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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Costela de porco no forno


Este prato é muito parecido com o Entrecosto no forno à Alentejana que já publiquei no dia 23 de outubro de 2010. Sendo a preparação muito idêntica com a diferença de que em vez de uma peça inteira de entrecosto usaremos as costelas inteiras de porco separadas entre os ossos. A que salientar a tradição da pastoreia no Alentejo e a criação de porcos pretos, na qual a sua carne tem um sabor inconfundível. Também ter em conta o grande número de plantas aromáticas que se encontram nos seus campos, na qual levam até à mesa algumas receitas mais conhecidas em todo Portugal.

Ingredientes
1 kg1/2 de entrecosto cortado entre os ossos da costela
1 kg1/2 de batatas medias
1 copo de vinho branco
1 colher (das de sopa) de banha
1 colher (das de sobremesa) de colorau

 5 dentes de alho
pimenta em grão que baste

1 ramo de coentros
sal grosso
azeite


Preparação
Num almofariz pise o sal ( suficiente para temperar a carne ), os alhos descascados, alguns grãos de pimenta e o colorau. Com esta massa tempere a carne dentro de uma assadeira e tape com película aderente e deixe no frigorifico por 2 a 3 horas para tomar gosto. Passado esse tempo retire do frigorifico e ponha as batatas descascadas a volta da carne, regue com vinho e a banha derretida e uma boa golpeada de azeite. Vai ao forno assar durante cerca de uma hora ( entre 180 a 200 graus ), regando varias vezes  a carne e as batatas com o próprio molho, se achar necessário junte um pouco mais de vinho. Quando as batatas ficarem macias e a carne bem alourada retire do forno e polvilhe com coentros picados e sirva. Acompanhe com arroz branco.


Bom Apetite

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Feijoada de lebre à Zezão


 A procura de novos sabores para preparar um prato par este carnaval e para não fugir muito a regra, resolvi fazer uma “Feijoada” de lebre         ( Também por ter ganhado uma de presente). A lebre tal como o coelho pertence a família dos Leporídeas, sendo que os filhotes das lebres já nascem com pequena capacidade motora e visual, enquanto que os filhotes desses nascem completamente cegos. Sendo a sua carne muito apreciada, de cor vermelha, de sabor forte (para eliminar um pouco esse sabor deixar demolho em água fria) e mais rijo de que a do coelho que é macia e branca e não tão forte de sabor, apesar de a dieta da lebre ser muito similar a do coelho. Hoje em dia o consumo de lebre esta mais limitado,  pois organizações não governamentais conseguiram fazer com que a caça diminuísse, e que as lebres pudessem circular livremente em áreas maiores. Aqui em casa tendo (as minhas filhas) quem não goste muito dessa carne, e até porque são uns animais muito queridos por elas. Tive que acrescentar outro tipo de carne (entrecosto) a receita original para dissimular. O resultado foi excelente e aqui deixo a minha receita.

Ingredientes
1 lebre ( + ou – 1kg)
300 gramas de entrecosto
1 chouriço de carne
1 chouriço preto ( tipo carne e sangue)
800 gramas de feijão manteiga
1 cenoura
2 cebolas
3 dentes de alhos
1 cravinho
1 folha de louro
1 malagueta
1 colher (de café) de cominhos
1 copo de vinho branco
1 ramo de salsinha
Azeite que baste
Sal que baste

Preparação
De véspera (24 horas antes) demolhe o feijão. No dia (6 horas antes) corte a carne da lebre aos troços e demolhe em água fria. Coza os feijões juntamente com uma cebola inteira descascada, reserve tanto o caldo como os feijões já cozido. Num tacho ao lume brando cubra o fundo com azeite e de uma puxada (aloirar um pouco, ficar translucida) a outra cebola picada, junte a lebre e refogue um pouco mexendo sempre. Quando a carne começar a ficar branca junte o entrecosto com a cenoura as rodelas finas, o alho laminado, o louro, o cravinho, os cominhos e tempere de sal, refogue um pouco e junte o vinho branco e deixe levantar fervura. Junte os chouriços as rodelas e acrescente água da cozedura dos feijões e deixe cozer até a carne ficar macia              (vá acrescentando água se necessário). Por fim acrescente os feijões com a malagueta partida, retifique os temperos e deixe apurar. Antes de servir aromatize com salsinha picada. Sirva com arroz branco e pão saloio as fatias frito em azeite e alho.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Arroz à moda da terra


