, até mesmo a própria mesa, e é recomendada especialmente para saladas, carnes grelhadas, peixe e legumes. Tendo a atenção de usar menos sal do que a quantidade normal, porque é mais puro e dissolve-se facilmente com os sucos dos alimentos ou na boca sem dificuldade)

Preparação
Comece por tirar às peles as batatas e parti-las aos pedaços, reserve. Num tacho com água a ferver e temperada com flor de sal, escalde as acelgas devidamente arranjadas e limpas (colocar e retirar imediatamente), reserve. Numa sertã em lume médio com um fio de azeite coloque o alho esmagado e deixe alourar um pouco, acrescente a alheira esmagada e mexa sempre durante uns 5 minutos (a alheira vai largar um pouco de gordura), junte as batatas e envolva tudo até as batatas começarem a dourar. Adicione as acelgas e baixe o lume, volte a envolver tudo e apague o lume, tape e deixe repousar um pouco para harmonizar os sabores.

Bom Apetite

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Costeletas de porco ao mel

Sé tivesse que escrever sobre o mel teria aqui muito que contar Ele é um faz tudo! Tão indispensável como o açúcar, o mel adoça, engrossa , etc. . Um produto indispensável em qualquer cozinha. Vai bem com tudo, especiarias como gengibre, canela, cravo e noz-moscada, frutas secas e mostarda , carnes gordas, porco, pato e salmão, vegetais,rabanete, nabo, cenoura, aipo, etc.
Possui um alto poder adoçante, 2 colheres de mel, equivale a 3 de açúcar. Amacia as carnes e da um toque especial aos assados, É um potencia-dor de sabores nos alimentos. Enfim muito teria que dizer.



Ingredientes
4 costeletas de porco
1 cebola media
1 pimentão verde
2 colheres (das de sopa) de mel
Pimenta a gosto
Sal
Azeite


















Preparação
Numa sertã com um fio de azeite coloque a cebola bem picada e deixe alourar um pouco em lume médio, mexendo sempre. Acrescente as costeletas e vire varias vezes até adquirir um aspecto dourado e acrescente o pimentão limpo e picado, tempere de sal e pimenta a gosto e deixe cozer sempre em lume médio. Quando as costeletas estiverem prontas, apague o lume e deite por cima o mel e deixe 2 o 3 minutos até fundir-se com o preparado. Sirva com legumes cosidos.

Bom Apetite

domingo, 21 de junho de 2015

Tagliatelles com Brócolos e bechamel


Ai dias assim que depois de um dia de trabalho necessitamos algo para repor as forças, algo mais saudável sem qualquer gordura animal,  utilizando um legume como os brócolos que são ricos em vitamina A e C, fósforo, acido fólico, potássio e ferro, tornando-se assim em um alimento muito importante para a saúde. Assim como as massas que ajudam a reduzir o índice glicêmico de um alimento, sendo de grande benefício nutricional. Esta demonstrado cientificamente que quando a massa estiver combinada com outros alimentos saudáveis pode diminuir o índice glicêmico de uma refeição de massas. Uma refeição com base em massas + outros ingredientes saudáveis = a comida menor índice glicêmico = refeição mais nutritiva e de enchimento.

Ingredientes

300 gramas de massa tagliatelles (talharins)
150 gramas de brócolos
Molho bechamel quanto baste ( Aqui )
Nota; para que fique mais saudável, substitua a manteiga por azeite.


Preparação
Cozer os tagliatelles em bastante água temperada de sal, uma vez cozida passar por água fria para que não sé pegue e salteie com um pouco de azeite e reserve, entretanto coza os brócolos AL dente em água temperada com pouco sal. Em um tabuleiro de ir ao forno colocar os tagliatelles alternado com os brócolos e cobrir com o molho bechamel, remexer um pouco e levar a forno pré-aquecido a 200ºC e gratinar uns minutos. Salpique com queijo parmesão ralado na hora de servir.


Bom apetite

sábado, 13 de junho de 2015

Arroz de frango com alcachofras e amêijoas


A alcachofra é uma planta que pode atingir os 2 metros de altura dando origem a uma flor pertencente a um grupo de flores que cujas as sementes são protegidas por uma estrutura denominada fruto. Produto comestível e muito apreciado quando ainda na fase inicial sendo essa a razão de seu cultivo comercial. Ao se transformar em flor aberta endurecem as brácteas e não podem mais ser aproveitadas para consumo.

A alcachofra tem como valor nutritivo a vitamina C e sais minerais (ácido fólico, magnésio e potássio). No cotidiano urbano, ela pode ser encontrada em feiras, mercados de frutas ou supermercados na seção dos legumes, como uma inflorescência muito jovem, ainda sem pétalas (flor). Nessa fase, sua parte comestível corresponde às brácteas, folhas modificadas que protegem a inflorescência.

Sendo o seu consumo preferível cruas em saladas para aproveitar todas as suas propriedades, (Tonifica o fígado e melhora as suas funções, ajuda a expulsar gorduras através da bílis, muito boa para diabéticos,produz um efeito diurético para artrite, obesidade, gota, etc.) cozidas, nas brasas ou feitas ao forno com um fio de azeite, na qual pode servir de acompanhamento a inúmeros pratos.

Para fazer ao forno basta lava-las bem em água fria, retirar o talo e espalma-las um pouco, colocar em um tabuleiro com um fio de azeite por cima e um pouco de sal. Levar ao forno médio por uns 20 minutos, servir simples ( sua parte comestível é todo o interior e as partes mais tenras das folhas) como uma entrada.


