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domingo, 21 de agosto de 2016

Férias de Verão 2016



Assim por forças maiores que não posso explicar.

De 21 de Agosto de 2016 a 18 de Setembro de 2016, fuiiiiiiiiiiiiiiiiii........................... 



Bom Apetite

sábado, 20 de agosto de 2016

Benrigela recheada com bacalhau


No princípio só servia como planta ornamental e isso já lavai uns 4000 anos. Levado para a Europa pelos árabes que adoravam este fruto, existem de varias cores e formatos.
Sim as beringelas são um fruto, embora pouca gente o saiba. A beringela é ricas em água e potentes antioxidantes que atuam no organismo prevenindo doenças do coração e diminuindo o colesterol.
Além disso, ela tem poucas calorias e pode ser usada em diversas receitas como pizzas, lasanhas, saladas e refogados, auxiliando em dietas de emagrecimento.

Assim, incluir a berinjela na alimentação diárias traz benefícios como:

Prevenir doenças cardíacas
Rica em antocianina, um antioxidante potente que está presente na sua casca roxa

Reduzir o colesterol ruim
Rica em antioxidante nasunina.

Evitar a formação de aterosclerose
Por ajudar a controlar os níveis de colesterol no sangue.

Melhorar a circulação sanguínea
Ajuda a promover a saúde dos vasos sanguíneos.

Ajudar a emagrecer
Por ser pobre em calorias.

Prevenir anemia
Contem uma fonte de ácido fólico, vitamina que estimula a produção de células do sangue.

Porque no Verão gostamos de comer comidas leves mas ricas, assim aqui fica esta receita que voz garanto e de chupar os dedos.

Ingrediente
200 gramas de bacalhau (demolhado)
2 beringelas
2 Ovos
4 colheres de sopa de Azeit
1 Cebolas medias
2 dentes de Alho
1 ramo de salsa
Sal e pimenta a gosto
Azeitonas pretas quanto baste

Preparação
Verta água quente sobre as postas de bacalhau e deixe repousar 2 minutos, retire da água e limpe da pele e as espinhas e lasque o bacalhau, reserve.
Corte as beringelas ao meio e retire o seu interior deixando algo agarrado a pele. Corte os interiores retirados das beringelas em pedaços, reserve.

Pique o alho muito fino e a cebola em rodelas finíssimas e refogue lentamente em lume médio, num tacho de fundo largo com o azeite, quando a cebola estiver cozida e transparente.
Junte os pedaços dos interiores das beringelas e o bacalhau lascado, mexa até envolver bem e reduza o lume para baixo/médio, acrescente os ovos batidos e temperados com sal e pimenta. Mexa com uma colher de pau, continuamente até que os ovos cozam, mas que fiquem cremosos. Distribua o preparado pelas meias beringelas e polvilhe com queijo. Leve ao forno para gratinar e sirva imediatamente com salsa picada e azeitonas pretas,


Bom Apetite

sábado, 13 de agosto de 2016

Autentico Chili com carne

Ultimamente não tenho aparecido por aqui e para compensar hoje trago-voz uma receita com muita historia, um prato tradicional no Texas (pelos Cowboys) com origem da Baixa Califórnia (fronteira entre a America e o México) e influencias Mexicanas. Era assim em 1880 quando a escassez de carne era misturada com feijões para dar mais volume e durar mais nomeadamente com as pessoas com poucos recursos humanos. Ao contrario do que muita gente pensa, os Chilis com carne trata-se de uma sopa espessa e bastante picante que na sua versão original era feita com carne seca, manteiga e malaguetas secas (chili) e sal, na qual hoje em dia seguindo essa Idea tem varias versões. Segundo parece foram os conquistadores espanhóis que quando por ai andaram tiveram a ideia de juntar estes ingredientes. Na verdade o desenvolvimento do Chili com carne tem lugar em Texas (o famoso Tex-Mex) no sudoeste dos Estados Unidos entre as pessoas de origem mexicana onde o gosto pelo picante e dominante.


Ingredientes
500 gramas de carne moída de vaca
350 gramas de feijão vermelho cozido
300 gramas de tomates maduros pelados
100 gramas de pimento vermelho
25 gramas de pimento picante (malaguetas)
1 cebola média
2 dentes de alho
1 ramo de salsa
1 folha de louro
1 colher (das de sopa) de manteiga
1 colher (das de sopa) de azeite
1 colher (das de chá) de oréganos
1 colher (das de chá) de pimentão doce
Algumas folhas de coentro fresco
Sal quanto baste


Preparação
Pique a cebola, alho, pimento vermelho e as malaguetas, numa sertã grande derreta a manteiga no azeite e comece a refogar estes ingredientes juntamente com a folha de louro inteira. Adiciona a carne com a salsa picada e deixe cozer uns 5 minutos mexendo sempre, incorpore o pimentão doce e os oréganos, tempere de sal e deixe cozer mais uns 5 minutos. Refresque com o vinagre e acrescente os tomates triturados, acrescente um pouco de água e deixe cozer em lume baixo durante 15 minutos (acrescente mais água sé necessário) mexendo de vez em quando. Acrescente os feijões escorridos e verifique o sal, deixe cozer mais 5 minutos destapado e apague o lume e polvilhe com os coentros picados, tape e deixe apurar. Sirva com nacos de queijo cheddar ou arroz branco.

