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domingo, 28 de maio de 2017

Skrei "Bacalhau fresco"

O bacalhau fresco pouco conhecido dos portugueses, que são os terceiros maiores consumidores mundiais deste peixe, mas em seco e salgado. E entre as especies de bacalhau fresco existe uma espacie ainda menos conhecida, o skrei.
Esta especie sazonal, que apenas está disponível  só entre fevereiro e abril, com o nome de ‘Skrei’ apenas usado para o Bacalhau do Ártico (gadus morhua) durante o primeiro período do ano. Capturado antes da desova, que acontece nas zonas costeiras da Noruega após uma migração de mais de 1000 quilômetros contra as correntes das águas frias.
Ali chegado, o skrei que percorreu essa distancia sem se alimentar, o que o tornou mais musculado e carnudo do que o bacalhau fresco convencional, apresentando uma textura mais firme e rica, próxima da lagosta. 

Graças aos novos processos de trasporte e conserva, atualmente é possível transportá-lo desde a Noruega para países longínquos como Portugal ou Espanha ou outros países em apenas cinco dias, assim os portugueses já podem consumir este peixe nobre da maneira tradicional dos noruegueses ou combina-los com as técnicas da gastronomia portuguesa, que é das melhores do mundo na confecção do bacalhau.

Ingredientes
2 lombos de skrei de 200 gramas cada (ou bacalhau fresco normal)
300 gramas de batatas
100 gramas de queijo Parmigiano ralado

2 tomates vermelhos maduros
2 chalotas
1 dente de alho
1 pimento verde italiano
1 colher (das de café) de colorau
1 colher (das de sopa) de vinagre japonês (adocicado especial para sushi)
Sumo de limão
Sal grosso marinho
Azeite
Tabasco
Pimenta a gosto

Preparação
Tempere o peixe com sal, pimenta e sumo de limão a gosto e deixe repousar. Entretanto prepare um estrugido ligeiro com as chalotas picadas, o alho laminado e o pimento picado grosso numa sertã com um fio de azeite, tempere de sal, reserve. Num tabuleiro de ir ao forno coloque ao centro um dos tomates picado e por cima o peixe com as batatas que foram previamente cozidas a volta e espalhe por cima estrugido de chalota, polvilhe com colorau por cima de tudo e coloque o outro tomate por cima do peixe com umas gotas de tabasco e o vinagre. Tape com papel alumínio e vai ao forno pré-aquecido a 200ºC uns 30 minutos, retire do forno e destape e espalhe o queijo por cima e volta ao forno mais uns 10 minutos para derreter o queijo sem o papel de alumínio. Sirva bem quente



Bom Apetite

domingo, 21 de maio de 2017

Fajitas de vitela com molho de iogurte

Ideal para aquele lanchezinho fim de domingo e não noz apetece sair de casa ou quando estamos de Nesting, ou seja, ficar em casa, passar o fim de semana em casa. Uma atividade que era pouco recomendada, mas que está sendo uma tendência de moda (já estou de moda a muitos anos) usufruir os prazeres de ficar em casa. Mas voltando ao tema do nosso lanche, aqui vai uma dica para quando penses fazer Nesting fazer as compras de antecedência.

Ingredientes
500 gramas de bifes de vitela
1 pimento vermelho
1 pimento verde
1 chalota media
1 colher (das de café) de cominhos
1 colher (das de café) de colorau
2 malagueta secas (ou outro picante)
3 colheres (das de sopa) de azeite
6 a 8 tortilhas de milho (para tex-mex)
Sal e pimenta agosto

Preparação
Descascar a chalota e cortar em tiras, cortar os bifes em tiras finas e limpar de sementes e cortar os pimentos em tiras, reserve. Num recipiente misturar o cominho, o colorau, a malagueta esmagada e temperara de sal e pimenta a gosto, misturara com as tiras de carne e deixar tomar gosto por uns 15 minutos. Aquecer um Wok grande com o azeite e saltear os pimentos com a chalota até que fiquem brando, agregar a carne marinada e cozer uns 3 minutos removendo e misturando sempre todos os ingredientes até que a carne esteja cozida, retire do lume e mantenha em lugar quente. Aqueça as tortilhas em uma sertã antiaderente e sirva recheada com o preparado de carne com o molho de iogurte, para dar um toque mais saudável acrescente um pouco de salada mista. Caso tenha crianças para que não fique tão picante substitua a malagueta por um ramo de coentros bem picado.



Para o molho de iogurte
1 iogurte liquido natural
1 medida do frasco de iogurte de maionese
1 colher (das de café) de alho em pó
½ colher (das de café) de sal fina
½ colher (das de café) de salsinha picada
1 pitada de açúcar
1 pitada de curry
1 pitada de cominhos

Preparação
Misturar todos os ingredientes energeticamente até ficar bem homogêneo, guardar no frigorifico até a hora de servir.

Bom Apetite

sábado, 20 de maio de 2017

Salteado de feijão frade com salsichas

Restos de comidas muitas vezes sobram na cozinha, muitas vezes quando temos visitas e prepara-se sempre a mais. O certo e que muitas vezes acabam sendo esquecidas num recipiente no frigorifico, as vezes por não apetecer no dia seguinte ou mesmo por esquecimento e acaba no lixo. Uma coisa simples de resolver, quando usamos um pouco a nossa imaginação e aquele restinho mais alguma coisa até pode ser uma boa refeição no dia seguinte.
 Eu muitas vezes quando me sobra e não sei o que fazer, costumo congelar sobras de carne, peixe, molhos, etc. para mais tarde incrementar outros pratos como por exemplo empadões, suflês, molhos, etc. Claro que sendo congelado uma vez e descongelado não sé pode voltar a congelar, por isso tem-se que pensar bem na hora de preparar. O prato de hoje está relacionado de umas sobras de feijão frade de uma salada e de um resto de uma embalagem de salsichas frescas que usei para rechear um peixe ao forno e não sei porque veio-me a memória o cassoulet francês.

Ingredientes
Salsichas frescas
Feijão frade cozido
1 dente de alho laminado

1 ramo de salsinha picada
Azeite quanto baste

sal e pimenta sé necessário






Preparação
Numa sertã antiaderente grelhe as salsichas, retire e reserve em lugar quente. Coloque na mesma sertã um pouco de azeite e o alho, quando o alho começar a dourar acrescente os feijões e saltei. Retifique os temperos de sal e pimenta e junte as salsinhas já preparadas e sirva bem quente.