Já aqui publiquei alguns pratos com arroz, normalmente como acompanhamento, outros com prato principal, que é o caso do de hoje inspirado no celebre prato “Arroz à Lavrador”, só que este um pouco mais bem elaborado. Por falar em arroz que è um alimento muito importante pelo seu valor nutritivo, é também muito versátil, pois proporciona deliciosos pratos principais e imaginativos acompanhamentos.
Originário segundo uns da Ásia meridional e do norte da Austrália, segundo outros da Índia ou china. Certeza só que já existia a cinco mil anos e pensa-se que até que sela mais antigo que o trigo. Em Portugal são manjares justamente afamados o “Arroz de lampreia”, o “Arroz de Cabidela”, o de Pato, o de ameijoas, e, como sobremesa, o “Arroz Doce”, prato indispensável e qualquer festa como batizados, casamentos, etc.
Já em Espanha e celebre o “ Arroz a valenciana”, e as tradicionais “Paellas”. Do Oriente veio o “Arroz de Caril”, bem picante já com alguns adeptos desta iguaria.
Em alguns países do mundo, é costume atirar-se arroz cru aos noivos após a cerimônia do casamento, com este gesto deseja-lhes riqueza e prosperidade. A tradição teve origem a dois mil anos antes de Cristo num mandarim que ao casar a filha, quis mostrar sua riqueza. E nada melhor do que utilizar o arroz, símbolo de fartura, que mandou atirar para as terras dos recém casados. Mas hoje vamos atirar arroz para a panela.

Ingredientes
2 chávenas (de chá) de arroz
5 chávenas de água
6 colheres ( de sopa) de azeite
2 dentes de alhos
100 gramas de ervilhas
100 gramas de pimentão vermelho
100 gramas de couve roxa
150 gramas de couve flor
2 colheres (das de sopa) de vinagre
1 colher ( de sopa) de tomate concentrado
1 colher ( de sobremesa) de colorau
1 chouriça de morcela
1 chouriço vermelho
Pimenta a gosto
Sal que baste

Preparação
Aqueça o azeite em um tacho um tacho grande e frite os alhos inteiros esmagados ( com pele), de seguida acrescente a cebola picada, refogue em lume brando de 2 a 3 minutos mexendo sempre. Junte o pimentão picado, as ervilhas, a couve flor aos trocitos, a couve roxa as tiras e o vinagre, refogue mais 2 a 3 minutos mexendo sempre. Junte o arroz , o colorau e o tomate concentrado refogue sem que queime o arroz, tempere de sal. Cubra com a água a ferver e junte o chouriço vermelho as rodelas, quando levantar fervura tempere de pimenta a gosto e distribua por cima a chouriça de morcela as rodelas. Cozinhe durante 10 minutos em lume forte e mais 8 em lume brando. Verifique se o arroz esta cozido e se ainda estiver duro, deixe-o repousar 10 minutos tapado com um texto. Sirva quente

Bom Apetite 


Outros pratos de Arroz
http://cozinha-do-zezao.blogspot.com/2010/01/paella.html 

http://cozinha-do-zezao.blogspot.com/2010/01/arroz-branco.html 

http://cozinha-do-zezao.blogspot.com/2010/03/pescada-frita-com-arrozfeijao.html 

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http://cozinha-do-zezao.blogspot.com/2011/06/arroz-com-grao-de-bico.html 
 http://cozinha-do-zezao.blogspot.com/2011/09/libritos-com-arrozfeijao-e-salada-de.html

http://cozinha-do-zezao.blogspot.com/2011/09/libritos-com-arrozfeijao-e-salada-de.html 
 

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Migas à Zezão


As migas de pão, em Espanha conhecidas por Migas de pastor, são um prato típico da Península Ibérica, principalmente do centro e do sul. Em Portugal são muito populares no Alentejo que freqüentemente descritas como um prato de gente do campo, ou lavradores na qual  aproveita as sobras de pão duro. Normalmente as migas são feitas com pedaços de pão duro previamente umedecidos em água e refogado no  azeite ou banha com alhos. No caso das migas de batata, em vez de pão são usadas batatas cozidas, que se vão desfazendo enquanto são refogadas. No Alentejo é hábito  fazê-las simples, sendo acompanhadas com carne de porco frita, toucinho, entrecosto ou ambos. Já em Espanha os acompanhamentos podem ser muito mais variados e misturados no recipiente do refogado. Bem aqui vou deixar as migas à minha moda.