 Bom Apetite

sábado, 23 de julho de 2016

O melhor Pudim Flan

O pudim flan, também conhecido como pudim de ovos ou pudim de leite é um dos pudins mais famosos de todo o mundo. Até porque a sua confecção Remonta da época do Império Romano, com o nome de" tyropatina" e com a particularidade de ser polveado com pimenta. Muito popular na Idade Média sobretudo na altura da Quaresma. Mais uma vez coube aos franceses no século VII, substituir a pimenta pelo o açúcar e popularizar o nome "flan" para sé referir a este pudim, derivado do alemão antigo" flado", que significava bolo ou objeto plano. Assim temos o Flan (como é mais conhecido) uma mistura de ovos e açúcar batidos e com adição de leite. A mistura é vertida na forma previamente untada com caramelo e tradicionalmente cozido em banho-maria com o caramelo na camada inferior. Depois de estar cozinhado é virado sobre um prato, fazendo com que o caramelo cubra o pudim. Desta receita fácil e simples hoje em dia também se usa outros ingredientes que deem mais sabor; como a baunilha, canela, casca de limão. Surgindo receitas que utilizam sumos e compotas de frutas, chocolate, café, queijo, iogurte. Assim como certas variações que incluem amêndoas, pistachos, doce de leite, limão, pimenta e mel e outras mais ousadas com queijo, peixe, espinafres, etc.

Depois desta grande variedade de maneiras de confeccionar o flan e fazer algumas, dando especial atenção ao com pimenta e mel, vou ficar com uma das mais tradicionais, e para mim a melhor maneira de fazer um pudim flan.

Ingredientes

Para o caramelo
300 gramas de açúcar
0,5 dl de água

Para o pudim
200 gramas de açúcar
10 ovos
1 litro de leite meio gordo
1 colher (das de sopa) de maisena

Preparação

Num tacho ao lume médio com as 300 gramas de açúcar e os 0,5 dl de água prepare o caramelo deixando um pouco claro, reserve. Numa tigela misture os ovos, o açúcar e maisena, misture bem com ajuda de uma vara de arames e junta-lhe o leite em fio mexendo sempre. Verta o preparado (fazendo passar por um passador de rede) na forma já untada com o caramelo e leve ao forno pré-aquecido 190º, em banho-maria cerca de uns 40 minutos, Deixe arrefecer bem o pudim para desenformá-lo, de preferência num prato ligeiramente fundo por causa do caramelo não transbordar.

P.S. _Para fazer a versão mel-pimenta, basta trocar o caramelo por mel misturado com 1 colher (sobremesa) de pimenta branca e untar bem a forma.


Bom Apetite

domingo, 17 de julho de 2016

One pot pasta "Mafalda com gambas e bolets"

Há dias assim ou porque não temos tempo, ou estamos com pressa, ou simplesmente estamos com preguiça e nos apetece jogar todos os ingredientes para dentro do tacho e que 
vire comida. Pois hoje é um dia desses............................

Ingredientes
200 gamas de massa mafalda ou tallarines
100 gramas de cogumelos selvagens
100 gramas de camarão descascado
50 gramas de tomates cherry
1 cebola pequena em gomos
1 dente de alho picado
1 ramo de salsa
1 copo de água
Sal, pimenta e azeite


Preparação
Num tacho largo coloque todos as ingredientes, tempere de sal e pimenta, cubra com água e leve ao lume forte tapado até levantar fervura. Destape e deixe cozer em lume baixo mexendo de vez em quando, mas com cuidado para não partir
a massa. Entre uns 10 ou 12 minuto a água terá evaporado, apague o lume e regue com o azeite, Sirva de imediato polvilhado com parmesão ou um queijo de sua preferência.


Bom Apetite

sábado, 9 de julho de 2016

Bolo de maças reineta

Comer refeições leves no verão é o que mais apetece, mas tudo complica na hora da sobremesa. Pode ser fresca que até sabe bem, mas com muitas calorias. E porque não aproveitar as frutas, até porque a ingestão de fruta assume na dia a dia uma porção alimentar bastante significativa, sobre tudo as maças que é a fruta, ( exceção dos cítricos) que pode ser conservada durante mais tempo e mantendo uma boa parte do seu valor nutricional. E olha que há maças para todo o gosto, há quem diga que comer uma maça ao dia terá uma vida mais sadia, Bueno pelo sim ou pelo não há que come-las. Assim deixo este bolo de maças, mais propriamente de reinetas que caracteriza-se sobretudo pela sua acidez. Possui textura e sabor crocantes e é uma das variedades com o mais baixo teor de açúcar, assim poderemos abusar um pouquinho mais da sobremesa.



Ingredientes
3 maças reinetas
3 ovos
1 colher (das de sopa) de coco ralado
1 colher (das de café) de canela
100 gramas de manteiga
200 gramas de farinha com fermento
150 gramas de açúcar
Sumo de meio limão

Preparação
Descascar as maças e retirar os caroços, corta-la em dadinhos e regue com o sumo de limão para não oxidar. Amolecer a manteiga e bater junto com o açúcar até ficar bem cremoso, ir juntando os ovos um a um batendo sempre. Incorporar a farinha tamisada e remover até ficar bem homogêneo, misturar com as maças e verta o preparado em uma forma de tarte já enfarinhada (manteiga e farinha) e levar ao forno pré-aquecido a 180º durante uns 40 minutos aproximadamente. Retirar do forno e deixe arrefecer um pouco para desenfornar, deixar esfriar totalmente. Misturar o coco com a canela e polvilhar por cima.