Ingredientes
300 gramas de arroz
400 gramas de peito de frango
6 alcachofras
250 gramas de amêijoas
1 dente de alho
Azeite
Sal a gosto


Preparação
Colocar a amêijoas em água fria com sal, para que perda alguma areia que tenha.Limpar as alcachofras eliminando o talo, as pontas e as folhas exteriores e duras, ficando só com a parte de dentro. Depois de limpas corta-las em laminas.
Num tacho largo aquecer um pouco de azeite e dourar o alho descascado e esmagado, acrescentar as laminas de alcachofras e refolgar um pouco mexendo sempre, juntar os peitos de frango em pedaços pequenos e refolgar até dourar um poço e acrescentar a medida de arroz e o dobro da medida em água, temperar de sal. Deixar levantar fervura e cozer durante uns 5 minutos, acrescentar as amêijoas e reduzir o lume, deixar cozer entre 10 a 15 minutos. Apagar o lume e deixar repousar antes de servir.


Bom Apetite

sábado, 6 de junho de 2015

Secretos de porco ao forno

O "secreto" é uma peça de carne do porco muito suculenta, que se esconde no interior do toucinho gordo, conhecido como a manta de toucinho, entre a primeira e segunda camada. É um músculo que, num animal adulto, ronda as 600 gramas, as duas peças. Quando se prolonga o corte a outro músculo vizinho mais abaixo, pode pesar de 700/800 gramas, mas esse bocado é mais rijo e menos suculento. Sendo a de porco preto ou ibérico o mais requisitado, conhecido em Portugal como porco Alentejano, A raça ibérica é uma raça de porco que é nativa da área do Mediterrâneo, o porco ibérico, cuja única origem pode ser rastreada até os tempos antigos, é encontrado em rebanhos agrupados no território central e sul do Península Ibérica (Portugal e Espanha).

Ingredientes
2 peças de secretos (600 a 900 gramas)
2 dentes de alhos
1 limão
600 gramas de batatas miúdas
2 colher (das de sopa) de flor de sal
Pimenta a gosto
Azeite

Preparação
Tempere os secretos com os alhos laminados, pimenta a gosto e um pouco de flor de sal. Esprema o sumo do limão e deixe repousar por uma hora, entretanto lave bem as batatas e ponha a cozer com a pele em água com o resto da flor de sal, estando cozidas escorra e reserve. Num tabuleiro de ir ao forno coloque os secretos com as batatas a volta, leve ao forno na grelha do meio na potencia máxima só com o grill ligado. Grelhe 10 minutos de cada lado e sirva de imediato.

Outra sugestão

Bom Apetite

sábado, 16 de maio de 2015

Pimentos Italianos para acompanhamento

Quase 50% dos pratos tradicionais espanhóis leva pimentos, seja frescos, secos ou em pasta.
 Com um gosto doce, aroma picante, carne macia e a pele bastante escassa e fina, conhecido por aqui como Pimento Italiano, também sé predomina pimento comprido, pimento verde,ou pimento para fritar. Trata-se de uma hortaliça que é uma baga verde, oca alongada e não muito grossa, pouco energética mas rica em vitaminas, sais minerais e fibras, sendo um dos mais populares para acompanhamento de vários pratos, tanto carne como peixe. Normalmente sé faz fritos, mas hoje vamos fazer ao forno. Servem-se como acompanhamento sendo um pimento por pessoa, fácil de fazer e deixara o prato com uma boa harmonia.

Ingredientes
Pimento verde
Alho
Azeite
Sal

Preparação
Lavar bem o pimento tirando a carapuça e abrindo um corte em todo comprimento para retirar as sementes, seca-lo bem e colocar em tabuleiro de ir ao forno, picar um dente de alho, salpicar com sal e verta um fio de azeite por cima. Vai ao forno pré-aquecido a 180ª cerca de 15 minutos.


Bom Apetite

sábado, 9 de maio de 2015

Confit de canard com molho de laranjas ao porto

O escalfado de pato (em francês confit de canard) é um prato francês feito com a perna do pato, mais tradicional em certas regiões, mas feito em toda a frança.

O confit é uma técnica culinária de conservação que existe a séculos, trata-se de salgar um pedaço de carne (geralmente pato, ganso ou Porco) e escalfar em sua própria gordura

Escalfar que significa ferver algo num liquido durante certo tempo sem permitir que atinja o ponto de cozedura. Em processos mais antigos a carne é friccionada com sal e alho, deixando repousar durante 36 horas (a função do sal seria como um conservante visto ainda não existir frigoríficos). Antes de cozinhar a carne, limpa-se de sal e coloca-se em um recipiente profundo o suficiente para que a carne fique submersa na sua própria gordura e vai ao forno (76/135 ° C) durante 10 horas ou até que estejas tenro. Carne e a gordura são então removida do forno e deixada a arrefecer. Colocado em um frasco com pelo menos uma polegada de gordura a cima da carne, pode ser mantido em armazenamento por até seis meses.

A gordura também pode ser usada em muitas outras maneiras, como saltear legumes, em torradas com sal, ovos mexidos ou omeletes, e como aditivo na massa folhada para tortas e quinches, etc.

As batatas fritas na gordura de pato que geralmente acompanha o confit são chamadas de Pommes de terre à la Sarladaise. Outro acompanhamento é o repolho roxo refogado com maçã e vinho tinto. Hoje em dia encontramos o confit de canard já preparado em latas, na qual aliado ao seu processo de o fazer pode ser armazenado durante anos. Mesmo assim a sua confecção em casa supera em muito não desfazendo a qualidade do em conserva. A receita que vamos fazer é um pouco mais simples, pois vãos fazer em uma panela e só na fase final vai ao forno.