Ingredientes
500 gramas de pão de centeio
600 gramas de carne de porco magra
120 gramas de chouriço vermelho
100 gramas de toucinho fumado
½ copo de vinho branco
1 folha de louro
1 dente de alho
1 colher (de sopa) de colorau
3 colheres (de sopa) de pingue (banha de porco)
3 colheres (de sopa) de azeite
Sal que baste
Pimenta que baste

Preparação
Corte a carne em pedaços e tempere com sal, pimenta, colorau e alho picado. Regue com o vinho e deixe marinar durante 1 hora. Demo-lhe o pão em água fria, escorra-o e reserve. Numa frigideira junte o pingue e o azeite, aqueça e frite a carne escorrida juntamente com a chouriça as rodelas. Retire a carne e reserve quente, na mesma gordura doure o toucinho aos pedaços, retire e junte ao pão já bem escorrido juntamente com metade da gordura da fritura, reservando uma colher (de sopa). Retifique os temperos (sal e pimenta) e envolva, enrole as migas e frite lentamente de ambos os lados na gordura restante. Sirva as migas com a carne e o chouriço ao lado e regue com a colher de gordura reservada. Querendo pode fritar as migas em partes iguais uma de cada vez, basta dividir a gordura em partes iguais e frita-las individualmente (este preparado dá entre 4 a 6 partes iguais). Antes de servir pode enfeitar com laranjas e salsa.

Bom Apetite

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Maças com pão no forno


Bem meus amigos aqui esta mais uma receitinha pratica para aproveitar restos de pão. Cloro que podíamos fazer umas boas rabanadas, ou um belo pudim de Pão.




Mas hoje deu-me para fazer um doce de maças, pensando no que ia fazer vim que tinha aqui umas sobras de pão e pensei também em usalo. Depois de muito matutar aqui esta o resultado.

Ingredientes
Sobras de pão (tipo baguete que é o que se usa por aqui)
2 maças
6 ovos
1/2 litro de leite
½ limão (casca e sumo)
4 colheres ( de sopa) de açúcar
2 colheres (de sopa) de passas
Açúcar  que baste para polvilhar ( sé for em pó melhor)

Preparação
Corte o pão em fatias (tipo rabanadas)e reserve-as. Bata os ovos e resrve. Numa tigela misture o leite com o açúcar e a raspa da casca do limão para aromatizar reserve. Descasque as maças e corte em fatias, regue com o sumo do limão reserve. Passe as fatias de pão pelo leite aromatizado e em seguida pelo ovo batido. Coloque em uma travessa de vidro (própria para ir ao forno), alternando com as fatias de maças até completar a travessa. Misture o resto de leite com o resto dos ovos, coe com um passador de rede e regue o doce da travessa. Espalhe as passa por cima e polvilhe com açúcar. Leve ao lime pré-aquecido 180º por 35 minutos. Retire do forno, deixe esfriar um pouco , sirva morno.