Bom Apetite

sábado, 18 de junho de 2016

Frango ao molho de tomate

O tomate é o fruto do tomateiro.
Embora muita gente o considera como legume na verdade é uma fruta. Originário das Américas Central e do Sul, era cultivado e consumido pelos povos pré-colombianos, sendo atualmente cultivado e consumido em todo o mundo. Apesar de estar associado à Itália devido ao seu largo uso na sua culinária, o tomate já era consumido nas civilizações Inca, Maia e Asteca, antes de ser levado ao outro lado do mundo. Antigamente o tomate era tido como venenoso pelos europeus e cultivado apenas para efeitos ornamentais. A época em que se passou a consumir o tomate não é clara, mas o que se sabe é que o tomate ganhou popularidade quando os povos do sul da Europa declinaram sobre esta suspeita. A partir deste momento, o tomate passou a ser um dos principais ingredientes da culinária mediterrânea. Os primeiros tomates exportados da América foram logo batizados de Pomodoro pelos italianos, pois eram amarelos, parecendo maçãs douradas. Só em 1554 e que se ouve falar dos primeiros tomates vermelhos. Como curiosidade em Espanha uma guerra de tomates costuma acontecer na última quarta feira de agosto. Desde 1940, uma festa em que os moradores da cidade de Buñol ( um município da região de Valencia ) atiram tomates uns sobre os outros, pintando uns aos outros. Esta festa que tem o nome de tomatina tem origem de uma brincadeira de crianças, quando algumas crianças usaram seus almoços para guerrear na praça da cidade.

Ingredientes
1 kg de coxas de frango (ou um frango partido em pedaços)
1 tomate grande e maduro
250 ml de polpa de tomate
1 cebola media bem picada
2 dentes de alhos picados
1 folha de louro
1 ramo de salsa
1 copo de vinho branco
Sal
Tabasco (ou piripiri)
Azeite

Preparação
Colocar num tacho largo o fundo com azeite, juntamente com o tomate maduro partido, a cebola, os alhos e a folha de louro, deixar refogar um pouco. Junte o vinho branco e a salsa bem picada e deixar aquecer uns 5 minutos em lume médio, coloque as pernas e tempere de sal e tabasco a gosto, deixe mais uns 5 minutos e reduza para lume baixo, junte a polpa de tomate, mexa e tampe o tacho com a tampa. Deixe cozer em lume baixo uns 30 minutos.
Sirva com alguma massa ou um bom purê de batatas.


Bom Apetite

domingo, 12 de junho de 2016

Dourada no forno à portuguesa

Já lá vão uns 20 dias que não apareço por aqui, mas tem uma boa explicação. Batismo do neto e visita de uns familiares de Portugal, assim deixei o meu passatempo para fazer o que mais gosto, viver.
Estamos naquela faze do ano que já é quase verão, já pensamos em praia, roupas leves, passear e sobre refeições ligeiras e leves (operação bikini hahaha), assim nada melhor que um peixinho assado no forno, bem reconfortante e ligeiro, já a pensar no verão, alem disso normalmente o peixe no forno sal sempre bem. É nada melhor que uma dourada no forno e de uma maneira bem portuguesa.

Ingredientes
2 douradas de 700/800 gramas cada
600 gramas de batatas
1 cebola grande
3 dentes de alho
1 colher (das de chá) de colorau
4 tomates
1 pimento vermelho
1 limão médio
1 ramo de salsa
Flor de sal
Pimenta moída na hora
Azeite

Preparação
Hoje em dia basicamente as peixarias já limpam o peixe e o preparam para o que sé destina. Basta em casa passa-lo por água fria para retirar algum sangue que possa conter, faça um corte ao meio deixando a espinha inteira e salpique com um pouco de flor de sal e pimenta por dentro. Coloque num tabuleiro com as batatas descascadas e em rodelas grossas a volta dos peixes, tempere de flor de sal e pimenta a gosto, nos cortes do peixe coloque umas rodelas de limão e polvilhe com o colorau. Adicione o pimento em tiras, os alhos descascados laminados e cebola descascada as rodelas. Cubra com os tomates em rodelas depois de lavados e regue com azeite e um copo de água, vai ao forno pré-aquecido 180ºC uns 50 minutos ou até ficar assado. Sirva com salada ou arroz branco.

Bom Apetite

domingo, 22 de maio de 2016

Salsa Romesco "molho"

A salsa romesco ( molho romesco em português) tem origem na gastronomia da Catalunha, mais propriamente na região de Tarragona. Podemos dizer que existe tantas versões como chefs que há preparam, cada um com o seu toque, mais ou menos tomate, mais ou menos amêndoas, etc. Outrora utilizada para acompanhar peixes e marisco, pois parecer ser um molho de origem de pescadores que ao passar dos anos sé vai adaptando aos novos costumes, pode-se dizer que hoje em dia existe tantas variantes como pratos que admitem o seu uso. Com uns ingredientes sencilhos entre tomates, pimentos secos (ñoras), amêndoa, avelãs, alhos, vinagre pão e azeite. Pode realçar até uma simples salada. Receitas mais antigas na qual num almofariz esmagavam-se os ingredientes com a adição do azeite em fio até obter uma pasta fina e bem ligada, hoje em dia simplificado com um liquidificador. Um molho que deve toda a sua graça as ñoras, uma espécie de pimento cultivado em Espanha, um produto muito original, pequeno, redondo e quando fica vermelho e maduro e deixado ao sol para secar. Tem um sabor doce e é amplamente utilizado na culinária espanhola. Esta receita foi-me passada pela chef do Hotel Coray, segundo a sua preparação ai servida. Assim como outras receita que não levam avelãs, segundo cada chef,  eu adicionei o piripiri e a cebola para dar o meu toque chef.