Ingredientes
4 a 6 coxas com sobrecoxas de pato

1 quilo de gordura de pato
1 quilo de batatas media
1 ramo de salsa
Rúcula quanto baste
Tomilho quanto baste
Pimenta preta quanto baste
Sal grosso quanto baste
Alho quanto baste


Para o molho
3 laranjas
6 colheres (das de sopa ) de açúcar
1 cálice de vinho do porto
½ cebola bem picada



PREPARAÇÃO
Limpa-se as coxas de toda a gordura, corta-se as articulações raspando um pouco para que de uma boa apresentação na hora de servir. Esfrega-se bem as coxas com sal e alho picado e coloca-se em um recipiente e salpica-se o tomilho, tapa-se e deixe no frigorifico de um dia para o outro.
No dia, retira-se do frigorifico, lavam-se e secam-se bem as coxas. Colocar as coxas dentro da panela com a gordura de pato e levar ao lume bem baixo durante umas 3 horas verificando de vês em quando o estado da cozedura, sendo o seu ponto quando com uma pequena pressão a carne sé desfaz.
Entretanto prepara-se o molho, em um pequeno tacho coloque o sumo das 3 laranjas com o açúcar em fogo baixo até obter um calda bem doce, acrescente o vinho do porto, deixe apurar um pouco e acrescente a cebola bem picada levante para lume forte e deixe ferver, retira-se e coa-se o molho, reserve.
Retiramos as coxas da panela com cuidado e colocamos em um tabuleiro de ir ao forno, salpica-se com pimenta preta recém moída e vai ao forno médio entre 10 a 15 minutos até que fiquem dourados.
Numa sartén com um pouco da gordura de pato colocar as batatas descascadas as rodelas finas e salteá-las temperando com sal, alho e salsa, reserve.
Sirva o confit individualmente com as batatas e a rúcula regado com o molho de laranjas ao porto.




Bom Apetite

sábado, 2 de maio de 2015

Lombo de porco ibérico ao forno à La laranja

O porco ibérico tido como uma raça rústica, sua pele com camadas coloridas, focinho alongado, orelhas em viseira, altos de pernas na qual lhe facilita a vida no pasto, pois vivem ao ar livre, têm uma elevada capacidade para aproveitar os recursos do pasto. Retirados do desmame ao início da engorda (de 100 kg a 160 kg), com alimentos sobretudo das pastagens e bolotas. Tidos como com uma alimentação 100% natural, a carne do porco ibérico é de alta qualidade e baixa em gorduras, devido a sua vida ao ar livre e a alimentação a sua gordura é considerada com níveis muito perto a do azeite.


Ingredientes
2 quilos de lombo de porco ibérico
5 laranjas sumarentas e doces
1 quilo de batatas media
1 ramo de salsa
Sal grosso quanto baste
Pimenta à gosto

Preparação

Esfrega-se vigorosamente todo o lombo com sal, feito isso, sacode-se e o sal que fica agarrado ao lombo é o suficiente paro o temperar. Polvilha-se bem com a pimenta e coloca-se num tabuleiro de ir ao forno com a capa de gordura virada para cima, rega-se com o sumo de 4 laranjas com as batatas descascadas e inteiras a volta salpicadas com sal, leve ao forno pré-aquecido médio entre 40 a 60 minutos. É conveniente que o tabuleiro não seja muito grande, para que o sumo das laranjas cubra bem os ingredientes, tão pouco leva gordura nenhuma além da do próprio lombo. Sirva enfeitado com a outra laranja aos gomos e um raminho de salsa por cima, acompanhe com arroz basmati.

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Bom Apetite

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Bolo de chocolate simples

Hoje 1 de Maio o dia do trabalhador, data que tem origem a primeira manifestação de trabalhadores para defenderem os seus direitos. Em Portugal hoje em dia, esta data é muito comemorada com churrascadas em parques florestais e recintos próprios para fazer churrasco. Infelizmente no pais que vivo este feriado é aproveitado para ficar em casa para descansar e relaxar, mesmo assim deixo aqui algumas sugestões para uns bons churrascos.
À americano,  À alemão  e À brasileiro.

Quanto a mim, eu vou fazer um bolito de chocolate.


Ingredientes
125 gramas de manteiga ou margarina
125 gramas de chocolate negro derretido
125 gramas de farinha de trigo própria para bolos
250 gramas de açúcar
1 colher (das de chá) de fermento em pó
5 ovos

Preparação
Numa tigela bate-se durante uns 15 minutos o açúcar com a manteiga, juntam-se as gemas e continua-se batendo até ficar bem homogêneo.
Adiciona-lhe o chocolate e mistura-se tudo muito bem, incorpora-se as claras batidas em castelo, a farinha e o fermento, mexe-se bem. Leva-se ao forno (140º/160º) em uma forma bem untada com manteiga, quando a massa ganhar pele por cima, cobre-se com papel alumínio para evitar que sé queime. Deixe acabar de cozer (uns 30 minutos), retire do forno e deixe esfriar um pouco antes de desenfornar.


Bom Apetite

sábado, 25 de abril de 2015

Arroz de frango e açafrão

De sabor único é uma especiaria impar em certos pratos, o açafrão provavelmente considerado um suplemento nutricional mais completo que existe não só é utilizado para a culinária, mas também é excelente para tratamentos de câncer e muito utilizado na medicina.

Extraído dos estigmas das flores (crocus sativus ), uma planta da família das iridáceas. É utilizado desde a antiguidade como especiaria para condimentar. Na cozinha mediterrânea é muito usado no preparo de risotos, aves, caldos, massas e doces. Presencia obrigatória na paella espanhola, na qual lhe dá sabor e cor.

Considerada a especiaria mais cara do mundo, pois para se obter um quilo de açafrão seco, são necessária cerca de 150.000 flores, cultivadas numa área de aproximadamente 2000  m². Processada manualmente, num trabalho que consiste secar a flor para que sé desprenda de seus órgãos um pigmento amarelo na qual Dara a origem ao açafrão que conhecemos.