Bom Apetite

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Peituga no forno


A uns dias atrás comprei uma peituga de porco no talho local ( tive que a encomendar). Já la vai o tempo que se criavam porcos em casa, um feito muito comum pelos agricultores em muitas terras e lugares, que hoje cada vez mais esta desaparecendo devido as políticas das leis. Nasci no Brasil filho de pais portugueses e  muito novo fui para Portugal, (atualmente vivo em Principat de Andorra) nomeadamente para freguesia da Gafanha do Carmo, pertencente ao município de Ílhavo e distrito de Aveiro. Quando ai cheguei em 1975 era muito comum qualquer família de habitantes desta pequena aldeia criar porcos. Normalmente um porco matava-se ao fim de um ano, mas havia quem cria-se porcas (fêmea do porco) durante 2 ou 3 anos. Essas porcas conhecidas como criadeiras (porcas que já havia parido leitãozinhos um par de vezes) na qual sua carne era muito apreciada justamente por ter dado a cria varias vezes o toucinho ficava com camadas de febras cada vez que paria os leitões. Dessas porcas tirava-se as peitugas, um naco de carne muito apreciada, pois davam uns bons Rojões.
Minha mãe costumava assar a peituga no forno e ao prepará-la, veio-me a cabeça recordações do passado, nomeadamente a “Matança do porco”
Com a chegada do inverno, chegava também a época da matança do porco por quase toda freguesia, pois com a chegada do frio era mais fácil conservar a carne (pouca gente tinha arcas congeladoras) nas típicas salgadeiras. Logo de manha juntavam-se 3 ou 4 homens (normalmente familiares ou amigos), entre os convivas escolhia-se aqueles que irão apanhar o bicho que de véspera tendo este jejuado até à manhã. Trazia-se o animal para fora do curral para cima de uma carroça de bois. Amarrava-se uma das patas de trás e um outro agarrava as orelhas, comandados pelo matador que entretanto afasta quem tenha pena do suíno, não vá o sangue coalhar!
Dava-se um golpe rápido e certeiro, enquanto o sangue jorrava para um alguidar com sal e vinagre, o animal oscila em espasmos violentos na sua luta derradeira. Baixava-se o animal já morto para a eira onde já havia um monte de bicas para a queima, limpeza e raspagem, uns tentavam adivinhar o peso do animal, cujo quem acertava orgulhava-se do olho que tinha para estas coisas. Entretanto era hora de matar o outro bicho, que se afoga com copinhos de vinho ou vinho do porto. Depois do porco pendurado de cabeça para baixo seguia-se a abertura do porco, um momento de alguma precisão, não vá a faca perfurar alguma tripa e deitar muito do trabalho a perder. Abria-se com dois cortes na barriga, deixando a parte central onde está os tetos, na qual atirava-se para traz entre as pernas ( a Peituga), Via-se então se a porca era boa, se tinha muita banha ou se era bem entremada.  Soltavam-se alguns provérbios; “ Se queres ver o teu corpo, abre um porco” , “No porco tudo se aproveita”, etc. . Retiravam-se as tripas para um alguidar, operação esta, que requeria alguma pericia para que nenhuma tripa se rebente. Eram levadas para a ria onde eram lavadas pelas mulheres da casa, para que depois sejam cheias com a carne na qual resultavam nos diversos tipos de enchidos (morcelas ou chouriças) que curavam-se suspensos em varapaus no fumeiro dos  borralhos das cozinhas de lume.
Aproximava-se a hora do almoço. Com ela também a confraternização,  Era assim a matança do porco  nas Gafanhas, este era um ritual que se repetia ano após ano que apesar das ligeiras alterações técnicas (passou-se a usar maçarico a gás em vês de bicas), se tem mantido no relógio do tempo. Por tudo isso sinto um orgulho em ser filho de portuguese, de ter vivido nas gafanhas. De ser da Gafanha do Carmo.

Ingredientes
Uma boa peituga de porco
3 dentes de alhos
3 colheres (de sopa) de azeite
2 colheres (de sopa) rasas de sal grosso
1 colher (de sopa) de pimenta branca
½ colher (de sopa) de colorau
1 copo de vinho branco
Batatas que baste

Preparação
Num almofariz esmagar os dentes de alho com o sal, passe para um recipiente que leve tudo e misture o azeite, o colorau, a pimenta e o vinho branco. Numa assadeira ponha a peituga (faça uns cortes para entranhar bem os temperos) com o coirato para baixo e verta por cima o preparado de temperos leve ao forno a 180º durante 30 minutos. Entretanto tire as peles das batatas descascadas e corte em gomos retire o tabuleiro e espalhe as batatas a volta da carne, vai ao forno mais 15 minutos, retire e vire o coirato para cima, (se necessário acrescente um pouco água) vai novamente ao forno mais 15 minutos até o coirato ficar bem tostado. Sirva com arroz e uma boa salada verde.

Bom Apetite

Bifinhos salteado com legumes


Salteado (em francês: Sautee) é um método da cozinha usada para cozer alimentos com uma pequena quantidade de gordura numa frigideira e usando uma fonte de calor relativamente alta. Sauter significa "salto" em francês e com ele vem a afirmar o processo primário durante este método de cozimento, manter sempre em movimento o alimento que estamos preparar. O alimento salteado é cozinhado por um período de tempo relativamente curto, devido às altas temperaturas utilizada, faz com que os alimentos preservem a sua cor, humildade e sabor. Esta técnica é muito comum com cortes mais tenros de carne, como filé. No que respeita à gordura utilizada é geralmente utilizado o azeite ou a manteiga embora estas duas gorduras são válidas para o processo. A manteiga  é menos adequado porque queima muito rápido, sendo aconselhado para temperaturas mais baixas.