Ingredientes
2 tomates maduros

2 ñoras
1 cebola pequena
6 dentes de alhos
50 gramas de amêndoas peladas
30 gramas de avelãs peladas
1 fatia de pão
1 vagem pequena de malagueta (piripiri)
Azeite virgem
Vinagre
Sal

Preparação
Num tabuleiro largo coloque todos os ingredientes, menos as ñoras . Os tomates com um corte em cruz por cima, os alhos e a cebola com casca, as amêndoas, as avelãs e a fatia de pão, leve ao forno pré-aquecido a 180 graus para assar uns 40 minutos. Durante esse tempo vai tirando os ingredientes conforme estejam pronto, tendo atenção que o pão fica tostado muito rápido, logo as amêndoas e as avelãs, seguido dos alhos e a cebola, deixando para o fim os tomates. Neste tempo que tem os ingredientes no forno, coloque as ñoras em água morna para hidratar, para poder utilizar a sua carne. Num copo de liquidificador (pode utilizar uma varinha mágica) coloque as avelãs, as amêndoas, os tomates sem pele e pepitas, as ñoras limpas de sementes, a fatia de pão ( a fatia de pão servira ajudara a fazer a ligação do azeite), o piripiri, os alhos e a cebola sem casca, tempere de sal e adicione umas gotas de vinagre. Triture tudo adicionando o azeite em fio até obter uma pasta bem homogênea, aqui pode dar o seu ponto mais ou menos oleoso, adicionando mais ou menos azeite. Passe o molho por um coador chino ou peneira fina para ficar limpo de alguma impureza e esta pronta para utilizar com o prato que você preferir. Pode-se guardar no frigorifico por 3 semanas, na qual mantém toda as suas propriedades.


Bom Apetite

domingo, 15 de maio de 2016

Pão com chouriço "reedição"

O pão é, sem dúvida, um dos alimentos base da alimentação portuguesa. Existe em diversas formas ao longo do território nacional, é feito com três cereais: o milho, o centeio e o trigo, dependendo da região. Com muita tradição o pão tem uma associação direta com a Páscoa, como os folares e bolas de carnes. Como hoje é a segunda Páscoa (Pentecoste), resolvi re-editar uma receita de pão, o celebre pão-com-chouriço, que é feito frequente em feiras e festas, onde é consumido quente, feito na hora, cosido no forno de lenha com o chouriço já no seu interior.



Ingredientes
500 gramas de farinha de trigo
25 gramas de fermento de padeiro
80 gramas de margarina

Água morna
sal
Chouriço ou chourição ( que baste )



Preparação
Numa tigela ponha o fermento com um pouco de farinha em um pouco de água morna alguns minuto ate levedar. depois de levedar tempere de sal e junte a restante farinha ( se necessário acrescente mais um pouco de água ) e margarina derretida amasse tudo ate obter uma massa leve e enfolada, deixe repousarem lugar quente e coberto com um pano entre 3 a 5 horas para levedar. Passado esse tempo devida em quatro partes, e cada uma delas estenda com as palmas da mão, ponha ai o chouriço e enrole a massa fazendo uns pãezinhos ao comprido. de seguida ponha em um tabuleiro enfarinhado, de uns pequenos golpes com uma faca e vai ao forno a 180 graus durante 30 minutos ( + ou - ). Quentes são uma delicia.

Bom Apetite

sábado, 14 de maio de 2016

Pernas de frango com cúrcuma

De vez em quando dou um passeio pela net, mais propriamente nos blogs de culinária, e justamente num desses passeios dei com algumas confusões que certas pessoas fazem entre a cúrcuma e o açafrão das índias ou açafrão da terra como também é conhecido. Não é que seja um grande esperto, mas há coisas que fico abismado de ler, claro que muitas vezes somos enganados por certas marcas, ( esta é uma das razões por que não me associo a marcas) por isso a que pesquisar uma pouco para ter o mínimo de conhecimento do que sé publica. Assim para que não tenha duvidas aqui esta o que sei sobre o açafrão e a cúrcuma.

Os filamentos de açafrão são os estigmas de uma flor de cor lilás, na qual uma grama pode chegar a preços caríssimos. Também pode ser encontrado em pó, mas com preços já reduzidos, O açafrão transmite uma forte cor amarela e tem um gosto único e penetrante, A sua melhor utilização é com arroz e peixe - por exemplo, na paella espanhola, risottos italianos e pilaffs indianos. 


A cúrcuma não é uma raiz como muitos pesam, ela é um rizoma, ou seja, um caule subterrâneo de uma planta. Menos mal chamar de raiz, mas nunca chamar de açafrão. Normalmente vendida em pó desidratada, com um preço mais acessível tem um aspecto amarelo escuro e é rica em antioxidante, geralmente usada em pratos de caril e picles, muito boa quando usada parcimoniosamente em frango e peixe. Duas especiarias de plantas diferentes, que na cozinha são autênticas maravilhas, isto sem falar dos seus poderes medicinais...

Ingredientes
4 pernas de frango inteiras
1 colher (das de chá) de cúrcuma
1 colher (das de café) de mel
1 colher (das de sopa) de farinha de trigo
2 colheres (das de sopa) de azeite
Tabasco a gosto
Limão
Sal fino

Preparação


Numa taça coloque a farinha, a cúrcuma, o mel, o azeite e algumas gotas de sumo do limão. Mexa estes ingredientes até obter uma mistura bem homogênea e tempere de tabasco e sal a gosto, unte as pernas de frango com a mistura e deixe repousar uns minutos. Coloque as pernas num tabuleiro com grelha e leve ao forno pré-aquecido 180ª graus uns 20 minutos ou até ficar assado. Ao meio do assado virar as coxas para que fiquem douradas por igual, retire do forno e coe o molho. Pode servir com cuscuz e pimentos italianos assados com um pouco de molho por cima.


Bom apetite

domingo, 8 de maio de 2016

Empadão de carne à espanhola

Empadão de carne, um dos pratos mais tradicional em Portugal, sendo também muito popular no Brasil similar em frança com o nome de Hachis parmentier, ou da Cottage pie na Inglaterra.
Uma preparação feita normalmente com purê de batata ou arroz, que vai ao forno com um recheio, que pode ser de carne, frango atum, bacalhau, marisco, legumes, etc., tendo algumas versões feitas com farinha de trigo, na qual denominam-se torta. A versão portuguesa mais tradicional é a com carne de vaca moída e purê de batata, na qual o recheio é normalmente feito refogando a carne moída ou cortada em pedaços, ou a de bacalhau partido em lascas, com cebola e alho.
Hoje em dia existem varias receitas que emprega tomates, cogumelos, milho-verde, ervilhas, requeijão, etc..
Sendo assim hoje trago uma receita diferente na qual a carne picada fica na parte de baixo, na qual os espanhóis chamam-lhe Pastel de carne e purê.