Ingredientes
2 peitos de frango
400 gramas de arroz agulha
1 cebola grande picada
2 dentes de alho picados
1 colher (das de chá) de açafrão
100 gramas de paio fatiado bem fino
Azeite quanto baste
Sal quanto baste

Preparação
Corte os peitos de frango em tiras e um tacho largo com um pouco de azeite, salteia-os até começar a aloirar, acrescente a cebola e os alhos, deixe estrugir um pouco e adiciona-lhe o açafrão, mexa e deita-lhe água (para uma medida de arroz duas de água) e mexa, tempere de sal e deixe levantar fervura, reduza para lume baixo médio e deixe cozer até a água começara desaparecer. Apague o lume a deixe o arroz tapado por uns 5 minutos, findo esse tempo verta para um recipiente de ir ao forno e espalhe por cima as fatias de paio. Leve ao forno médio pré aquecido entre 8 a 10 minutos, sirva de seguida.


Bom apetite

sábado, 18 de abril de 2015

Feijoada Transmontana "reedição"

Ha dias como este em que nos apetece comer uma refeição forte. 
Visto isso resolvi reeditar a feijoada transmontana. Já agora que tal sabermos um pouco mais sobre a feijoada.

A feijoada um prato muito comum na culinária de países lusófonos como, Portugal, Brasil, Angola, Moçambique e Macau, sendo um prato em que consiste num guisado de feijão com varias tipos de carnes. Segundo algumas citações e um prato com origem no Norte de Portugal variando o tipo de feijão conforme a região, (Minho e Douro litoral com feijão branco, trás-os-Montes com feijão vermelho) geralmente inclui também outros vegetais (tomate, cenouras ou couve) juntamente com a carne de porco ou de vaca, às quais se podem juntar vários tipos de enchidos. Em algumas regiões é um prato indispensável no almoço de Domingo Gordo, principalmente em Valpaços. Dizem os mais antigos que é um prato que sé deve reaquecê-la antes de servi-la, assim apura mais se tornando mais apreciada e melhor quando reaquecida. E nisso é certo a sabedoria mais antiga.




 

 Ingredientes
400 gramas de entrecosto de porco
1 chispe de porco
1 focinho de porco
1 orelheira de porco fumada
1 pernil de porco fumado
1 salpicão
1 chouriço de carne
1 chouriço de sangue
1 kg de feijão encarnado
1 couve lombarda ( couve tipo repolho )
4 cenouras
3 cebolas
4 dentes de alho
4 tomates bem maduros
3 colheres ( de sopa ) de azeite
1 colher ( de sopa ) de banha
salsa
louro
pimenta
sal grosso
malagueta



Preparação

24 antes ponha o feijão de molho e 12 horas antes salpique as carnes frescas com sal, lave as carnes fumadas e deixe de molho em água fria

No dia ponha inteiro o entrecosto, o chispe, a orelha e o focinho lavados do sal a cozer com os feijões e o louro, a parte coza as carnes fumadas,no fim corte-as aos pedaços. Escalde e ferva os enchidos por 2 ou 3 minutos.
Os enchidos,as cenouras descascadas, a couve lavada e cortada em 4 e as 2 cebolas descascadas e inteiras junte-os aos feijões que estão a cozer, acrescente água se necessário, quando estiver tudo cozido apague o lume e retire as carnes, os enchidos e as cenouras. As carnes corte aos pedaços, as cenouras e os enchidos as rodelas e reserve.

Num tacho bem grande em lume brando, deite o azeite e banha e a outra cebola picada, os alhos esmagados, faça um refogado leve e quando a cebola ficar translúcida, junte a salsa picada e os tomates esmagados. Tempere de pimenta e malagueta a gosto, apure e acrescente caldo de cozer o feijão. Por fim adicione tudo, (carnes, feijões e legumes )verifique se esta bom de sal e levante fervura, deixe apurar e apague o lume. Pode servir com um arroz branco.

Bom Apetite

domingo, 5 de abril de 2015

Uma feliz e santa Páscoa


Replicou-lhes Jesus:

-Em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão do céu, mas o meu pai é quem vos dá o verdadeiro pão do céu; porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo.

Disseram-lhe, então:

-Senhor, dá-nos sempre esse pão.

Declarou-lhes Jesus:

- Eu sou o pão da vida; o que vem a mim, de modo algum terá fome; e o que crê em mim, nunca jamais terá sede.

                                                                                            (João 6:32-35)

Hoje em vez de uma receita deixo algo em que pensar:

Devíamos tentar entender sobre o verdadeiro sentido da páscoa, ou seja, o renascimento, mas para isso não precisamos morrer apenas mudar nosso comportamento, a nossa atitude.



Uma feliz e santa Páscoa a todos

                                                                                              José Cardoso

sábado, 4 de abril de 2015

Salmão à Brás

Aqui esta a minha experiencia com o salmão estilo Brás. Não será muito diferente da feita com o bacalhau, mas sim será diferente no sabor, alem disso será uma boa maneira de comer salmão para os que não gostam, aqui fica bem disfarçado.

Ingredientes
500 gramas de salmão fresco
600 gramas de batata para fritar
6 Ovos
4 colheres de sopa de Azeite
3 Cebolas medias
2 dentes de Alho
Salsa
Sal e pimenta a gosto
Azeitonas pretas
Óleo quanto baste, para fritar

Preparação
Tire a pele ao salmão e alguma espinha que possa ter, pique com a faca em trocitos
Descasque as batatas e corte em palitos de 3 a 4 milímetros e frite em óleo quente e retire-as assim que começam a alourar, reserve-as.
Pique o alho muito fino e as cebolas em rodelas finíssimas e refogue lentamente em lume médio, num tacho de fundo largo com o azeite, quando a cebola estiver cozida e transparente, junte o salmão picado e mexa até envolver bem. Junte então as batatas e reduza o lume para baixo/médio, acrescente os ovos batidos e temperados com sal e pimenta. Mexa com uma colher de pau, continuamente até os ovos cozam, mas que fiquem cremosos. Verta imediatamente para uma travessa e salpique com salsa picada e sirva enfeitado com azeitonas pretas.