Bom Apetite

domingo, 14 de maio de 2017

Dourada recheada e embrulhada em bacon

Peixe assado no forno pode-se fazer de várias maneiras, passando muitas vezes pela nossa imaginação. Pensando nisso e folheando um livro de receitas encontrei uma que me vai a preceito, sendo assim hoje voz trago uma receita de dourada (um dos meus peixes preferidos) recheado com carne de salsicha fresca uma maneira muito clássica dos britânicos no século XIX de assar os peixes no forno. Embrulhado em finas fatias de bacon fumado servira para aguentar o recheio e portar ao peixe um sabor fumado e salgado.

Ingredientes
2 douradas medias limpas e escamadas
4 dentes de alhos esmagados com a casca e partidos ao meio
1 limão (sumo)

500 gramas de batatas medias descadacadas
De 15 a 20 fatias de bacon fumado
Umas ramas de tomilho seco
Azeite
Sal grosso marinho
Pimenta a gosto

Para o recheio; 
4 salsichas frescas
1 ramo de salsa picada
1 pitada de pimenta caiena
As folhas de um ramo de tomilho



Preparação
Abrir as salsichas e misturar com todos os ingredientes do recheio, reserve. Secar bem o pescado com papel de cozinha e temperar com sal e pimenta a gosto, espremer o sumo do limão por dentro do peixe e rechear com a metade da mistura da carne das salsichas. 

Numa tabua de cozinha coloque metade as fatias de bacon em zigue-zague formando uma V, sobreponha com uma dourada e envolve com as fatias e transfira para um tabuleiro de ir ao forno, repita a operação com a outra dourada. Regue com um pouco de azeite e espalhe por cima os ramos de tomilho e os alhos, leve ao forno pré-aquecido 220ºC entre 25 a 30 minutos ou até o peixe esteja bem assado e o bacon crocante. 
Sirva com as batatas assadas em azeite temperada com sal alhos e tomilho.



Bom Apetite

sábado, 13 de maio de 2017

Ameijoas com toucinho ibérico

Voltando a falar do tema das tapas aqui vai uma que serve muito bem como um entrante mais reconfortante, assim como uma refeição tipo Mar-Terra. Um prato que sé pode dizer que tem umas certas aparências a Carne de porco à Alentejana na qual utiliza estes dois ingredientes, ameijoas e carne de porco. Para elaborar este prato um dos seus requisitos importante e utilizar ameijoas frescas sé possível.

Ingredientes
1.5 kg de ameijoas frescas
250 de toucinho entremeado de porco ibérico (ou uma boa entremeada de porco)
½ copo de vinho branco
Uns raminhos de tomilho seco

Azeite
Sal grosso marinho
Sumo de limão (opcional)
Pão tostado para acompanhar



Preparação
De véspera salgar o toucinho com sal e deixar no frigorifico. No dia limpar o excesso de sal e cortar em tiras de um 
centímetro e logo em pedaços de 3 centímetros, lavar as ameijoas e descartar as que não sé fecham ao tocá-las. 
Colocar em lume médio um tacho largo com um fio de azeite, acrescentar o toucinho com o tomilho para fritar uns 5 minutos, até que fique dourada de todos os lados. Subir o lume e verter o vinho e acrescentar de imediato as ameijoas, dar uma sacudidela ao tacho e tapar, deixar cozer uns 4 minutos ao vapor. Dívida em 4 malgas quentes em porções iguais e tempere com uma pitada de pimenta (em princípio não faltara sal pois o toucinho está salgado), esprema umas gotas de limão e sirva enfeitado com pão tostado.



Bom Apetite

domingo, 7 de maio de 2017

Costela de boi no forno

Aqui está um corte de carne bovina que em Portugal muitas vezes é conhecida como Aba, na qual normalmente os portugueses só utilizam para cozer o que é uma pena. O corte da costela bovina fica numa peça de carne muito conhecida como ponta de agulha inteira na qual se retira o corte do vazio, assim ficamos com uma costela inteira na qual contem 8 ossos, esta peça de carne ainda sé pode fazer mais três cortes. O corte de cima, ou seja, a parte mais alta da costela, com mais osso e mais dura (na qual vamos utilizar), no centro temos um corte muito conhecido como costela mindinha a mais saborosa de todas e na ponta da parte lateral que contém um pouco de file, um corte excelente para cozer. Todos estes cortes podem ser assados na brasa ou no forno assim como cozida, sendo que cada corte tem a sua utilização mais adequada. Hoje vamos fazer um assado no forno, excelente para um domingo na qual estamos mais descontraídos e com tempo. Os britânicos costumam comer este corte acompanhado com um molho de chalotas caramelizadas (uma planta bulbosa da família das cebolas com 1,5 cm de diâmetro que parecem miniaturas de cebolas. Possuem um sabor semelhante ao da cebola, mas mais delicado, e são por isso usadas em vez da cebola em pratos e molhos mais refinados), sendo que podem acompanhar com o que mais gostam, batatas, purê, legumes ou saladas. Mesmo assim deixo a receita do molho, na qual já o fiz e é uma delicia.

Ingredientes
1.5 – 2 kg, de costela corte alto (aba grossa)
1 bom ramo de alecrim
Escamas de sal marinho quanto baste (podem usar sal grosso)

Azeite quanto baste
Pimenta a gosto (preferencia moída na hora)

Para as chalotas;
3 chalotas largas
1 dente de alho
2 colheres (das de sopa) de farinha maizena
2 colheres (das de sopa) de vinagre balsâmico
1 copo de vinho tinto
½ litro de caldo de carne
umas folhas de estragão




Preparação
Esfregar a carne com azeite e o sal e polvilhar com pimenta e o alecrim picado, colocar em um tabuleiro com a parte mais gordurosa para cima. Leve ao forno pré-aquecido a 240ºC durante uns 20 minutos para tostar, baixe para 180ºC e deixe assar por 90 minutos aproximadamente. 