Ingredientes
600 gramas de carne de vaca picada

3 tomates maduros
1 cebola media
2 dentes de alhos
1 colher (das de chá) de pimentão doce
100 gramas de queijo ralado (mozarella)
500 gramas de batatas
2 gemas
Noz moscada
Manteiga
Pimenta
Sal 



Preparação

Coza as batatas com a pele em água bem temperada de sal, depois de cozidas retire a pele e reduza a purê com a ajuda de um passe-vite, adiciona-lhe a manteiga e as 2 gemas de ovo, mexa bem até ficar bem homogêneo, tempere com a noz moscada, reserve.



Numa sertã grande faça um refogado com a cebola e os alhos picados durante uns 5 minutos, adicione a carne e tempere de sal e pimenta, refogue até ficar bem dourada. Adiciona-lhe os tomates triturados e siga refogando mais uns 8 minutos, apague o lume e deixe apurar. Numa travessa de vidro que possa ir ao forno, espalhe no fundo o preparado de carne e cubra com o purê de batatas misturado com o queijo. Espalhe pimentão doce por cima e vai a forno para gratinar, sirva quente simples ou com pimentos italianos fritos.


Bom Apetite

sábado, 7 de maio de 2016

Arroz a "Banda" com camarões

O Arrós a banda pronunciado em valenciano de Valência(arroz a parte em português) é um prato de arroz típico da zona costeira da província de Alicante, mas também muito popular na região de de Múrcia ou Barcelona . É um arroz Mediterrâneo típico dos pescadores, feito a base de caldo de pescado.
Outrora feito em separado, ou seja, fazia-se uma caldeirada com restos de peixe, mas de um sabor forte na qual se servia com alioli, as batatas e o pescado limpo de espinhas boiando por cima do caldo. Com o resto do caldo da caldeirada que ficava na panela, numa paellera fazia-se o arroz que sé comia a parte, daí o nome a banda.

Era um prato de gente pobre que com o passar dos anos pouco a pouco vai-se sendo elaborando com caldos de marisco ou peixe mais seletos.

Ingredientes
300 gramas de arroz redondo
200 gramas de camarões
1 litro de fumet (caldo de pescado com um sabor forte)
3 dentes de alho
1 cebola pequena
1 tomate grande bem maduro
1 malagueta pequena (piripiri)
1 colher (das de sopa) de vinagre
Filamento de açafrão quanto basteAzeita quanto baste
Salsa quanto baste
Sal a gosto



Preparação
Asse o tomate no forno alguns minutos, retire a pele e as sementes, reserve. Num morteiro amasse os alhos e a malagueta com a salsa e misture com o tomate ralado e um pouco de azeite, misture bem e acrescente a cebola bem picada, volte a misturar e junta-lhe o vinagre e tempere de sal.
Numa paellera ou uma sertã grande com um pouco de azeite doure os camarões de ambos lados até ficarem bem dourados, adiciona-lhe duas colheres (das de sopa) do preparado e mexa durante 2 minutos em lume muito lento, retire os camarões e reserve. Na mesma paellera coloque o resto do preparado e o arroz, deixe estrugir uns 2 minutos, acrescente o fumet e deixe ferver. Coloque o açafrão e mexa, retifique o sal e deixe cozer 10 minutos em lume alto, logo vaia reduzindo o lume progressivamente entre 8 a 10 minutos mais. Um pouco antes de terminar enfeite com os camarões.
Retire a paellera do lume quando o arroz esteja cozido, salpique com salsa picada e deixe repousar 5 minutos antes de servir.


Bom Apetite

domingo, 24 de abril de 2016

Arroz Negro

O arroz negro ou negre em valenciano é um prato de arroz seco feito em uma paella ou sertã grande, relatos mais antigos falam de sua confecção em panelas de barro, na qual seu sabor e aparência ficam muito diferente de os arrozes de hoje. Preparado principalmente com lulas ou chocos na qual sé retira umas bolsa de tintas que estão nas barbas do molusco, tinta essa que sé adiciona ao arroz em sua preparação, dando assim sua cor negra.
Um prato típico de Palafrugell um município de Girona na região de Catalunha, assim como em toda a costa da Catalunha. É um prato que também aparece em muitas zonas do mediterrâneo, como em Itália donde sé pode degustar o “Riso Nero a al Fiorentina” ou mesmo “Riso al Nero di seppia”.
O arroz é servido na paellera ou recipiente no qual arroz foi cozido. Serve-se acabado de fazer com uma taça com maionese de aioli sobre a mesa para que os comensais misturar com a doze de arroz em seu prato.

Ingredientes
300 gramas de arroz
500 gramas de lulas
4 camarões grandes
½ litro de fumet
8 gramas de tinta de chocos (vende-se em bolsinhas de 4 gramas)
1/3 de um copo de vinho branco
1 cebola media
3 dentes de alhos
Azeite quanto baste
Sal e pimenta a gosto

Preparação
Prepare um fumet tal e qual como indica na receita de Arroz de tamboril, passe por um coador e deixe esfriar.
Lave as lulas em água fria e limpa-lhe da película que as cobre e as tripas. retire os olhos e o pico córneo da cabeça, corte em pedaços a lula e deixe em água fria. Fure as bolsas de tinta e verta para uma taça e dilua com o vinho branco.
Em uma Paellera (pode usar uma sertã grande) com azeite, refogue a cebola, os alhos e o pimento picados até a cebola ficar translucida e veta a tinta diluída, deixe levantar fervura e adiciona-lhe as lulas cortadas e os camarões inteiros, tempere de sal e pimenta e refogue entre 8 a 10 minutos em lume médio. Retire os camarões e coloque o arroz e regue com o fumet, mexa e deixa cozer uns 15 minutos em lume alto. Apague o lume retifique os temperos e deixe repousar uns minutos antes de servir.
Sirva os pratos com a doze de arroz e um camarão e uma colher de alioli por cima.