Bom Apetite



sexta-feira, 3 de abril de 2015

Mousse de chocolate

Inventada no início do século XX pelo francês Henri de Toulouse Lautrec, na qual no princípio lhe chamou de "maionese de chocolate”. A mousse ou “espuma” (traduzido do Frances para Português) é uma preparação culinária de origem francesa, cuja base é claras de ovos batidas em ponto de neve. Sendo a mais conhecida a de chocolate, porem também pode ser elaborado preparações com outros ingredientes. Para uma boa mousse deve-se ter em conta o batimento das claras, na qual deve ter uma textura esponjosa com minúsculas bolhas. Batidas em ponto neve (nunca muito duras ou em castelo) e depois envoltas com a base (chocolate, frutas, mariscos, peixes ou legumes) que lhe vai dar nome. Depois de feita tem que ter um aspecto de merengue, duro e suave com tendência a pingar.

Normalmente a manteiga e as natas só são utilizadas em preparações para mousses doces, na qual dependera a sua qualidade para o resultado final e também incrementar o seu poder nutritivo. Depois de preparada pode-se dividir em porções iguais ou numa só taça, na qual tem que pelo menos ir a frigorifico por 2 horas.

Ingredientes
200 gramas de chocolate negro

6 colheres (das de sopa) de açúcar
2 colheres (das de sopa) de manteiga
6 ovos
amêndoa partida para enfeitar





Preparação
Derreta o chocolate partido em pedaços, em banho-maria e junta-lhe o açúcar mexendo bem até o diluir todo. Adiciona-lhe as gemas  batidas e a manteiga derretida e bate-se tudo até ficar homogêneo, no fim misturam-se as 6 claras batidas em neve e envolve-se bem. Divide-se em taças pequenas e vai ao frigorifico por 2 horas aproximadamente, enfeite com as amêndoas só na hora de servir.



Bom Apetite

domingo, 29 de março de 2015

Lasanha de pão

Já tinha ouvido falar, mas nunca feito e como sou curioso e gosto de provar, resolvi fazer algumas aqui para a malta até chegar a esta.
Sem duvidas, não substitui em nada a tradicional lasanha, até que por ai na net a maioria das receitas são só com queijo e fiambre, algumas com um cheirinho de molho de tomate ou bechamel. Mas uma coisa é certa, rápida barata e gostosa, como refeição, deixa um pouco a desejar, mas para uma merenda ou um lanche reforçado, esta de maravilha.

Ingredientes
Um pacote de pão de forma sem crosta
200 gramas de queijo mozarela em fatias
200 gramas de fiambre em fatias
200 ml de massa de tomate
1 copo de vinho branco
1 dente de alho
1 cebola pequena
1 ramo de salsa
Manteiga ou margarina quanto baste
Azeite quanto baste
Sal quanto baste
Oréganos secos quanto baste
Azeitonas para enfeitar
Piri-piri a gosto ou outro picante

Preparação
Comece por fazer um molho a base de tomate (tipo bolonhês), numa frigideira com um pouco de azeite coloque a cebola e o alho bem picados para estrugir, quando começar aloirar deite o vinho e deixe ferver um pouco, acrescente a massa de tomate e um pouco de água, tempere de sal e piri-piri a gosto. Deixe coser até o molho ficar bem apurado, reserve.
Num tabuleiro de ir ao forno espalhe manteiga só na parte de baixo e forre com o pão e cubra com uma camada de molho, uma de fiambre e outra de queijo, volte a repetir a operação até acabarem os ingredientes, sendo que a ultima camada seja de queijo. Enfeite com as azeitonas e polvilhe com oréganos, leve ao forno moderado entre 10 a 15 minutos.



Bom apetite




NOTA: Querendo pode excluir o molho da receita, usando apenas os outros ingredientes que é bem mais simples, porem não esquecer que com o molho vai dar aquele toque de umidade no pão e ficara muito mais parecido com uma verdadeira lasanha.

sábado, 21 de março de 2015

BBQ SAUCE ”molho barbecue” e costelas de porco

Aqui esta uma coisa que esta de moda, o molho barbecue prontinho a ser usado, como condimento em certos pratos, ou como é mais usado ao confeccionar carnes, sobretudo as típicas costelas de porco.
Provando uma vez o molho barbecue vendido em supermercados já preparados em frascos, exclamei “que horror como podem gostar disto”, fiquei com a sensação de algo artificial na boca e pensei “poderá fazer-se em casa?”, visto isso resolvi fazer uma boa pesquisa sobre este molho típico americano.
Com uma origem (do meu ponto de vista) possivelmente acidental, alguém que estaria grelhar carnes e deixaria queimar alguns ingredientes junto a churrasqueira, tipo ketchup, mostarda, etc.
Sendo um molho principalmente utilizado na carne para enfatizar um pouco o sabor de grelhar, ou de estar em cima das brasas, ter um sabor a fumo ou defumado, daí o seu nome BBQ na qual em português significa ; grelhar ou assar alguns alimento sobre chamas ou brasas de madeira. Com um sabor picante e adocicado, as variações incluem o uso de vinagres, melaços e pimentas, receitas que variam segundo a região da America.

Podendo variar é muito coforme as regiões, aqui deixo alguns exemplos, na Califórnia: utilizam açúcar amarelo vinagre e malaguetas, no Kansas City: melaço e tomate, Carolina do Sul: vinagre, mostarda, pimenta preta, Carolina do Norte: vinagre líquido, flocos de pimenta, Alabama: maionese, malaguetas, Texas: molho de tomate com pimentões e cominho, Arkansas: tomate e molho de vinagre com pimenta e melaço. Sendo 12 estados americanos já pode ver que as variasses serão muitas e a sua preparação não é nada fácil, incluindo algumas receitas utilizam a fumaça liquida.