A meio do tempo virar a carne para que fique assado de maneira uniforme. As temperaturas podem variar de forno para forno, por isso convém verificar sé a carne esta assada espetando um espeto e pressionar ligeiramente, quanto mais rosado é o suco, mais crua está a carne.
 Aqui deixo uma tabela orientativa de tempo de assado, por 450 gramas de 12 a 15 minutos para ficar mal passada, de 18 a 20 minutos para ficar ao ponto.
Retire do forno e transfira a carne para uma travessa, cubra com papel alumínio deixe repousar uns 20 minutos enquanto prepara o molho. Retire a maior parte da gordura que está por cima (usar fatias de pão de forma que funciona como esponja) e transfira o que sobra para ( sé poder pôr o tabuleiro ao lume melhor) uma sertã e leve ao lume médio com as chalotas descascadas e o alho esmagado, verifique os temperos de sal e pimenta e deixe estrugir uns 5 minutos mexendo sempre. Subir o lume e deixar dourar a chalotas, acrescente a farinha e mexer, junta-lhe o vinagre e o vinho e misturar bem. Junta-lhe o caldo e deixar ferver de 10 a 15 minutos ou até o molho engrossar, junta-lhe o estragão e retire do lume. Sirva a carne tracejada com o molho bem quente por cima.


Bom Apetite









sábado, 6 de maio de 2017

Tapa de presunto com grão de bico

Salir de tapas (sair para petiscar) em Espanha é uma das atividades mais populares e tradicionais, um dos hábitos alimentares de Espanha e da gastronomia mediterrânea. Em certas regiões também sã conhecidos como pinchos. As tapas são pequenas porções de comida com um tamanho regular que normalmente sé come em uma ou duas mordidelas servida na maioria dos bares em toda a Espanha. Normalmente são grátis ou simplesmente custam menos quando incluído com bebida.
Segundo a história a palavra tapa em espanhol significa “ tapadera" ou "cubierta" e acredita-se que a tradição surgiu a partir da prática de cobrir os copos de vinho com pequenas fatias de pão ou fatias de presunto para impedir a entrada de insetos ou outras impurezas.

Atualmente ir de tapas é um conceito de comer e socializar-se, conversar, beber e comer um petisco com os amigos depois do trabalho. Os pontos de encontro são nos bares onde amigos ou conhecidos encontram-se regularmente. As tapas são um fator determinante de saber se um bar é bem-sucedido e sé está de moda. Assim como podem ir de bar em bar com um grupo de amigos saciando o apetite ou até fazer uma refeição de varias tapas. Uma coisa é certa as tapas tornaram-se parte da identidade cultural espanhola ao ponto de ser oferecidos em banquetes que recebem altos dignitários, conhecidas como reuniões de tapas. Hoje em dia há bares e restaurantes que se especializaram em tapas tornando-se um fenômeno conhecido como cozinha em miniatura que figura em muitas cartas de menus em restaurante de alta cozinha. As tapas vareiam de região em região conforme os costumes e cozinha local sendo quentes ou frias. Além disso, há muitas categorias diferentes de tapas como brochettes, pequenos sanduíches, outros mais tradicionais servidos em pequenas panelas de barro, taças ou malgas pequenas bem ornamentadas ou então a mais simples de todas, azeitonas ou queijo com pão. Mas o mais importante e o convívio que surge a volta de uma tapa.

Ingredientes; para 4 tapas
100 gramas de grão de bico cozido e escorrido

 8 fatias de presunto ibérico
2 dentes de alho laminados
2 colheres (das de sopa) de azeite
Algumas folhas de manjericão fresco
Sal marinho
Pimenta negra a gosto

Preparação
Aquecer o azeite em uma sertã a fogo baixo e juntar os alhos e dourar um minuto para aromatizar o azeite. Juntar o grão de bico e o manjericão, subir o lume e temperar de sal e pimenta (de preferência moída na hora) a gosto, mexer bem. Retire a sertã do lume e devida o preparado em quatro pratos na qual já conte duas fatias de presunto. Servir bem quente.



Bom apetite







domingo, 30 de abril de 2017

Papas de abóbora doces da Ti Bernada

Nesta Páscoa fiz um doce que em certas regiões de Portugal é mais típico no Natal, em outras pelos fiéis (defuntos), assim como em tempos remotos eram servidas com sardinhas salgadas ou rojões, em receitas brasileiras soma-se juntar-lhe coco ralado. Sendo doces ou salgadas o certo e que as papas de abóbora são mais feitas no inverno quando abondam as abóboras. Encontrar uma boa receita e difícil, pois é o tipo de receita que qualquer boa cozinheira do passado sabia fazer de cor e salteado, receita que fica na memória e vai passando de boca em boca. Com ingredientes simples, podendo usar qualquer tipo de abobora na qual só difere o sabor, aqui fica a receita da minha mãe, na qual aprendi só de vela fazer várias vezes.

Ingredientes
1 kg de abóbora limpa e descascada (menina de preferência)
1 pau de canela
1 colher (das de café) de sal
Farinha branca de milho quanto baste
Canela em pó quanto baste (para polvilhar)

Açúcar a gosto




Preparação
Num tacho coloque a abóbora em pedaços com o pau de canela e o sal, cubra a abóbora com água e leve a cozer (entre 35 a 45 minutos) em lume médio/baixo. Apague o lume e retire o pau de canela, com ajuda de uma varinha mágica (minha mãe fazia com uma colher de pau até ficarem macias) triture a abobora até ficar bem triturada. Volta ao lume baixo e junta-lhe o açúcar mexendo sempre até o dissolver e vai juntando-lhe farinha aos poucos espalhando por cima e mexendo sempre até ficar bem homogêneo. Verta as papas numa taça grande ou em varias taças pequenas, deixe esfriar um pouco e polvilhe com a canela em pó.

Nota:
A quantidade de farinha pode depender da quantidade de água que utilize, assim como o açúcar fica o vosso gosto ( eu utilizei uma chávena de açúcar), mais o menos doce.



Bom Apetite

sábado, 29 de abril de 2017

Tatin de pêssegos e canela

Bem aqui estou eu de volta depois desta Páscoa, já agora espero que a tenham passado de maravilha, porque eu a passei e essa foi a razão desta minha ausência estes dias. Tempo dedicado a família para renascer e renovar, sair deste mundo que noz controla. Para este regresso venho com uma coisa doce para adoçar um pouco a minha ausência. Uma tarte Tatin com um toque especial, diferente.