Nota:
Se tiver habilidade pode tirara as sacas de tinta quando as lulas forem frescas, para isso basta fazer um corte inferior na cabeça e retira-las com muito cuidado para não romper.


Bom Apetite

sábado, 16 de abril de 2016

Molho de cogumelos simples com medalhões de Vitela

Considerado um dos alimentos mais saudáveis do mundo, os cogumelos, nome dado a alguns fungos pertencente ao reino Fungi, um grupo de organismos eucariotas, que inclui micro-organismos tais como as leveduras, os bolores, assim como os cogumelos. Sendo a maioria deles comestíveis, outros, no entanto, são extremamente tóxicos, podendo, em alguns casos levar à morte, por isso sé não for um esperto na matéria o melhor e compra-los, pois são largamente cultivados com aplicação de cuidados monitorados e qualidade. Embora muitas vezes preparados como sé fossem um legume, são na realidade fungos, um organismo sem raízes, folhas, sementes ou flores. Podendo ser cultivados, nascem em muitas regiões de todo o mundo, sendo o cogumelo branco o mais comum, muito usado para adornar saladas.

Ingredientes
8 medalhões de lombinhos de vitela
1 kg de batatas para fritar
150 gramas de cogumelos brancos
1 copo de vinho branco
200 ml de natas de cozinha
2 dentes de alhos
1 laranja
Azeite quanto baste
Salsa quanto baste
Sal e pimenta a gosto

Preparação

Tempere os medalhões com sal e pimenta moída na hora, reserve. Lave os cogumelos; escolha os mais rijos e sem manchas, corte-lhes o pé e demolhe-os em água fria com umas gotas de vinagre para eliminar alguns parasitas, lamine-os.
Numa sertã com um pouco de azeite refogue os alhos picados, adicione os cogumelos e refogue mais 5 minutos, junte o vinho e deixe reduzir a metade. Junte as natas e tempere de sal e pimenta a gosto, deixe ferver em lume médio, reserve.
Aqueça uma chapa de grelhar e grelhe os medalhões com um fio de azeite. Sirva com o molho de cogumelos polvilhado com salsa picada e as batatas fritas em gomos largos, enfeita com rodelas de laranja.


Bom Apetite

sábado, 9 de abril de 2016

Ossobuco

Ossobuco é um prato tradicional da região da Lombardia, norte de Itália em especial da cidade de Milão. O nome deste prato de perna de boi à italiana, conhecido como “ossobuco” significa literalmente “Osso com buraco”, em dialeto milanês italiano "oss bus"
A explicação desta designação é simples: no norte da Itália a perna de boi é cortada às rodelas juntamente com os ossos. Cada rodela tem no centro um bocado de osso em forma de tubo. No buraco desse osso encontra-se o tutano uma iguaria rica em sabor e textura que não deve ser retirado, pois isso vai potenciar o sabor do prato.
 As peças de Ossobuco devem ter no máximo três centímetros de altura e cerca de 250 gramas, peças maiores será mais difícil o seu cozimento devido a carne magra, rígida e fibrosa a volta do osso. Ideal em preparos caldosos como cozidos de panela, ensopados, sopas e consommés. O ossobuco tem que ter um cozimento longo e vagaroso para amaciar as fibras e preservar o sabor natural da carne. Normalmente este prato e acompanhado com risoto milanês feito com açafrão, existindo por todo o mundo varias versões, mas todas iguais numa coisa, feito, muito devagar em fogo lento, pois a pressa é inimiga do ossobuco.

Ingredientes
4 rodelas de ossobuco (250 gramas cada + ou - )

1 cebola grande
1 cenoura grande
3 dentes de alho ou um alho Frances
3 tomates maduros
1 ramo de salsa
1 folha de louro
2 copos de vinho tinto de boa qualidade
Pimenta a gosto
Farinha de trigo quanto baste
Azeite quanto baste (na receita original usasse manteiga)
Sal quanto baste
Casca de um limão

Preparação
Faça um corte nas laterais das peças e passa-se por farinha ate ficar bem enfarinhados. Num tacho grande com o fundo coberto de azeite e aloure a carne de todos os lados (faça esta operação um de cada vez), no mesmo tacho no fundo coloque a cebola descascada as rodelas e os ossobucos dourados por cima. Acrescente os dentes de alhos amassados sem casca, a cenoura em tiras (utilize um descascador de batatas), os tomates em pedaços, a folha de louro, o ramo de salsa e a casca do limão. Tempere de sal e pimenta e regue com o vinho, levante fervura em lume alto para o vinho perder o álcool, acrescente água até cobrir a carne, tape a panela e baixe para lume médio-baixo. Deixe cozer umas 2 horas aproximadamente, verificando que não fique seco, acrescente água sé necessário. Sirva com arroz basmati.

Nota

Os italianos gostão de polvilhar com uma mistura de casca de limão ralado, alho e salsa bem picadinho por cima

Bom Apetite


domingo, 3 de abril de 2016

Nanaimos Bars

Tudo começou com uma limpeza a gaveta das receitas, papeis e mais papeis, até que encontrei esta receita “Nanaimos Bars”e pelo aspecto do papel já bem velhinha.