Ficou intrigado com a fumaça liquida, pois se trata de um produto liquido obtido da condensação da fumaça e vapores obtidos pela queima da madeira. A fumaça líquida proporciona sabor, aroma e cor de defumada ao alimento. Com varias maneira de prepará-la, sendo uma das mais básicas; basta fazer uma fogueira em um forno e canalizar a fumaça sob-pressão para dentro de uma vasilha com água, com isso, o gás da madeira queimada se dissolve no líquido e o extrato está pronto para ser utilizado. Ou comprar um frasco já industrialmente preparado, O uso de fumaça líquida nos alimentos possui custo muito mais barato do que o procedimento de defumar os alimentos pelo processo tradicional,(expor o alimento à fumaça resultante da queima da madeira) facilitando assim as confecções dos pratos que necessitam esse sabor.

Neste contesto temos a carne de porco que é consumida pelo homem já a vários séculos, com registros de 5000 A.C., na China e no Oriente médio. Atualmente sendo uma das carnes mais consumidas no mundo e com a redução do teor da gordura na carne de porco, hoje em dia podemos consumi-la e manter uma alimentação saudável e equilibrada, basta seguir uns simples conselhos na hora de comprar, verificar sempre que as peça de carne tenha uma cor rosada uniforme, com reduzida perda de água, tenra e elástica, porem firme, suculenta e pouca gordura. Sendo a carne de porco uma das carnes mais saborosas, e é na costela que o molho BBQ é mais utilizado na qual sé popularizou por todo o mundo, sendo uma parceria de grande sucesso e paladar.

Sendo assim hoje vamos preparar este famoso molho a minha maneira, para utilizar em cima de umas costelas de porco, mas não será grelhadas, pois o molho já enfatizara essa parte. Será um pouco demorado, pois primeiro vamos ter de preparar uma receita de Entrecosto agridoce, guardando todo o molho desse preparado e só numa outra ocasião preparamos o BBQ sauce.

Ingredientes; BBQ sauce

Restos de molho de assado agridoce
1 frasco de ketchup (300ml)
½ frasco de água (150ml)
2 colheres (das de sopa) de vinagre de maça
2 colheres (das de sopa) de fumaça liquida

Preparação

Num tacho verta todo o conteúdo do frasco de ketchup, coloque água no frasco até metade e verta no tacho. Acrescente o vinagre e a fumaça liquida, mexa bem até unir todos os ingredientes e leve a lume médio mexendo sempre até reduzir para metade. Apague o lume e deixe esfriar, mude para um frasco e guarde no frigorifico assim sua duração sé prolongara e terá sempre a mão quando desejar.

Ingredientes; Costela de porco
1quilo de costelas de porco
Sal grosso quanto necessário
BBQ sauce quanto necessário







Preparação

Parta a costela em pedaços entre os ossos e esfregue em sal grosso para desidratar, numa panela com água já ferver ponha os pedaços de entrecosto cerca de 8 a 10 minutos para escaldar, retire e coloque em um tabuleiro com a carne virada para cima, tape com papel alumino e leve a assar em forno a 200ª cerca de 40 minutos. Retire do forno e destape, pincele com molho barbecue e vai novamente ao forno no mesmo tabuleiro destapado (na prateleira do meio) agora só com o Grill ligado até dourar. Repita essa operação umas 3 vezes e sirva com acompanhamento de sua preferência ou simples para picar.


Bom Apetite




NOTA:
Esta receita que apresento de varias que fiz e provei, segundo o meu paladar e critério é a que me saiu mais saborosa. Mas não querendo perder tempo a fazer o entrecosto Agridoce, pode fazer o molho barbecue da seguinte maneira.

-Num tacho ponha 2 dentes de alho esmagados a estrugir em 2 colheres (das de sopa) de óleo de girassol. Quando os alhos estiverem loiros, retira-los e acrescente 1 chávena (das de chá) de ketchup, 1 chávena de açúcar amarelo, ½ chávena de água, ½ chávena de vinagre de maça, 1 colher (das de sopa) de colorau picante, 1 colher de sal grosso, 2 colheres de fumaça liquida. Mexa bem e deixe cozer em lume médio até reduzir a metade, retire do lume e deixe esfriar antes de guardar no frigorifico. Esta receita ficou em segundo lugar das testadas por mim...........Bom apetite

sábado, 14 de março de 2015

Salmão grelhado à Portuguesa

Aqui esta um prato bem português, na maneira de prepará-lo. Sendo os portugueses um povo azeiteiro (nome dado aos que gostam de comida com abundante azeite), não fosse este método usado com o bacalhau, tanto cozido como grelhado. Trata-se do celebre molho com salsa e cebola picada, temperado com sal, limão, pimenta na qual chamamos o molho verde tradicional, muitos usados em pratos de peixe grelhados.

Ingredientes
200 gramas de grão de bico cozido
300 gramas de batatas medias
Um salmão fresco aberto a meio (estilo bacalhau)
1 cebola media bem picada
1 ramo de salsa bem picada
Sumo de meio limão
Uma pitada de sal
Azeite quanto baste
Sal grosso quanto baste

Preparação
Coza as batatas com a pele em água bem temperada de sal grosso, escorre-as e deixe esfriar, retire a pele e corte-as ao meio, reserve.
Entretanto prepare o molho verde, basta misturar a cebola picada com a salsa e o azeite, tempere de sal e pimenta, com algumas gotas de limão. Mexa bem e reserve.
De preferência grelhe o salmão em um fogareiro a carvão, mas não podendo use um elétrico (no meu caso).
Dispunha as batatas numa travessa juntamente com o grão de bico e o salmão ao lado, espalhe por cima o molho verde e desfrute deste prato bem azeiteiro.