Ingredientes; massa
160 g de farinha
60 g de manteiga
20 g de açúcar
1 pitada de sal
1 ovo

Preparação; massa
Com as mãos misture a manteiga com o açúcar adiciona-lhe a farinha e apitada, sempre amassando com as mãos. Adicione o ovo (se necessário adicionar uma colher de chá de água), tente amassar o menor tempo possível. Deixe repousar

Ingredientes; recheio
1 lata de pêssegos em calda em metades
2 colheres (das de sopa) de sumo de limão

50 gramas de manteiga
80 gramas de açúcar
1 pau de canela
Canela em pó quanto baste






Preparação do recheio e montagem
Numa forma que possa ir ao lume e ao forno verta nela a água da lata dos pêssegos, adiciona-lhe o açúcar, o pau de canela e a manteiga. Leve ao lume médio mexendo sempre até começar a caramelizar,(não deixar caramelizar muito) apague o lume e retira-lhe o pau de canela. Verta as metades de pêssego e espalhe. Estenda a massa com ajuda de um rolo de cozinha e cubra os pêssegos com a massa dentro da forma fazendo uns furos com a garfo para a massa respirar e largar o vapor, vai ao forno 200º uns 25 minutos ou até a massa estar cozida. Desenforme ainda quente virando-a para um prato de servir e polvilhe com abundante canela em pó. Deixe arrefecer antes de servir.



Bom apetite

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Perna de cordeiro no forno estilo Marroquino

Aqui estamos noz em plena Segunda Feira Santa, ontem foi Domingo de Ramos que além de marcar o início da Semana Santa, marca a entrada de Jesus em Jerusalém. Daqui a nada será Sexta Feira Santa e Domingo de Pascoa, por muitas casas portuguesas haverá folares doces e salgados, assim como cabrito o borrego para dia de Domingo. Pensando nisso ontem preparei uma perna de cordeiro ao estilo Marroquino, par hoje voz propor para fazer no Domingo de Pascoa, uma maneira diferente para preparar o cordeiro para esta Pascoa. Para isso teremos que desossar a perna, pois assim o corte sé queda mais uniforme e proporciona um melhor sabor, ideal tanto para assar no forno o grelhar. Aconselho a pedir carniceiro de onde compra a carne que o desosse, pois esta fase poderá ser um pouco trabalhosa para quem não tem muita pratica. Quanto a receita é de fácil elaboração e muito simples.

Ingredientes
Uma perna de cordeiro desossada entre 2 a 2.5 kg de peso com os ossos reservado.
1 cebola picada grosseiramente
1 cenoura grande em rodelas grossas
3 dentes de alhos amassados com a casca

3 raminhos de tomilho
2 colheres (das de chá) de alecrim
1 colher (das de chá) de manjerona
1 chavena (das de chá) de tomate triturado

Azeite quanto baste
Sal e pimenta preta moída na hora a gosto




Preparação
Com a perna estendida tempere de sal e pimenta e feche a perna colocando a parte estreita dentro da larga, sé necessário amarre com fio de cozinha. Colocar os ossos com a cebola, a cenoura, e os alhos em um tabuleiro, regue com um pouco de azeite e leve ao forno pré-aquecido a 200º uns 10 minutos ou até que comesse a dourar. Entretanto esfregue a carne com sal, pimenta e azeite. Coloque por cima dos ossos e volta ao forno mais uns 40 minutos regando deves em quando com o suco que larga. Retira o tabuleiro do forno e retire alguma gordura que possa haver no tabuleiro, junte meio litro de agua e polvilhe com as ervas. Abaixa a temperatura do forno para 180º e volta a pôr o tabuleiro mais uns 30 minutos regando deves em quando. Estando a carne assada retire o tabuleiro do forno e retire a carne(mantenha em lugar quente), coloque o tabuleiro em cima do fogão em lume lento e junta-lhe o tomate, mexa e deixe uns 5 minutos até reduzir. Coa o malho e passe a verdura por um coador com a ajuda de uma colher (para dar um pouco de textura ao molho), retifique o sal. Sirva a carne trinchada com o molho por cima e acompanhe com verduras.




Bom Apetite







sábado, 18 de março de 2017

Chouriço assado no bagaço e broa de milho

Há dias assim, ontem estive a fazer uma limpeza na gaveta dos congelados e encontrei um chouriço congelado, fruto da minha última ida a Portugal. Decheio fora para descongelar ao natural e hoje preparei de uma maneira muito típica de o comer em Portugal, assado no bagaço (aguardente). A coisa é simples basta ter um bom chouriço, aguardente da boa e um assador típico português (sé não tem aqui está uma boa oportunidade de visitar Portugal e comprar um). Colocamos a aguardente no assador, ascendemos e colocamos o chouriço em cima para assar, damos um par de volta para ficar bem assado. Depois é fácil basta acompanhar com um bom vinho e uma broa acabada de sair do forno.

A broa de milho também conhecida em algumas regiões de Portugal como pão de milho é uma receita das mais antigas da gastronomia portuguesa. Outrora um pão considerado caseiro e consumido pelas pessoas mais pobres no seu dia a dia, opondo-se ao pão branco de trigo consumido pela classe mais alta. As receitas podem variar de farinha de milho com farinha de trigo ou com farinha de centeio, na qual mistura-se só fermento e água. Em algumas receitas acrescenta-se no meio chouriço ou sardinhas salgadas.

Ingredientes
Farinha de trigo quanto baste
500 gramas de farinha de milho peneirada
200 gramas de carolo de milho (sêmola)
15 gramas de fermento de padeiro
1 colher (das de sopa) de sal grosso
3 chávenas (das de chá) de água a ferver
1 chávena (das de chá) de água morna




Preparação
Misture o carolo com a farinha de milho e escalde na água a ferver, amasse bem e deixe repousar uma hora. Dilua o sal e o fermento na água morna e misture com o preparado da farinha de milho, amasse bem e vá juntando a farinha de trigo atendendo a necessidade da massa que deve ficar mole e um pouco pegajosa e firme (nunca dura), polvilhe com farina de trigo e faça uma cruz no centro e cubra com um pano e deixe levedar durante uma hora aproximadamente. Coloque a massa em cima de uma folha de couve (como sé fazia antigamente antes de ir ao fogo de lenha) dando-lhe a forma arredondada e espalmada, polvilhe com um pouco de farinha de trigo e carolo. Disponha em cima de um tabuleiro e vai ao forno a 200ºC durante uma hora (evitar abrir o forno durante a cozedura), para saber sé esta cozida bater na base e verificar sé o som é oco.