Os quadrados de Nanaimos, ou barras de Nanaimos, um doce canadiano com o nome da sua cidade natal, ou seja, a cidade de Nanaimo na Colômbia britânica da costa oeste do Canadá. Muito popular também no norte da America, esta receita dos anos 50 que nasceu graças a uma senhora que a incluiu em um livro de receitas dessa época para angariar fundos. Logo o doce ficou muito popular por toda a região, tanto em casa como em pastelarias ou cafeterias.
Posteriormente se estendeu pelos Estados Unidos, ao que os nova-iorquinos tentaram rendi-vincar para ai a sua origem.
Atualmente existem varias versões da receita original, mas todas elas com 3 camadas. Aqui fica esta receita que segundo pesquisas que fiz é das mais originais.

Ingredientes
250 gramas de manteiga pura
50 gramas de açúcar
30 gramas de cacau em pó
50 gramas de coco ralado
60 gramas de nozes
160 gramas de bolachas ( tipo digestiva)
1 ovo
1 colher (de chá) de essência de baunilha
4 colheres (de sopa) de natas
200 gramas de açúcar glass
120 gramas de chocolate negro
Preparação

Base
Derrete-se 110 gramas de manteiga e mistura-se com o cacau, adiciona-se o ovo batido e mistura-se até ficar bem homogêneo. A parte mistura-se o coco com as nozes e as bolachas trituradas, junta-se a outra mistura e mistura-se bem até ficar uma massa pastosa. Num molde  (15 cm por 25 cm), coberto com película aderente para ajudar na hora de retirar do molde, colocamos a massa pressionando bem para que fique bem compacta.

Camada do meio
Entretanto com a ajuda de uma batedeira, bata 120 gramas de manteiga amolecida ( não derretida) até que fique bem macia, misture com o açúcar glass batendo com uma velocidade media, até ficar bem homogêneo, adiciona-se a essência de baunilha e as natas, temperando com uma pitada de sal. O creme de ficar bem uniforme e esponjoso, fácil de barrar. Espalhe por cima da base e leve ao frigorifico no mínimo uma hora.

Camada de cima
Parte-se o chocolate em pedaços pequenos e derrete-se juntamente com 20 gramas de manteiga, mistura-se bem e espalhe por cima das outras camadas alisando até cobrir bem todo o preparado, leva-se ao frigorifico até solidificar bem. Na hora de servir, retire do molde e com ajuda de uma faca bem fina corte em quadrados.


Bom Apetite



sexta-feira, 25 de março de 2016

A lenda do folar da Páscoa


 A muitos, mas muitos anos atrás, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana, seu único desejo na vida era de casar cedo. Rezou a Santa Catarina com tanta fé que surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa.
Os dois pedira-lhe uma data limite para tomar uma decisão que seria o Domingo de Ramos.
No Domingo de Ramos, os dois pretendentes encontraram-se no caminho em direção a casa de Mariana, que logo começaram uma luta de morte. Uma vizinha avisou Mariana que logo acudiu ao local onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.
O fidalgo ameaçou aparecer no dia do casamento para matar Amaro, deixando Mariana atormentada. Na véspera de Domingo de Páscoa Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe. No dia seguinte, Mariana foi enfeitar com flores o altar da Santa e, quando chegou a casa, viu que, em cima da mesa, estava um pão com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, na qual viu que também tinha recebido um pão semelhante. Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de pão. Ficaram convencidos de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina. 



                                                  Folar de Ovos



                                                  Folar de Carne

Folare
Antigamente este pão doce com ovos era chamado de Folare (termo ainda usado pelos mais velhos), mas com o passar do tempo veio a ficar conhecido como Folar, tornando-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Assim nasceu a tradição durante as festividades cristãs da Páscoa, os afilhados costumam levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de batismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe em retribuição um folar. Costume esse que infelizmente esta a desaparecer.


UMA SANTA E FELIZ PÁSCOA

                                                                                             
 José Cardoso

domingo, 20 de março de 2016

Robalo recheado com presunto

O robalo é um dos mais nobres habitantes das costas portuguesas, cuja a carne muito delicada e leve, com poucas espinhas faz as delícias de qualquer comensal. Um peixe muito apreciado pela qualidade de sua carne, difícil de substituir por outra espécie.
Os robalos mais pequenos são muito apreciados grelhados, ao passo que os exemplares de maiores dimensões beneficiam quando cozidos ou assado inteiros, constituindo também uma matéria-prima de eleição para a confecção de "Peixe ao Sal", mas hoje vamos faze-lo ao forno e recheado.

Ingredientes
2 robalos entre 800 gramas a 1 kg (cada)
200 gramas de presunto em fatias
500 gramas de batatas as rodelas grossas

1 cebola grande as rodelas
1 pimento vermelho em tiras
2 tomates bem maduros
1 limão
1 ramo de salsa
1 colher (de sopa) de banha
2 colheres (de sopa) de azeite
1 colher (de sobremesa) de colorau
2 copos de vinho branco
Flor de sal quanto baste

Preparação
Escama-se os peixes e tiram-se-lhes as tripas e as guelras sem os abrir. (pode pedir que o façam na peixaria)
Lava-se bem os peixes, dando-lhes um golpe ao meio enviesados sem os partir, temperam-se com o sumo de limão e a flor de sal e deixam-se tomar gosto uma hora aproximadamente. Recheia-se com as fatias de presunto (reserve uma ou duas fatias) e deitam-se numa assadeira por cima das cebolas, dos pimentos e os tomates esmagados, tempera-se com vinho branco, azeite, colorau, a salsa e a banha em pedaços por cima. Deixa-se tomar gosto mais uma hora e espalhe as batatas as rodelas a volta espalhando as duas fatias de presunto por cima em pedaços pequenos. Leva-se a assar em forno pré-aquecido 180º durante uns 30 minutos, regando de vez em quando com o próprio molho. Ao meio de estar assado pode adicionar um pouco de água caso seja necessário.