Bom Apetite

Arroz Basmati

Conhecido como o tipo de arroz mais velho do mundo esta ligado a pratos e a cozinha oriental, um arroz perfeito também para acompanhar qualquer prato, seja carne, peixe ou legumes. Além disso o seu índice glicêmico é menor do que outros arrozes, por isso é aconselhável para diabéticos.
Basmati é uma variedade de arroz com a particularidade de ter um grão mais comprido que o normal. Famoso pela sua fragrância e com um sabor requintado, por isso o seu nome em hindi significa "rainha da fragrância". Cultivado a muitos anos na Índia e no Paquistão, sendo o das montanhas do Himalaia o mais famoso. Os melhores tipos de arroz basmati são envelhecidos por vários anos antes de ser descascado e comercializado, na qual depois desse tratamento o arroz cozinha melhor e com menos água, assim, o seu aroma é mais concentrado.
Com duas variedades (branco e castanho), a sua preparação tradicional necessita uma pré-lavagem e um remolho de mais ou menos ½ hora, dada a possibilidade dos grãos do arroz ficar colados devido à alta quantidade de amido, hoje em dia a sua confecção facilitada por métodos mais rápidos. Procurava eu um bom Basmati de origem das montanhas do Himalaia quando encontrei esse em sacas ( de 90 a 110 gramas) próprias para a sua cozedura. De preparação simples e rápida, não diferencia nada do sabor, em semelhança a preparação ao método tradicional.



Ingredientes

Basmati em sacas ou a granel ( uma saca da para 2 pessoas)
Água quanto baste
Sal (pouco ou mesmo nenhum)

Preparação;

Tradicional
Lave o arroz em varias águas até a água começar a ficar clara, deixando o arroz remolhar em água por meia hora, passado esse tempo escorra e reserve. Num tacho ponha a água a ferver (para uma medida de arroz uma e ¾ de água), quando começar a ferver deite o arroz e tempere de sal (facultativo), quando voltar a ferver, baixar o lume para mínimo e tapar o tacho, deixar 15 minutos e apagar o lume, deixar repousar mais 5 minutos e esta pronto a servir.

Em sacas
Por um tacho ao lume com 1 litro de água a ferver temperada de sal (facultativo), quando estiver a ferver coloque a saca de arroz e deixe ferver por 12 minutos, passado esse tempo retire para um recipiente e deixe repousar uns 5 minutos. Abra a saca e verta o arroz num outro recipiente para servir.



Nota
-A utilização de pouco sal ou nenhum é para não neutralizar os aromas do arroz na cozedura, podendo misturar depois de cozido.
-Sé querem dar um toque mais oriental salpique a dose de arroz servido com coentros, cominhos e colorau tostado em uma sertã sem azeite mais o menos um minuto.
-Sirva com curry ou carnes assadas no forno ou dé um taque de enfeite especial para qualquer prato.


Bom apetite

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Bacalhau à Ti Lurdes

Hoje vamos ter um bacalhauzinho a “Ti Lurdes”.
A Srª Lurdes, minha querida e adorável esposa, aprendeu esta receita a muitos anos quando trabalhou num restaurante em Portugal. Ai era chamado de bacalhau à casa, um prato um pouco parecido com o “Bacalhau à Lagareiro” ou “Bacalhau com batatas a murro”, logo trouxe esta receita para casa e passamos a chamar de bacalhau à Ti Lurdes. Bem simples e fácil de fazer que não fica nada atrás de outros pratos de bacalhau.

Ingredientes
4 postas de lombo de bacalhau salgado e já demolhadas (como demolhar Aqui)
600 gramas de batatas graúdas (para cozer)
4 dentes de alho
1 cebola media
Azeite quanto baste
Sal grosso quanto baste
1 pitada de pimenta moída



Preparação
Lave bem as batatas e sem tirar a pele corte em rodelas da grossura de um dedo (+ ou -), leve a cozer num tacho com água temperada de sal, não deixando cozer muito ( o ponto ideal será quando estiver a passar de rijas a cozidas), escorra a água e reserve dentro do tacho. Em outro tacho ferva 1 litro de água, quando estiver em ponto de ebulição retire do lume e aromatize com a pimenta e verta por cima das postas de bacalhau 1 ou 2 minutos ( o ideal seria cobrir as postas), retires para o centro de um tabuleiro (para ir ao forno ) que tenha já os alhos laminados e o fundo coberto de azeite, a volta disponha as batatas ligeiramente amassadas. Vai ao forno pré-aquecido a 200º c 15 minutos, sendo os últimos 5 só com a função grill, retire e apague o forno, corte a cebola em rodelas finas e espalhe por cima, volta ao forno (apagado) 5 minutos para amolecer a cebola. Sirva de imediato.


Bom Apetite

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Caldeirada de Enguias

A caldeirada de Enguias prato típico da região de Aveiro, principalmente das zonas ribeiras, aqui muitos são os restaurantes que servem como prato principal, cada um com o seu segredo.
 Não fosse a enguia é um ex-libris da Região de Aveiro contribuir para a famosa caldeirada de enguias à moda de Aveiro. A enguia nasce no longínquo Mar dos Sargaços, emigra até as rias onde buscam águas calmas com abrigos e alimentos durante a sua fase jovem. Sendo a ria de Aveiro uma ria com imensa vegetação submersa nos seus fundos, na qual faz dela um lugar ideal. Outrora muito mais abundante e hoje em dia muito mais escassa continua a habitar a ria, assim como em alguns viveiros naturais, na qual contribui para a sua sobrevivência. Tanto em caldeiradas, ensopados, fritas ou em escabeche, continua a deliciar os paladares mais exigentes.
Entre o mês de Março e Junho e a melhor época para apanhar as enguias, fase em que emigram até ao Mar dos Sargaços (Atlântico Oeste) para lá desovarem. 
Apanhadas na ria de Aveiro segundo os mais entendidos, que são as melhores, graças as águas da ria de Aveiro ainda ter um grande conteúdo de sal, na qual valoriza a consistência e o sabor do peixe.
Quando apanhadas na fase de nascimento (com cerca de 1 g e menos de 8 cm ) são conhecidas como meixão ( português) ou angulas ( espanhol) e muito apreciadas no pais de nostros hermanos como especialidade, na qual segundo a lei uma grande porcentagem não pode ser capturada, mas sim conservada para programas de repovoamento, visto a enguia ser uma espécie muito ameaçada com a particularidade de não se reproduzir em cativeiros.