Bom Apetite


sábado, 11 de março de 2017

Entrecosto na grelha ao estilo barbacoa

Sem preconceitos e nem mais hoje vamos fazer um uma costilla (entrecosto) grelhada. Bem fácil né, ascendemos o fogareiro (barbacoa) com um pouco de carvão, carne temperada à gosto em cima e é só grelhar, isso para quem tem uma casa com quintal. Mas para que vive num apartamento a coisa complica, o melhor é esperara pelo verão e ir para um parque de merendas e fazer a churrascada. Para que esperar, hoje vou dar-vos uma receita para fazer num apartamento com aquele gostinho de ser feito no carvão, para isso basta ter um tabuleiro com grelha e fumo liquido. O tabuleiro será fácil encontrar a venda, agora o fumo já é um pouco mais complicado, pois o seu comercio na Europa (só em lojas especializada em produtos americanos) ainda está muito limitado, mesmo assim por internet sé pode conseguir. Sé não conseguir o fumo liquido faça na mesma, pois não vamos deixar de comer esse entrecosto.

Ingredientes
Uma ou duas tiras de entrecosto
1 colher (das de sopa) de fumo liquido (opcional)
2 colheres (das de sopa de azeite)
1 colher (das de café) de colorau
1 colher (das de café) de coentros secos
1 colher (das de café) de vinagre de maça
1 colher (das de café) de tabasco ou outro picante de sua preferencia
2 dentes de alho bem picado
Sal grosso



Preparação
Misture todos os ingredientes menos o sal e unte as tiras de entrecosto, deixe repousar 1 hora para tomar gosto. Coloque um pouco de água no tabuleiro com grelha e disponha por cima o entrecosto com os ossos virados para cima, vai ao forno pré-aquecido 200º só com o Grill ligado, quando começar a ficar dourado vire o entrecosto com a carne para cima e tempere de sal e volta ao forno para acabar de grelhar. Esta operação pode demorar de 30 a 45 minutos, portanto a que ter atenção para não queimar a carne.



Bom Apetite


domingo, 5 de março de 2017

Arroz chau-chau, Arroz três delicias, Arroz frito, 炒饭

Hoje a coisa o teremos para complicado, não pela receita, mas pela sua origem na qual vários a reclamam. Possivelmente inventada na dinastia Qing (1754/1815) por Yi bingshou magistrado da aldeia Yngzhou, na qual alguns habitantes já tentaram patentear o prato. Há quem fale numa origem mais antiga, um prato caseiro da cozinha china na qual pode proceder de 4000 anos A.C., feito a base arroz cozido e salteado em fogo muito alto com verdura e raízes chinas. Uma outra versão seria da época das construções das vias férreas americanas na qual a sua maioria seriam trabalhadores chineses que cobravam entre duas a três taças de arroz branco ao dia na qual deitavam-lhe algo mais por cima para o tornar mais saboroso e nutritivo. Logo quando acabou as construções em 1869 muitos chineses ficaram sem trabalho, havendo alguns mais hábeis que montaram casas de comidas onde elaboravam essas refeições, muitas baseadas no que comiam na altura das construções. Assim nasceram muitas receitas da cultura chino-Americana. Agora noz toca uma versão portuguesa, como um prato tradicional da cozinha de Macau, mais propriamente do Cantão na qual tem o nome de arroz Chau Chau que em língua cantonense (炒飯) sé pronuncia "tchau fan" sendo o seu indignificado “Arroz frito” O arroz é inicialmente cozido em separado, sendo depois frito e envolvido com os restantes ingredientes como; carne de porco, cebolinho, chouriço, presunto,ervilha,ovo, camarão, existindo até uma versão com bacalhau.

Vários debates houve sobre os ingredientes certos, sé leva ou não camarões, porco assado ou fiambre, legumes ou raízes, etc, etc. Uma coisa é certa tem que levar arroz e molho de soja na qual lhe da um sabor oriental, quanto ao resto faça como eu ponha aquilo que tenha por ai (como os chineses americanos) e crie a sua propiá versão. Pode ser servido simples ou como acompanhamento com carnes ou peixe, no meu caso servi com peito de frango grelhado.

Ingredientes
200 gramas de arroz agulha

50 gramas de ervilhas
50 gramas de milho doce (grão)

100 gramas de fiambre em fatias 
1 cenoura
2 ovos
Sal
Molho de soja
Azeite

Preparação
Coza o arroz em bastante água temperada com sal entre 10 a 15 minutos, retire e passe por água fria 2 ou 3 vezes, deixe escorrer. Bata os ovos e faça uma omelete o mais fino possível e corte em trocitos, reserve. Corte o fiambre em tiras ou trocitos, reserve. Descasque a cenoura e corte ao comprido fazendo uma espécie de palitos, logo em trocitos e reserve.
Numa sertã tipo wok aqueça um pouco de azeite comece por saltear os trocitos de cenoura com as ervilhas uns 5 minutos, tempere com o molho de soja a gosto. Junta-lhe o arroz bem escorrido e continue a saltear por mais uns 10 minutos. Adiciona-lhe os trocitos de fiambre, a omelete e o milho, revolva bem durante mais uns 5 minutos. Retifique os temperos e sirva bem quente.




Bom Apetite

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Pollo al ajillo (frango com alho)

Sabem daqueles dias em que entramos na cozinha e gostamos de criar, pois hoje é um dia desses. Dou uma vista no que tenho por aqui e vejo pouca coisa (a que ir fazer compras), alhos e batatas, opss não há cebolas!!!!!. Seguimos, folhas de louro, ervas aromáticas, azeite. Esta dispensa está mesmo vazia, tenho que ir de compras.
Vejamos no frigorifico, uiii nem vale a pena falar, ainda está pior. Espera está aquele frango que não sé fez ontem (pois fomos comer fora), bueno parece que as coisas estão em bom caminho, pois veio-me a cabeça um dos clássicos na cozinha tradicional espanhola em qualquer bar ou restaurante espanhol. Sempre referenciado nas cartas como sugestão para picar, bem simples e fácil de fazer. Os espanhóis fritam em azeite com alho troços de frango aromatizados com ervas, eu como estou numa de criar resolvi levar esta receita ao forno com umas batatinhas ao murro, mais ao estilo português.