Ingredientes
600 gramas de lombo de porco cortado em fatias bem finas (lombo da parte mais seca)
100 gramas de pimentão vermelho cortado em tiras
100 gramas de pimentão verde cortado em tiras
100 gramas de cenouras cortadas em tiras
100 gramas de feijão verde fino (vagem)
100 gramas de berinjela cortada em cubinhos
1 cebola picada
1 dente de alho picada
1 colher (de sopa) de manteiga
4 colheres (de sapo) de azeite
1 colher (de sopa) de vinagre
Sal que baste
Pimenta a gosto

Preparação
Corte as fatias de lombo ao meio e tempere com o alho, pimenta, sal e o vinagre, deixe marinar durante uma hora. Numa frigideira grande em lume brando derreta a manteiga e salte-e os bifinhos retira-los e reserve quente. Junte o azeite ao resto da gordura, ponha para lume alto e salte-e o resto dos ingredientes entre 8 a 10 minutos. Retifique os temperos e envolva a carne, deixe apurar. Sirva bem quente acompanhado com arroz e batatas fritas a rodelas.

Bom Apetite

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Farófias


Queria comer algoma coisa doce e não sabia o que, foi então que vi os ovos e pensei "Farófias" rapidas e faceis de fazer, foi então que resolvi fazer umas Farófias. Um doce muito popular por todo Portugal e muito fácil de fazer. Alem disso este doce pode ser uma boa escolha para aqueles dias que se recebe alguém e não sé sabe o que fazer pois os ingredientes normalmente sempre temos por casa e de complicado não há nada.

Ingredientes:
½ l de Leite
4 ovos
6 colheres (de sopa) de Açúcar
1 casca de Limão
1 colher de sopa de farinha Maisena

Canela que baste

Preparação
Separar as claras das gemas e ter cuidado para que não fique nenhum resto de gema. Numa tigela batem-se as claras em castelo às quais se juntam 3 colheres de sopa de açúcar. Leva-se o leite a aquecer com as restantes 3 colheres de açúcar e a casca de limão. Quando começar a levantar fervura reduz-se um pouco o lume e deitam-se no leite colheradas de claras em castelo. Deixam-se cozer um pouco e viram-se. Quando cozidas, retiram-se para uma travessa com uma escumadeira.
Ao leite que sobrou coar para tirar os restos de claras cozidas (rejeitando) e junta-se a colher de sopa de maizena e deixa-se engrossar um pouco. Retira-se do lume. Batam-se as gemas e aos poucos se introduzem no creme batendo sempre. Verte-se este creme por cima das farófias e leve ao frigorifico para ficarem frias. Antes de servir polvilha-se com canela a gosto.


Bom Apetite

Peito de frango recheado com queijo


Para acompanhar os peitos de frango vamos usar spaghetti, é verdade outra vez massa, pois meus amigos isto vai bem com tudo. Spaghetti que em português chamam-se espaguetes ou esparguetes e uma massa fina e comprida. Spaghetti. em italiano seguinifica Spago (corda) e conforme o seu diâmetro existe outras variações (spaghettone, spaghettino, capellini, vermiceli, vermicelloni). Como sempre os italianos são os mestres desse tipo de massa, a Sicília foi durante muito tempo a "pátria" dessa iguaria até ser destronado por Nápoles.

Ingredientes
4 peitos de frango
400 gramas de spaghetti nº3
6 fatias de queijo Emmental ( ou da sua preferência)
2 dente de alho
1 folha de louro
2 colheres (de sopa) de manteiga
1 colher (de sopa) rasa de sal grosso
½ chávena (de chá) de azeite
½ chávena (de chá) de vinho branco
Salsa que baste
Pimenta preta a gosto

Preparação
Abra os peitos de frango ao meio, mas sem os separar e recheie cada um com 1 ½ fatia de queijo, ate –os com um fio de cozinha até fecha-los. Numa taça esmague  alho com o sal e misture-o com o vinho, o louro e 2 colheres de sopa do azeite, tempere de pimenta. Junte aos peitos e deixe marinar por 1 hora. Numa frigideira aqueça o restante azeite e doure os peitos de frangos escorridos de ambos os lados. Regue com a marinada e deixe cozer durante uns 5 minutos. Coza os spaghettis em água quente temperada de sal e com o outro alho esmagado e as 2 colheres de manteiga, escorre-os e salteá-los no molho que resta de preparar a carne. Salpique com a salsa picada e sirva a acompanhar os peitos de frango.