Quanto a “Caldeirada”, poderá derivar da palavra caldeira ou caldeiro, recipiente onde costuma ser preparada, ou talvez esteja ligado ao caldo, dialetos mais antigos dizem, “caldeirar”, como no Ribatejo que significa “cozer”. Sendo a Caldeirada um prato típico das regiões costeiras de todo o mundo, com variações dos temperos e dos ingredientes. Possivelmente tem a sua origem no mar, no tempo dos barcos de pescas em que as sobras das redes eram dívidas pela tripulação do barco após cada pescaria, sendo essas sobras peixes mais pequenos e com menos valor comercial ou os que estivessem danificados. Ao peixe juntavam-se alguns produtos trazidos de terra como: a batata, o tomate, os pimentos, etc.
Estava o almoço feito a Caldeirada que ao passar dos anos passa dos barcos para as zonas ribeiras, em cada uma com a sua caldeirada, umas são simplesmente cozidas, outras com uma base refogada, umas bem condimentadas, outras menos.

Assim chegamos a Beira Litoral de Aveiro, com a sua caldeirada que é de enguias e com um curioso condimento “ pós de enguia” ( uma mistura de gengibre ou açafrão e pimenta) , uma tradição com origem na época dos descobrimentos, quando as naus atracavam neste no porto carregadas de especiarias, daí o seu uso.
A quem diga que para uma boa caldeirada as enguias só se juntam depois de as batatas começarem a amaciar, mas em muitas receitas vai a cozer tudo ao mesmo tempo. Antes de servir retira-se um pouco de caldo (o mais gorduroso possível), na qual leva alho bem picado, sal grosso e vinagre (piripiri para quem gosta de picante), tudo bem misturado, esta assim feita a tal “moira” que rega a caldeirada de enguias da região de Aveiro.



Preparação

1,2 kg de enguias
600 g de batatas
100 gramas de sal de unto (veja aqui)
3 dentes de alho
2 cebolas grandes
1 pimentão verde
2 ou 3 folhas de louro
1 ramo de salsa
1 colher (das de sobremesa) de pós de enguia

2 colheres (das de sopa) de vinagre
sal grosso quanto baste
azeite quanto baste
1 pitada de colorau




Preparação
Para uma boa caldeirada e conveniente usar enguias frescas, na qual para se amanharem mistura-se um pouco de areia fina para ajudar as agarra-las por serem viscosas ,retiram-se as cabeças e lavam-se em várias águas, raspam-se para se retirarem todos os resíduos viscosos (galheiras). Cortam-se em pedaços e reserva-se dentro da água.
Descascam-se as batatas e cortam-se às rodelas grossas, descascam-se e cortam-se também as cebolas ás rodelas. Limpa-se o piment4ao e corta-se em tiras.
Num tacho largo põem-se as enguias, as batatas, as cebolas e as tiras de pimentão em camadas alternadas. Cada camada é regada com azeite e temperada com alho, louro, salsa, pós de enguia e sal de unto pimenta. Rega-se com um copo de água. e tapa-se, deixa-se cozer entre 20 a 30 minutos em fogo médio.
Depois das enguias cozidas, na qual reconhece-se pela consistência, retira-se uma ou 2 conchas de caldo com o mais gordura possível (a gordura vem toda ao de cima) para uma malga, junta-se o vinagre, um dente de alho bem picadinho, sal grosso ao caldo e tempera-se com uma pitada de colorau e piripiri (facultativo). Este preparado tem o nome de «moira» e é deitado sobre a caldeirada que vai para mesa no tacho que a confeccionou. Com resto do caldo da caldeirada pode-se fazer uma boa sopas de pão torrado, ou então fazer uma canja com pevides de massa.


Bom Apetite

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Vol-au-vent


O vol-au-vent que se tornou moda no século XIX, é um pequeno molde cilíndrico tipo cesta feito de massa folhada tradicionalmente recheado com preparações salgadas. A parte superior é pré-cortada e pode no final ser usada como tampa, em algumas receitas também pode ser recheada com doces. Sendo individuais e são geralmente servidos como entradas, ou para snacks e cocktails.
Criado pelo ilustre chefe de cozinha Marie-Antoine Carême, um cozinheiro francês que viveu entre 1783-1833, de origem humilde este cozinheiro deixou um legado de receitas e anedotas, conhecido como um cozinheiro cheio de vida e alegria, Um belo dia Carême teve a ideia de preencher a massa folhada com um recheio. Resolveu levar ao forno vários círculos montados de massa folhada, deixando ai um de seus ajudantes a vige-ala. O ajudante surpreso vendo que crescia em forma de uma pequena torre oca gritou para seu chefe: "Antoine, elle Vol au vent “, que significa' voa ao vento'. Carême achou tanta graça que decidiu dar esse nome para sua nova criação.

Ingredientes
Massa folhada quanto baste
1 gema de ovo
2 colheres (das de sopa) de água


Preparação
Aqueça o forno a 200° C.
Estenda a massa folhada sobre uma superfície enfarinhada com a ajuda de um rolo.
Bata a gema com a água e pincele a massa com esta mistura.
Com um cortador redondo corte os círculos (cerca de 12 cm diâmetro). Sobreponha os círculos (4 por peça) e com um cortador mais pequeno volte a cortar outro circulo mais pequeno sem cortar até, retire os círculos mais pequenos e molde a massa em forma de copinhos e leve ao forno durante 15 minutos, ou até a massa cozer. Pode rechear com vários preparados, eu neste caso recheei com bacalhau com natas.

Bom Apetite