Ingredientes
1 frango médio
1 quilo de batatas medias (mais para ao pequeno)

1 copo de vinho branco
1 cabeça de alho
1 ramo de tomilho seco
1 ramo de alecrim seco
1 folha de louro
Sal grosso
Flor de sal (pode usar sal marinho grosso)
Azeite

Preparação
Corte o frango em troços e limpe de gorduras e alguma pele indesejável, banhe os troços de frango em azeite e tempere com o alecrim, tomilho, louro e cabeça de alho desfeita e os dentes ligeiramente pisados com a casca. Deixe repousar uns 30 minutos no mínimo para tomar gosto.
Entretanto lave bem as batatas com a pele e coza em bastante água temperada com sal grosso, depois de cozidas escorra e deixe arrefecer. Distribua os troços de frango num tabuleiro juntamente com os temperos (acrescente um pouco mais de azeite sé necessário), regue com o vinho e salpique com a flor de sal. Leve ao forno pré-aquecido 180º/200º apenas com o Grill ligado entre 30 a 40 minutos dando-lhe volta aos troços de frango de vez em quando. Junta-lhe as batatas com um ligeiro murro e deixe mais uns 10 minutos, sirva de imediato.


Bom apetite



domingo, 12 de fevereiro de 2017

Peito de frango enrolado em bacon com lentilhas

Depois de um fim de semana que não parei por aqui (tempo dedicado a família) e porque o friozinho ainda sé sente, nada melhor que um prato reconfortante e nutritivo. Já aqui falei sobre as lentilhas um cereal simples, com distintas variedades, como as verdes, pardinas, vermelhas e de Puy. Todas com um grande valor para a saúde. Ricas em várias vitaminas e hidratos de carbono, etc.

Ingredientes200 gramas de lentilhas
500 gramas de peito de frango
150 gramas de bacon fumado em fatias
1 cenoura
1 penca de aipo
1 dente de alho
1 copo de vinho branco
2 folhas de louro
Azeite quanto baste
Pimenta a gosto
Sal fino

Preparação
Deixar as lentilhas de molho e água de um dia para o outro (sendo das pardinas com 4 horas chega). No dia em uma panela coloque as lentilhas escorridas, acrescente o alho descascado e picado , a cebola descascada e picada, a cenoura lavada e as rodelas, o aipo lavado e as rodelas e as folhas de louro. Regue com um pouco de azeite e cubra tudo com água, leve a cozer em lume baixo durante uma hora. Tempere de sal e pimenta a gosto depois de cozidas, reserve.
Limpa e lava os peitos de frango e corta em dados, envolve-los nas fatias de bacon e prende com palitos. Doara-los ligeiramente em sertã com um fio de azeite e acrescente o vinho, deixe ferver para evaporar o álcool e coze uns 10 minutos em lume médio. Junta as lentilhas e deixe cozer mais uns 10 minutos, retifique os temperos e sirva.



Bom Apetite

domingo, 29 de janeiro de 2017

Caldo de peixe e marisco mediterrânico

Até porque ainda faz frio, nada melhor que um caldinho ou uma boa sopa bem quente. Assim hoje para combater um pouco este frio vamos fazer uma das sopas que é um clássico na cozinha mediterrânea, além do mais bastante simples de fazer. Um prato outrora de gente pobre, de pescadores que hoje em dia anda na mais alta gastronomia mediterrânea.

Além disso as sobras de um caldo de peixe e sempre reutilizável mais tarde para enriquecer outros guisados, molhos, asados, arrozes de mariscos, paellas ou fideuá, etc. No frigorifico aguenta uns 3 dias no máximo, já congelado aquenta muito tempo e pode ser de auxílio para futuros pratos. Eu costumo congelar badejas de fazer cubos de gelo, estando feitas retiro e coloco numa saca etiquetada, assim o terei em pequenas doses para reutilizar.

Ingredientes
500 gramas de cabeças de peixe branco
300 gramas de camarões descascado
250 gramas de ameijoas
1 cebola
2 dentes de alho
1 cenoura
1 alho francês
1 folha de louro
1 ramo de salsa
Cebolinho (opção)
4 fatias de pão de forma
100 gramas de tomate triturado
Azeite quanto baste
Flor de sal marinho
Sal
Filamentos de açafrão

Preparação
Tosta o pão, reserve. Coloque as ameijoas de molho em água com um pouco de sal para largar alguma areia. Limpar o alho francês e pelar a cenoura, lavar e cortar em troços. Lavar as cabeças de peixe e colocar a cozer uns 25 minutos juntamente com o alha francês, a cenoura, a folha de louro e o ramo de salsa. Durante a cozedora vá retirando a espuma que sé forma, estando cozido coe o caldo e reserve, separe as febras das espinhas, reserve.
Num tacho grande com um pouco de azeite dourar os alhos descascados, apague o lume e retira-los e triture-os juntamente com o pão tostado e alguns filamentos de açafrão. Deslie com um pouco de caldo, reserve. Volte a pôr o tacho ao lume e no mesmo azeite coloque a cebola bem picada para refogar, adicione o tomate e refogue uns 10 minutos e junta-lhe o preparado de pão com alho, mexa bem e cubra com o caldo reservado. Deixe levantar fervura e acrescente as ameijoas escorridas e os camarões, tempere com flor de sal e tape o tacho. Deixe cozer uns 5 minutos e junta-lhe as febras de peixe, sirva bem quente enfeitado com cebolinho.


Bom apetite

domingo, 22 de janeiro de 2017

Tortita de legumes com ovo escalfado

A coisas que parecem um bicho de sete cabeças, uma delas é fazer um ovo escalfado ou ovo Poche como dizem os Franceses. Uma maneira saudável de comer ovos, já que não é preciso usar nenhum tipo de gordura para prepará-los. Ovos escalfados podem ser servidos em saladas, com torradas, em pratos de entrada ou simples ao prato. Atualmente existe no mercado escalfador de ovos ou tigelinhas de silicone para por e ir a cozer em água quente. Um bom ovo escalfado deve cozer em água quente e nunca em água a ferver temperada de sal e vinagre. O método tradicional é muito simples; tenha o ovo já aberto dentro uma chávena, num tacho largo em fogo forte coloque água e tempere de sal e vinagre, quando começar a ferver mexa a água até formar um redemoinho, coloque o ovo da chávena no centro e apague o fogo, deixe cozer uns 3 ou 4 minutos. Retire o ovo e deixe repousar antes de servi-lo. Aqui nesta receita vou usar um truque para que fique mais inteiros (compactos) e com uma aparência rustica.