Bom Apetite

sábado, 19 de março de 2016

Cheesecake de uvas

Há vários tipos de uvas como, vermelhas, verdes, pretas. Assim como muitas maneiras de consumir, em sumos, geleias, passas não esquecendo os vinhos. Ótimas também quando consumidas ao natural, especialmente na sua época. É uma fruta de baixa caloria com um monte de teor de água e rica em nutrientes essenciais e, portanto, muito bom para hidratação. Os benefícios do consumo de uvas são numerosos como eles também são ricos em antioxidantes importantes para a saúde. Além disso, pode ser utilizadas em varias preparações culinárias, como o caso de hoje.

Ingredientes
Base
200 gramas de bolachas de aveia
75 gramas de manteiga amolecida

Recheio
4 folhas de gelatina
500 gramas de queijo Mascarpone
500 gramas de queijo creme
50 gramas de açúcar em pó
Raspa da casca de 2 limões

Cobertura
200 gramas de uvas brancas
200 gramas de uvas pretas
100 gramas de açúcar
2 folhas de gelatina
Sumo de 2 limões

Preparação
Base
Triture as bolachas e junte a manteiga amolecida até ficar bem uniforme, reserve. Forre o fundo de uma forma de mola (20 cm) com papel vegetal e untado com manteiga, coloque o preparado de bolacha e calque bem. Leve ao frigorifico até a hora de usar.

Recheio
De-molhe as folhas de gelatina em água fria, misture os queijos e bata juntamente com a raspa da casca dos limões e o açúcar em pó ate obter um creme. Escorra as folhas de gelatina e derreta-as no micro ondas e junte ao preparado de queijo envolvendo bem. Retire a forma com a base de bolacha do frigorifica e verta a mistura de queijo por cima, volta ao frigorifico para solidificar.

Cobertura
De-molhe as folhas de gelatina em água fria. Corte as uvas pelo meio e retire algum caroço. Leve ao lume médio um tacho com as uvas, o açúcar e o sumo dos limões durante uns 10 minutos mexendo sempre. Escorra as folhas de gelatina e junte ao preparado mexendo até dissolver, deixe arrefecer um pouco. Volte a retirar a forma com a base e o preparado de queijo, por cima espalhe o preparado de uvas e volte a colocar no frigorífico cerca de 4 horas antes de servir.

Bom Apetite

domingo, 13 de março de 2016

Beef Wellington

O Beef Wellington, uma receita anglo-saxônica muito popularizada em programas de culinária, sendo o Chefe Gordon Ramsay (16 estrelas Michelin) um dos principais. Nada menos que um lombo de boi ou vitelo embrulhado em massa-folhada (solomillo en hojaldre, como dizem nuestros hermanos) com foie-gras (patê de fígado de pato), cebola, cogumelos e presunto de Parma. Segundo conta a historia na qual não sé da por verídica, o 1º duque de Wellington, Arthur Wellesley mandou fazer para comemorar a vitoria da batalha de Waterloo contra Napoléon Bonaparte. A este senhor gostava-lhe a mistura de foie-gras com a carne, sendo verdade ou não hoje em dia este clássico da cozinha esta espalhado por todo o mundo com varias versões de recheio. Com uma apresentação elegante digna de um banquete, apesar de parecer complicado e uma receita bem simples de fazer na qual o sucesso depende da qualidade dos ingredientes.

Ingredientes
1 Kg de lombo de boi ou vitelo
500 gramas de setas ou cogumelos frescos
330 gramas de bacon fumado ou presunto de Parma
150 gramas de foie-gras
1 cebola
1 dente de alho
2 colheres (de sopa) de mostarda
1 folha de massa folhada
1 ovo
Sal grosso que baste
Pimenta preta (moída na hora) a gosto
Azeite virgem extra que baste



Preparação
Temperar o lombo com sal e pimenta e marcar em uma sertã com azeite de todos os lados até que fique bem dourado, reserve. Triture os cogumelos com a cebola e o alho (Gordon Ramsay gosta de por um pouco de castanhas e tomilho fresco) e numa sertã com um pouco de azeite frite até desaparecer a água dos cogumelos. Tempere de sal e pimenta e junte o foir-gras misturando bem até ficar uma pasta bem homogênea, deixe esfriar.

Montagem
Espalhar mostarda em todo o lombo até cobrir bem, reserve. Numa parte da pedra da banca da cozinha estenda um pouco de filme plástico na qual sé faz uma cama com o bacon e por cima espalhamos bem a pasta de cogumelos. Colocar o lombo em cima e embrulhar apertando com o filme como sé fosse um rebuçado e levar ao congelador uns 15 minutos. Voltar a estender mais um pouco de filme com a massa folhada por cima, colocar o lombo sem o outro filme e voltar a embrulhar tipo rebuçado, volta ao congelador mais uns 15 minutos. Retirar do congelador, retirar o filme e por em cima de uma folha de papel de forno num tabuleiro largo, pincelar bem com ovo batido e salpicar com sal grosso. Levar ao forno pré-aquecido 200º durante uns 30 minutos aproximadamente. Servir simples ou com salada, pois o beef tem que ser o único protogonista.


Aqui deixo algumas fotos para perceberem como o processo e fácil.






Principais ingredientes  





Marcar a carne






Bacon e pasta de cogumelos em cima do filme






Embrulhado para ir ao congelador 15 minutos






Em cima da massa folhada para novo embrulho





Pronto para mais 15 minutos no congelador






Pincelado com ovo e sal grosso por cima 





Depois de 30 minutos em forno a 200º

                                                           Pronto a servir


Bom Apetite