Ingredientes
Película de plástico (filme transparente)
3 batatas
1 cenoura
1 cebola
4 ovos
2 colheres (das de sopa) de manteiga 

2 talos de cebolinho
Sal
Pimenta
Azeite






Preparação
Descasca as batatas, a cenoura e a cebola, lavá-las e passe por um ralador com orifícios grossos, misture o preparado e dívida em 4 porções. Numa pela antiaderente em fogo médio/alto aqueça uma quarta parte da manteiga e coloque uma das porções, aplaste com uma escumadeira e tempere de sal e pimenta, frite dos dois lados entre 6 a 7 minutos ou até ficarem douradas. Repita a operação com as restantes 3 porções de verduras até obter 4 tortitas. Corta 4 pedaços de película de plástico e pita-los de azeite. Introduza uma dos pedaços de película dentro de uma chávena deixando as pontas de fora e abra para ai um ovo e feche as pontas formando um saco sem ar. Repita a operação com os seguintes ovos.
Coloque uma panela com água e introduza os 4 sacos com os ovos, quando começar a ferver baixe o lume e deixe cozer 3 minutos. Retira-los e deixe repousar um pouco, abra os sacos com cuidado e coloque cada um em cima de cada tortita. Tempere de sal e pimenta com cebolinho picado por cima e sirva.



Bom Apetite

domingo, 15 de janeiro de 2017

Arroz de entrecosto

Cada vez mais as pessoas tentam economizar na cozinha, uma pratica que com certos truques podemos preparar verdadeiros pitéus. Ainda mais sé são daquele tipo de pessoas que gostam do prato bem cheio, aí interessa fazer uma refeição forte e nutritiva com pouco gastos. Ter atenção que a qualidade e o melhor aliado para uma boa refeição, por isso o truque muitas vezes passa pela escolha dos ingredientes na preparação da refeição. Pensando nisso hoje vamos preparar uma refeição econômica nos ingredientes, que noz fortalece e pode ser servida como prato único.

Ingredientes
280 gramas de arroz redondo (arbóreo) ou carolino
400 gramas de entrecosto em pedaços
200 gramas de cogumelos pequenos lavados e partido ao meio
150 gramas de feijão verde (vagens) limpos e em troços

1 cebola media picada
1 dente de alho picado
2 tomates grandes e bem maduros e triturados
1 copo de vinho branco
Azeite quanto baste
Sal grosso quanto baste
Pimenta a gosto


Preparação 
Temperar o entrecosto com sal e pimenta (eu sempre uso pimenta moída na hora) e deixar repousar uns 20 minutos. Num tacho com o fundo coberto de azeite dourar os pedaços de entrecosto por todos os lados, retire e reserve. No mesmo tacho coloque a cebola e o alho para estrugir uns 5 minutos e refresque com o vinho, deixe levantar fervura para perder o álcool e acrescente os tomates e deixe cozer uns 5 minutos. Acrescente o entrecosto, os cogumelos e as vagens com ½ litro de agua quente, deixe levantar fervura e incorpore o arroz e verifique os temperos. Deixe cozer uns 20 minutos em lume médio ou até que o arroz coza.



Bom Apetite

sábado, 14 de janeiro de 2017

Cuscuz com almôndegas em molho de tomate

O cuscuz um prato de origem Magrebe do norte de África, mais propriamente de um povo com o nome de Berbere ao contrário de que muita gente pensa ser Árabe. Já no século XIII este prato era muito popular em toda Macherreque (países Árabes) indicando que esta preparação não é de origem Árabe. Os franceses são os responsáveis de sua divulgação na Europa já no século XVII, em Portugal por essas alturas o cuscuz fazia parte da ementa diária, partilhando a mesa com o arroz e outros cereais, com o tempo o cuscuz em Portugal perdeu a sua popularidade, ficando apenas o nome que foi dado a uma massa alimentícia usada em sopas.
Feito de sêmola de cereais, principalmente o trigo, na qual a sêmola é amassada à mão com um pouco de água até se transformar em pequenos grãos que devem ser cozidos no vapor duma cuscuzeira (utensílio próprio para cozer o cuscuz a vapor) e servidos com um molho que pode ser feito a parte.

Ingredientes
400 gramas de cuscuz
3 tomates maduros sem pele e triturados
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
½ copo de vinho branco
Salsa quanto baste
Azeite quanto baste
Sal grosso

Para as almondegas
300 gramas de carne picada de vaca
1 ovo
2 fatias de pão de forma
1 dente de alho picado
Salsa quanto baste
Sal
Pimenta a gosto

Preparação
Numa sertã com um pouco de azeite fazer um refogado com a cebola e os alhos, refresca com o vinho e deixa evaporar o álcool, acrescenta os tomates e tempera de sal. Polvilha com salsa picada e deixa apurar 20 minutos em lume baixo, reserve. Retira a codea do pão e esmigalha-o e mistura com a carne, o ovo, o alho bem picado e a salsa picada. Tempere de sal e pimenta a gosto e amasse bem, faça pequenas bolas formando assim as almôndegas, frite em óleo bem quente e deixe escorrer, reserve. Colocar o cuscuz em uma vasilha grande, ir deitando água pouco a pouco e removendo com a mão. Colocar o cuscuz molhado em uma cuscuzeira e coze-lo ao vapor removendo de vez em quando até que esteja cozido, solto e macio. Misture as almondegas com o molho e sirva com os cuscuz ao lado.



Bom Apetite

sábado, 7 de janeiro de 2017

Revolto de ovos com gambas e vagens

Muito poderia falar eu sobre os ovos, um alimento versátil e indispensável em qualquer cozinha, mas vou apenas falar deste prato rico e forte, ideal para os dias depois das farturas das festas natalícias, até porque a vontade de ir para a cozinha é pouca. Um prato muito fácil e simples de fazer na qual por si só não necessitará acompanhamento, nele encontramos tudo o que precisamos para uma boa refeição. Muito parecido com uns ovos mexidos, mas quando preparado com outros ingredientes, chama-se “Revolto”.

Ingredientes
120 gramas de gambas
100 gramas de feijão verde (vagens)

4 ovos
2 dentes de alho laminados
4 colheres (das de sopa) de leite
4 colheres (das de sopa) de salsa picada
4 colheres (das de sopa) de azeite
Sal
Pimenta a gosto



Preparação
Lava e limpa as vagens, corta-as ao comprido ao meio e em pedaços grandes. Coze-las em água temperada de sal uns 8 minutos, escorre-las e refresca-las em água fria, reserve. Limpe as gambas das cascas, cabeça e tripa deixando só a ponta do rabo, reserve. Em uma sertã antiaderente aquecer 3 colheres de azeite e alourar os alhos 1 minuto, colocar as gambas e saltear 2 minutos, colocar as vagens e saltear mais dois minutos, retire o salteado da sertã, reserve. Adicione a sertã a outra colher de azeite e deite os ovos previamente batidos com o leite e temperados de sal e pimenta a gosto, mexa sempre até começarem a ficar coalhados, espavore-a com a salsa picada e acrescente o salteado de gambas com vagens, misture e deixe cozer uns segundos mais até o revolto estar em seu ponto. Tem que ficar coalhado e meloso, sirva bem quente.



Bom Apetite

domingo, 18 de dezembro de 2016

BOAS FESTAS



Esta é a altura do ano em que eu apago o computador, desligo-me da net e dedico-me a família. E cada vez mais me sinto feliz por assim o ser.

Como só apareço por aqui nos fins de semana (a semana trabalho) tenho previsto voltar só para o 1º fim de semana de janeiro. Sendo assim quero desejar a todos;

Um Santo Natal

Um Feliz Ano Novo

Um Bom dia de Reis


Lembre-se que não a presente maior que encontrar debaixo da arvore o amor da família.


                                                                                                               
José Cardoso


Bom Apetite

domingo, 11 de dezembro de 2016

Tart des Demoiselles Tatin "Tarte Tatin"

Ano de 1889, num certo dia de muito movimento na sala do Hotel Restaurante Tatin, logo a cozinha andava em alto movimento. Numa distração (que ficou para história) Stephanie colocou o recheio das maças ao forno esquecendo-se da massa, quando percebeu alguns minutos mais tarde cobriu o recheio com a massa na tentativa de salvar a torta de maças, quando tirou a torta do forno e virou para desmoldar ainda quente, gostou do aspecto e resolveu servi-la. O sucesso foi tanto que a partir desse dia passou a fazer a torta de maças dessa maneira, nascendo assim uma das iguarias da doçaria francesa a tarte das "Demoiselles Tatin", ou seja a tarte Tatin. 

As irmãs Tatin, Stephanie e Caroline assumiram a direção do hotel Tatin em Lamotte.Beuvron no Loir-et (centro de frança) após a morte do seu pai, local já famoso na época na região pelas tortas de maças crocantes e com uma cobertura de maças macias e caramelizadas. Na realidade a história da tarte tatin poderá ser menos e provavelmente pitoresca, pois as tartes invertidas já era uma velha especialidade da região, cabendo as irmãs Tatin Toda a sua fama. Foi Maurice-Edmond Sailland, mais conhecido como Curnonsky Um crítico culinário da época o responsável da sua divulgação em 1926, num livro gastronômico dedicado ao Orleans e a famosa receita da Tarte Tatin na qual está História poderá ter sido inventada para cativar jornalistas e pasteleiros da época. Daí em diante a história espalha-se pelo mundo fazendo fama. Atualmente uma doçaria clássica das mesas francesas, frequentemente servido com chantilly ou sorvete de baunilha, para o desgosto da confrérie des lichonneux de tarte tatin de lamotte-beuvron Lichonneux que defende a receita tradicional da famosa sobremesa das Demoiselles Tatin na qual a deve ser degustada sem qualquer acompanhamento.

Polemicas a parte tem sido sobre a massa a usar para confeccionar esta tarte na qual muitas receitas aconselham usar a massa folhada por ser mais fácil de ficar estaladiça e crocante na qual é um verdadeiro erro, pois o excesso de gordura dessa massa retira todo o esplendor e sabor a tarte. A verdadeira massa para esta tarte e de preparação simples na qual proporcionara um verdadeiro prazer, muito conhecida como massa quebrada. Não querendo fazer a massa pode recorrer as refrigeradas e pronto a usar, mas que seja de boa marca. Mesmo assim aconselho fazer a massa em casa pois a história será outra.

Ingredientes; massa

160 g de farinha
60 g de manteiga
20 g de açúcar
1 pitada de sal
1 ovo

Ingredientes; recheio

1.5 kg de maças gala Royal ou reineta
80 gramas de manteiga, derretida
150 gramas de açúcar granulado


Preparação; massa
Com as mãos misture a manteiga com o açúcar adiciona-lhe a farinha e apitada, sempre amassando com as mão Adicione o ovo (se necessário adicionar uma colher de chá de água), tente amassar o menos tempo possível. Deixe repousar

Preparação; recheio

Versão original
Em uma forma de bolo de 24 cm de diâmetro e 3 cm de altura, se possível antiaderente, coloque as maças descascadas aos gomos com a manteiga em pedacinhos. Leve ao forno preaquecido a 220º uns 20 minutos, retire e em cima do fogão em lume médio acrescente o açúcar, mexa e deixe uns 25 minutos para começar a caramelizar, retire do lume. Estenda a massa e cubra a maças na própria forma colocando as bordas da massa para dentro e fazendo uns furos com a garfo para a massa respirar e largar o vapor, vai ao forno 200º uns 25 minutos ou até a massa estar cozida. Deixe arrefecer um pouco e desenforme virando-a para um prato de servir, nunca desenformar muito fria para que o caramelo não cole a forma.

Versão simplificada
Numa sertã ou na propiá forma em cima do fogão com lume baixo/médio derreta amanteiga e junte o açúcar, quando começar a caramelizar coloque as maças descascadas aos gomos, mexa e vire o preparado com cuidado para uma (caso faça na sertã)forma, ou sé usar a propiá forma, cubra com a massa estendida metendo as bordas para dentro, faça os furos para que a massa respire e vai ao forno a 200º uns 25 minutos ou até a massa cozer. Desenforma ainda quente pelo mesmo motivo da outra versão.

Das 2 maneiras o resultado será excelente, sendo que a 1ª é a forma original de a fazer.


Bom Apetite